Podemos

Cerca de 11679 frases e pensamentos: Podemos

⁠Não podemos evitar que as aves da adversidade nos sobrevoem, mas podemos, ao menos, evitar que façam ninho sobre as nossas cabeças.

Meu amor, escuta a voz do coração. Não perca o que temos. Podemos resolver. Nunca é tarde. Deixa o orgulho de lado. Vem e escreve pra eu te entender.

⁠Não deixemos a nossa história acabar. Podemos reescrever e sermos felizes. Juntos.

Estamos vivendo tempos em que não podemos mais pensar tanto no futuro assim. O presente é a única certeza. As coisas estão mudando rapidamente e nem sempre nossos planos e esforços trazem os resultados esperados. Mais do que nunca, noassa única opção é o agora.

​"A vida ensina que nem sempre controlamos o 'quando' ou o 'como', mas podemos escolher seguir, mesmo frustrados, lembrando que, no fim, o que permanece é a gratidão e o amor pelo que realmente importa."

Podemos ser ignorantes de fato, porém, não podemos ignorar os fatos.

Nos tornamos reféns de nós mesmos quando começamos conquistar coisas que não podemos transportar.

A dor ensina a se portar quando já não podemos reagir a tudo. Ensina paciência quando o tempo não obedece à nossa urgência. Ensina resiliência quando a vida nos derruba e, ainda assim, alguma parte nossa decide levantar.
E talvez a maior lição seja esta: resiliência não é aprender a suportar qualquer coisa. É aprender quando permanecer de pé e quando finalmente ir embora.

Podemos sorrir e agradecer pelo que possuímos ou chorar e se martirizar pelo que não.

"Às vezes a maior ajuda que podemos dar a alguém é mostrar uma porta que ela ainda não percebeu. Mas atravessar essa porta sempre será escolha dela."
— (ChatGPT) Siger, em conversa com Régis

“Não podemos nos salvar por esforço próprio. Pois nosso Senhor já empenhou o esforço necessário. Resta-nos então trabalhar mais que escravos. Por amor a JESUS, o Filho de Deus.”

Às vezes, continuar vivo é o acto mais silenciosamente rebelde que podemos cometer

Há determinadas travessias que ninguém consegue fazer por nós.
Podemos receber amor.
Podemos receber apoio.
Podemos ser abraçados.
Podemos receber uma mão.
Mas existem determinados momentos em que precisamos colocar o próprio pé no próximo degrau.

Quando Aprendi a Ajustar as Velas

“Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas.”

Durante muito tempo, eu quis negociar com o vento.
Queria que a vida soprasse exatamente na direção dos meus desejos. Fazia planos, criava expectativas,
imaginava caminhos e, silenciosamente, esperava que Deus concordasse com todos eles.

Eu dizia que confiava.

Mas, no fundo, queria controlar.

Queria escolher o vento, a velocidade, o caminho, o momento da partida e até o porto onde deveria chegar.

Talvez uma das minhas maiores dificuldades tenha sido compreender que fé não é receber de Deus o controle sobre o oceano.
Fé é continuar navegando mesmo depois de descobrir que nunca tivemos esse controle.

Demorei para entender isso.

Quando as coisas aconteciam como eu desejava, era fácil agradecer.
Quando o vento estava favorável, eu chamava aquilo de bênção.
Quando as águas estavam tranquilas, dizia que Deus estava comigo.
Mas bastava o céu escurecer para minhas certezas começarem a desaparecer.
Se alguma coisa dava errado, eu perguntava:

“Deus, onde estás?”

Hoje percebo a contradição daquela pergunta.
Eu reconhecia Deus na calmaria, mas tinha dificuldade de reconhecê-Lo na tempestade.
Talvez porque eu ainda acreditasse que a presença de Deus deveria significar ausência de sofrimento.
A vida me ensinou outra coisa.

Existem tempestades que acontecem mesmo quando Deus está no barco.
Existem perdas que a oração não impede.
Existem portas que permanecem fechadas.
Existem pessoas que partem.
Existem sonhos que não se realizam da maneira que imaginávamos.
Existem perguntas que atravessam anos sem encontrar resposta.
E existe um momento em nossa caminhada em que precisamos decidir:
ou passaremos a vida inteira brigando com o vento, ou aprenderemos a ajustar as velas.

Foi então que comecei a compreender a maturidade de outra maneira.
Maturidade não é ter domínio sobre aquilo que acontece.
É possuir humildade suficiente para reconhecer aquilo que não podemos controlar.
E talvez a fé comece exatamente nesse lugar.

Na fronteira entre aquilo que posso fazer e aquilo que preciso entregar.
Posso ajustar as velas.
Mas não posso ordenar ao vento que sopre.
Posso segurar o leme.
Mas não posso acalmar todos os mares.
Posso escolher algumas direções.
Mas não posso conhecer antecipadamente todas as tempestades.
Posso fazer planos.
Mas não posso exigir que o amanhã os obedeça.
Essa descoberta poderia parecer assustadora.
Curiosamente, para mim, começou a se transformar em liberdade.

Porque percebi o quanto estava cansado.
Cansado de tentar controlar pessoas.
Cansado de querer controlar acontecimentos.
Cansado de imaginar o futuro.
Cansado de discutir mentalmente com coisas que já haviam acontecido.
Cansado até de tentar explicar Deus.

Havia transformado minha vida numa embarcação pesada demais, carregada de culpas,
expectativas, medos e perguntas.

E talvez Deus nunca tivesse pedido que eu carregasse tudo aquilo.
Talvez Ele estivesse apenas esperando que eu soltasse algumas coisas.

Foi quando comecei a entender que entregar não significa desistir.
Entregar significa reconhecer limites.
Há uma diferença enorme entre abandonar o barco e confiar enquanto continuamos navegando.
A fé não me ensinou a ficar parado esperando milagres.
Ensinou-me a fazer aquilo que está ao meu alcance e entregar a Deus aquilo que minhas mãos não conseguem alcançar.

Eu ajusto as velas.
Ele conhece os ventos.
Eu seguro o leme enquanto posso.
Ele conhece o oceano que eu ainda não atravessei.
Eu vejo alguns metros à minha frente.
Ele conhece aquilo que existe depois do horizonte.

Talvez seja por isso que algumas coisas que considerei derrotas tenham acabado se transformando em caminhos.
Algumas portas fechadas me obrigaram a procurar outras.
Algumas quedas diminuíram meu orgulho.
Algumas perdas me ensinaram a amar melhor.
Alguns silêncios me ensinaram a escutar.
Algumas tempestades arrancaram de mim certezas que talvez nunca tivessem sido fé.

E alguns ventos contrários me levaram para lugares onde eu jamais teria chegado por vontade própria.

Hoje olho para trás e percebo quantas vezes reclamei da direção do vento sem perceber que estava sendo conduzido.

Nem sempre para onde eu queria.
Mas muitas vezes para onde eu precisava ir.
Essa talvez seja uma das maiores confissões que posso fazer:

eu quis controlar a vida porque tinha medo de confiar.

Controle, muitas vezes, é apenas o nome elegante que damos ao nosso medo.
Queremos garantias porque temos dificuldade de caminhar pela incerteza.
Queremos respostas porque o silêncio nos incomoda.
Queremos mapas porque o desconhecido nos assusta.
Mas Deus raramente me entregou o mapa inteiro.
Quase sempre me mostrou apenas o próximo passo.

E talvez seja justamente isso que torna a fé tão difícil e tão bonita.
Se eu conhecesse todo o caminho, talvez não precisasse confiar.
Se soubesse antecipadamente cada resposta, talvez não precisasse esperar.
Se pudesse controlar todos os ventos, talvez nunca aprendesse a rezar durante a tempestade.
Hoje já não peço apenas:
“Senhor, muda o vento.”

Algumas vezes ainda peço, porque continuo sendo humano e existem tempestades que realmente assustam.

Mas aprendi também outra oração:

“Senhor, se o vento não mudar, ensina-me a ajustar as velas.”

Essa oração mudou muita coisa dentro de mim.
Porque existem momentos em que Deus não muda imediatamente as circunstâncias.

Muda o marinheiro.
Fortalece as mãos.
Acalma o coração.
Ensina paciência.
Diminui o orgulho.
E nos faz perceber que aquilo que imaginávamos ser o fim talvez fosse apenas uma mudança de rota.

Continuo não sabendo para onde todos os ventos da minha vida me levarão.
Ainda tenho medo.
Ainda faço planos.
Ainda me decepciono.
Ainda gostaria que algumas coisas fossem diferentes.
A fé não retirou de mim a humanidade.
Mas hoje existe uma diferença.
Já não preciso exigir que o oceano inteiro obedeça à minha vontade para acreditar que Deus continua comigo.

Se vier a calmaria, agradecerei.
Se vier o vento favorável, abrirei as velas.
Se vier a tempestade, tentarei permanecer no barco.
Se precisar mudar a rota, mudarei.
Se tiver de esperar, esperarei.
E quando minhas forças já não forem suficientes, procurarei lembrar aquilo que levei tanto tempo para aprender:

eu nunca fui o senhor dos ventos.

Sou apenas um homem navegando.
Talvez amadurecer seja finalmente aceitar isso.
Fazer o que podemos.
Entregar o que não podemos.

E continuar.

Porque a fé não consiste em acreditar que todos os ventos soprarão a nosso favor.

Fé é descobrir que, mesmo quando o vento muda, Deus ainda sabe onde estamos.

E talvez a verdadeira paz comece no dia em que deixamos de pedir o controle do oceano e aprendemos, finalmente,
a confiar n’Aquele que enxerga além do horizonte.

Aqui na Terra podemos viver sem dinheiro; mas sem amigos apenas sobreviver.

Bom dia!
É um novo dia e não podemos viver com a cabeça fechada. Se você permitir, Deus fará o seu interior dançar de felicidade, de regozijo, de plenitude de vida. Uma feliz segunda-feira 🍀🌻
Ery santanna

Não custa lembrar: são os erros que nos ensinam a errar menos. Porém, o maior erro que podemos cometer é ter medo de errar — assassino da criatividade, do desenvolvimento, da evolução e do sucesso.

É através das lágrimas dos crocodilos que podemos perceber a profundidade de um pântano.

Temos que escolher nossos amores, nossos valores e nossa fé, e não podemos deixá-los solitários, pois se não se comunicarem, se não discutirem, seremos sempre quase!

Propagandas governamentais sempre nos dizem para onde devemos olhar e também para onde não podemos olhar.