valeriafarialeao
CICATRIZES
Valéria Leão
Em meu coração há cicatrizes,
feridas e ausências.
Há lembranças de momentos de dor.
Nem tudo foi sempre alegria.
Nem tudo é sempre alegria!
Não seria normal que fosse.
Em meu coração,
por vezes, triste,
há, também, recordações que o aquecem
Lembranças repletas de amor.
Alguns daqueles com quem me importei, hoje pouco ou nada se importam comigo.
Mesmo assim, eu fiz valer a pena.
É, é isso que me importa.
Dizem por aí que tenho uma alma antiga
Que bebe vinho
Dança bolero
Acha graça na vida
Dizem por aí
Que esse meu inesperado com a poesia
Nasce de uma confusão de afetos
Que como as estrelas se chocam e se estabilizam
GEMINIANA
Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados
Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão
De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais
Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal
Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.
VALÉRIA LEÃOGEMINIANA
Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados
Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão
De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais
Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal
Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.
VALÉRIA LEÃO
GEMINIANA
Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados
Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão
De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais
Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal
Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.
VALÉRIA LEÃO
AMOR DE TODAS AS ESTAÇÕES
Com o passar do tempo, aprende-se que amar não é olhar um para o outro como que em um transe permanente, mas com o olhar amoroso e consciente daqueles que escolheram caminhar lado a lado.
O segredo dos amores que duram habita nos pequenos gestos do cotidiano, nas infinitas formas de dizer "eu te amo", sem pronunciar uma única palavra. É manter acesa a centelha dos primeiros tempos. CRÔNICAS DO AMADURECER, Papo de Gente Grande - Valéria Leão
