Pobre
Era uma vez um país bem distante, muito rico, mas cujo povo era extremamente pobre. Eles ignoravam regras sanitárias, exploravam trabalhadores, não ouviam o que os sanitaristas diziam. Certo dia seu povo adoeceu gravemente, por causa de um bichinho bem pequeno, mas muito malvado. Em vez de mudar suas regras sanitárias e confiar nos sanitaristas, preferiu usar seu ouro para construir um imenso castelo de plástico e colocar os doentes que chegavam aos montes. O bichinho se espalhou mundo afora. Os outros países, encantados com esse lindo castelo de plástico resolveu fazer um igual. Infelizmente, milhares de pessoas também morreram. Mas um pequeno país, muito esperto, orientado por uma Enfermeira muito sábia, fez exatamente o contrário daquele distante país. Instruiu ao rei a investir todo o seu tesouro em segurança sanitária, valorizou o trabalho da atenção primária e, em vez de construir castelos de plástico que depois não teriam utilidade, ajudou as pessoas a ficarem em casa, fornecendo ajuda para que elas não perdessem seus empregos, investiu em transporte individual saudável aos trabalhadores, protegeu as pessoas dos bichinhos acompanhando de perto e cercando cada rua que tivesse alguém doente. Até que a nuvem de bichinhos passou. Com o apoio dos empresários aguentou firme e quem nada comprou, acumulou grande tesouro. Assim, todos tinham acumulado tantos tesouros que puderam comprar tudo o que sonhavam. E todos foram felizes e saudáveis para sempre, graças às sugestões da enfermeira sábia.
Pobre coração
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Pobre coração, qual sombra vagando em profunda escuridão...
Impelido por amor não correspondido,
Miserável indivíduo desiludido,
Por profunda depressão abatido,
Engolido por um mar de solidão;
Remetido a insano desejo de apaziguar tamanha dor
numa taça de veneno indolor...
Miserável criatura, pobre coração sem amor.
3 coisas que odiamos, não necessariamente nessa ordem:
- ser pobre
- ficar sem dinheiro
- não ter saldo bancário
Se a investigação for pobre, o processo será frágil. Se a apuração for morosa, a justiça será inócua. Portanto, o destino da verdade penal repousa nas mãos da Polícia Judiciária — sua presença é a centelha da justiça; sua ausência, o prenúncio do caos. A justiça que tarda não apenas falha, mas apunhala a esperança. Um sistema que se pretende justo deve investir na base — e essa base é a investigação. Não se constrói um tribunal digno com alicerces trincados. O Brasil precisa enxergar a Polícia Judiciária não como um apêndice, mas como a vértebra principal do sistema penal. Sem ela, a justiça é cega, surda e muda. Com ela, a verdade ganha voz, o povo ganha esperança, e o tempo, enfim, se curva diante da justiça.
Tem tanta gente oferecendo curso de riqueza, que precisa ser muito pobre de inteligência para aceitar essas ofertas.
Pobre que resolve votar em comunista, é semelhante a alguém que delira, manda cortar as duas pernas e passa andar de bengala só para dizer que virou masoquista.
O inferno esta a dois passos do rico e a três do pobre, enquanto, um tem a ganância o outro tem o desejo de se torna igual a ele, invejando seus bens e, sucumbindo a luxúria
O pobre perde o seu tempo admirando a riqueza do rico.
O rico está sempre ocupado pensando como tornar o pobre cada vez mais pobre.
Pobre garoto, plantou amor.
Pois ouvia dizendo que a gente colhe o que planta.
Mas em sua colheita, colheu dor.
Dessa dor, aprendeu que nem sempre acontece o que é esperado.
Mas diante a isso você tem que continuar...
Pobre de nós que não conseguimos sequer tem empatia pelo próximo. Muitas palavras bonitas, mas vazias de atitudes reais
Desejamos quanto pior melhor. Desde que não seja comigo... Tudo bem.
O que perdemos o que neste tempo...?
Ele acabou morrendo de tanto medo de viver!
Pobre coitado parece que se esqueceu que viver é um risco e privilegio que só quem respira tem.
Partiu assim com medo demais de se machucar ou se ferir.
Pai! O que é guerra?
- É um “brinquedinho” que os poderosos facínoras usam matando inocentes pobres para conquistar seus desejos cruéis.
Chora pobre miserável
Por sua pouca sorte de nascer condenado,
Se não por correntes, por mãos que se dizem justas.
Por migalhas de sentimentos,
Por um luxo chamado vida.
Reclama sobre o jornal úmido
Declamando seus gruídos.
Esquece-se do gosto do pão
Perde teu desejo por agua,
Mendiga olhares tristes
De poucas almas cinza,
Que insistem em não lhe ajudar.
Não sabe mais, qual é tua imagem?
Não sabe mais, o que significam tuas palavras?
Perdeu o tato e a sensibilidade bruta que te doma,
É desespero de não poder mais sentir, a flor!
Em forma de esperança que como pétalas
Arrancaram antes mesmo de brotar, dentro de ti.
Não existe isso q pobre não sabe se comportar e rico se controlar mas são ambiente de condições diferentes q criam comportamentos diferentes e manias de se expressar emitente do meio correspondente.
