Perdemos o que Deveria ser nosso
E se pararmos pra pensar?
Que todos os dias perdemos o amor da nossa vida…
No ponto de ônibus, sentado(a) no bar
Atravessando a rua, virando a esquina
Quantas pessoas já foram e ainda vamos deixar passar
Aquele garoto que não te deixa devolver o olhar
Aquele menino que te deu oi, e ela apenas sorri mas mas não conseguiu falar
Até quando essas besteiras do dia dia vão continuar iludindo a gente
Que nunca foi ou será assim, naquele lugar e momento
Imaginando que era aquela pessoa, o tal de pra sempre, quem diria…
Pois já deixamos de acreditar
Faz tempo.
No turbilhão da discórdia, nos perdemos,
Gritos ecoando enquanto o carro avança,
Corações dilacerados, palavras ferinas,
Em meio ao caos, nossa dança.
Nossas visões se chocam, diamantes ásperos,
Cada qual um universo a explorar,
Mas no calor da ira, esquecemos,
As nuances que nos unem a amar.
Lágrimas vertidas em travesseiros molhados,
Desculpas sussurradas na noite fria,
Mas o vazio persiste, profundo e cortante,
Como se a alma se despedaçasse, vazia.
Responsabilidades, fardos que pesam e sufocam,
Cuidados que entrelaçam, laços que se formam,
Num mundo onde a luz parece desvanecer,
O fardo se torna montanha, difícil de se erguer.
E assim, no silêncio da aurora, a vida inteira,
A tragédia se insinua, sombria, passageira,
O peso das mágoas, da adversidade,
Esmaga nossos espíritos, sem piedade.
Sem verdades...
As definições apressadas são como fechar um livro antes de ler todas as suas páginas; perdemos a riqueza das histórias não contadas.
21 de fevereiro de 2024
Às vezes, nos perdemos na busca incessante pelo futuro, esquecendo de apreciar o presente. Hoje, reserve um momento para valorizar as pequenas coisas ao seu redor: um sorriso, um abraço, um momento de tranquilidade. Lembre-se de que a vida é uma jornada composta por momentos preciosos, e cada um deles merece ser vivido plenamente.
Pleiteamos com afinco nossos direitos; – é direito, é humano! ... Mas perdemos o foco de nossas responsabilidades. Consequentemente precisamos de mais culpados. E onde estão os culpados?
Perdemos coisas, mas não nos perdemos.
"Perdemos tempo", mas não perdemos quem somos.
Perdemos na "justiça", mas não perdemos a verdade ignorada e desprezada.
Perdemos, mas continuamos sermos nós e nosso caráter contra um sistema corrupto.
01/04/2024
Se nos concentrarmos apenas no futuro, perdemos o presente, o único instante em que a vida realmente acontece. O futuro é uma projeção de desejos, medos e expectativas, mas o agora é onde encontramos sentido, onde construímos o caminho que nos leva adiante. Viver na constante espera do que virá nos cega para a beleza do que já é, fazendo-nos esquecer que o futuro é, na verdade, a soma de todos os presentes bem vividos.
Quando confundimos o ser com o ter, perdemos a essência do nosso verdadeiro eu. A humanidade ainda está em busca da verdade e do conhecimento genuíno.
Perdemos muito tempo tentando provar algo. Quanto mais tentamos convencer aqueles que preferem acreditar em alguma coisa, mais percebemos que eles preferem ouvir da boca dos outros. Se ser e ter moral é o que nos torna éticos e honrados, então quem persegue o indivíduo que demonstra moralidade e não é imoral nem antiético é, na verdade, o errado.
Nunca perdemos quando nos relacionamos com as pessoas. Ao contrário, ganhamos a capacidade de amar, de perdoar, de fazer o bem e de vivenciar toda a tratativa espiritual e emocional que, sem os confrontos e adversidades, jamais poderíamos experimentar em cada uma dessas habilidades relacionais que nos transformam a cada momento.
Num mundo que a produtividade virou o bem mais precioso a ser perseguido, nos perdemos nas obrigações impostas e quase esquecemos que somos humanos.
