Perdemos o que Deveria ser nosso
SAUDADE! Um substantivo abstrato que nos remete a solidão,nos fazendo sofrer. Infelizmente perdemos entes queridos e amigos, mas o ciclo da vida nos deixa triste, mas esse sentimento tem que ser substituído pela fé e paz em nossos corações, afinal de contas nada e ninguém e eterno!
As vezes estamos tão atordoados pela nossa rotina do dia a dia que perdemos os senso de importância ou a ordem de importância que os problemas deveriam afetar a vida.
Ao longo do caminho...
Nos encontramos,
Nos perdemos,
Nos reencontramos...
E, independente de tudo, continuamos vivendo e querendo mais, sem entender que já tínhamos o que de fato precisávamos, do Tempo.
Pare, respire, pense.
Temos Tempo para tudo
Só que erramos priorizando as coisas erradas.
Tudo na vida tem seu tempo,
Mas parado muitas vezes perdemos o tempo,
E por dizer nos que não tem mais tempo,
Dormiu no tempo errado e perdeu o tempo,
Buscando acalento a tempos,
Esperando por tempos,
me perdi não tendo mais tempo,
E dormi no acalento que o tempo me trouxe a tempos,
e eu não tinha entendido a importância do tempo,
Só o entendi quando não o tinha mais.
O Julgamento é uma das Fraquezas que temos, perdemos tempo com o Julgar os Astros, esquecendo principalmente de cuidar de si, onde o crescimento pessoal, nunca acontece, porque aquele que Julga não está focado em agir bem e melhor. E com isto, perde muito, deixando de Fazer o que é Correto, para que tenha um Crescimento progressista, e Sobretudo Espíritual.
Ficou no passado
Não sou mais o seu namorado
Perdemos o ritmo daquela canção
Era um sonho tão encantado
Que desencantou infanção.
Não sou mais o seu namorado
Corta lembrar-se disso
Ao menos não serei mais explorado
Sem suas manias que mim faziam submisso.
Não sou mais o seu namorado
Isso me traz um grande alívio
Pois o passado é passado
O coração segue em paz sem declívio!
A cada passo dado adiante ficamos radiante,mas cada tropeço se nao tivermos dissernimento perdemos o melhor do momento,que é a pausa para ser grato e não ultrapassar o limite da velocidade em que devemos caminhar
Nossos corações são como estrelas do mar, regenerando o que perdemos. Nós seguimos em frente, reagrupamos, reconfiguramos; as pessoas encontram maneiras de serem felizes.
Perdemos tanto tempo ocupados e trabalhando que nem percebemos o que realmente é viver e ser presentes na vida das pessoas. Depois perdemos alguém e fica aquele sentimento de culpa por não termos sido tão presentes enquanto podíamos e no final aprendemos que dinheiro não é tudo!
Nos perdemos no ponto em que olhamos para o nosso objetivo e não conseguimos mensurar o grau de dificuldade da sua trajetória (o preço). Dessa forma, uns tomam o caminho mais fácil, porém incapaz de produzir o resultado almejado, enquanto outros tomam o caminho correto mas sentem que a dificuldade é desproporcional e desistem.
Nos perdemos em uma imensidão de agonia, deixamos tudo que é tardio sombrio, face iludida e dispersas, amores vividos e amado de verdade, talvez seja que nesse percurso não tenha mais vinda. Imerso limbo !
Não corra atrás de pessoas que não se interessam por você, as vezes perdemos a confiança em alguém do qual gostamos muito, as vezes tentamos algo, porém tudo depende de você e não do outro, não espere que tudo seja recíproco, muitos dizem que te amam, poucos realmente te abraçam e se importam com os seus sentimentos.
FILOSOFIA NILO DEYSON MONTEIRO
A maior parte da vida perdemos a vida entre os dedos do tempo; sem tempo, nem percebemos os que se vão perdendo de nós, em nossas atenções ficam prioridades, afã, vaidades e o tempo passado se foi, não virá à menos que nele voltemos no pesar do pensar.
