Pequenos Gestos grande Pessoas
O amor nos torna seres pequenos ao ponto de cabermos inteiros dentro do amor e ao mesmo tempo tão grandes ao ponto de abrigar o amor.E é por isso que encontramos conforto nos braços daquele a quem destinamos nossos sentimentos.
Inexplicavelmente nos sentimos mais fortes,seguros e cada vez mais prontos para amar.
Para mim felicidade não é ter uma vida perfeita.
Mas sim, transformar os pequenos momentos nos melhores do mundo.
Feliz daquele que não está cego aos pequenos, mas grandes detalhes da vida: o canto de um pássaro, o cheiro da manhã, a brisa que bate no nosso rosto; o café da manhã em casa, o sorriso da nossa criança...e a oportunidade de podermos orar e agradeçer à Deus, cada dádiva das nossas vidas
Ninguem disse que o caminho é fácil.
Tantas vezes nos sentimos tão pequenos diante dele, mas ele está lá, Colossal, como quem Impera e grita: Trilha me ou te devoro.
Desconhecido, amedrontador, sem mapas, é você e o caminho, é permitido, e recomendado, levar coragem, mas se não tiver, o medo também é capaz de carregar sua alma nos ombros e trilhar o caminho sem que você tenha tempo, se quer, de perceber o que está lhe acontecendo. Melhor levar coragem mesmo. Um pouco de ousadia, pinceladas de responsabilidade e paciência, que pode se fazer necessária a qualquer momento.
O caminho vai ser difícil na exata proporção contrária de sua auto confiança, quanto mais confiar em sí mesmo, menores lhe parecerão os desafios.
E de vez em quando, pare, respire, reveja a força de seus passos, a direção que escolheu, tome um tempo para repor as energias e supervisionar a bagagem que vai absorvendo no caminho. Melhor que ela seja o essencial, o restante não é realmente importante, não leve, abandone aquilo que já esta em desuso, peso desnecessário atrasa a caminhada.
E aproveite a viagem, cada momento, cada paisagem, cada pessoa... os ventos são incessantes e alterarm, ainda que as vezes suavemente, tudo que tocam. Tudo é único, singular, e não poderá ser visto da mesma forma novamente.
Desde pequenos somos ensinados que onde quer que esteja, há nossa outra metade da laranja! Mas quem foi que disse que eu vim pro mundo pra ser uma meia laranja? Que seja, mas caso seja, sou feita de gomos. Gomos: uns constituindo tudo o que aprendi com minha familia, alguns com o que absorvi do mundo ao percorrer da vida, outros com o que peguei de amigos e pessoas que conheci, enfim… cada gomo e parte somados constituem-se na Fran que sou e/ou sua metade da laranja!
Passei a vida superando meus pequenos medos. Medo de sofrer por amor, de tatuagem, piercings exóticos, extrair ciso, vacina, quebrar algum membro, bater a cabeça, depilação com cera quente, de perder quem eu amo, de decepcionar meu pai e principalmente, de envolver minha mãe nas minhas confusões. Tive medo de reprovação, de julgamento, de me acomodar com o que não me faz feliz, de ficar velha demais pra ir pra Disney, de sair da asa dos meus pais, de fazer algumas loucuras saudáveis, de ser feliz demais e não saber lidar com isso. E o medo de pensar demais? Porque sempre perco grandes chances. Em compensação, quando penso de menos, acabo morrendo de arrependimemto e me encho de desculpas terrivelmente ruins. Nós temos medo de nascer, de morrer e de trocar os pés pelas mãos nesse intervalo de tempo.
Eu a vi dando seus os primeiros passos.
Pezinhos pequenos e perninhas compridas… E não faz tanto tempo assim, quanto as fotos mostram!
Nas melhores lembranças, as brincadeiras.
Antes a arte era assistir desenhos animados biblicos, usar fantoshes pra imitar a vida. Começamos a guardar os brinquedos e passamos a cantar, ai a desenhar e até pular na cama e ficar de cabeça pra baixo era arte. Marina sempre foi engraçada.
Gastavamos um tempão dançando, inventando passos de Ballet que já existiam, e minha nossa, Como ela se esticava!
Sobrava até pra Esperança (a cachorrinha) dançar com laçinho rosa na cabeça.
Conforme o tempo passava, quase que imperceptível, as brincadeiras começavam a ser tornar responsabilidades... Pra mim o trabalho e o colegial, pra ela a escolinha e o dever de casa…
Agora na casa nova, em outra cidade, as brincadeiras de final de semana, se tornaram brincadeiras de férias no quintal, lá no Rio de Janeiro.
Mudamos do play-grand de São Paulo, para a grama e a Orla carioca. Agora tinha espaço, pra guerra de bexiga cheia de agua, e pra jogar futebol com o Mateus.
E foi nessas férias, que ela me contou, quase que como uma inocente opinião sobre o destino, o que seria quando crescesse… Eu apostaria em cantora, porque o dom pra música vem de berço e é uma pratica constante. Mas ainda não. Com seus 5 aninhos, Marina já sabia e estava certa. Marina seria Ginasta!
Marina Talentosa Santos Cordeiro. Sinto orgulho e saudades.
Em tempos de catastrofes, guerras e tribulações, não existem pequenos nem grandes, todos são atingidos, nesses momentos a união faz a força.
Antes do fim eu quero estar do teu lado vendo a lua se despedaçar em pequenos cometas e as estrelas explodirem como artifícios.
"Anjos, pequenos seres enviados por Deus para nos fortalecer em momentos que nossa propria força ja nao tem valia, eles chegam e com um simples olhar e um belo sorriso dão sentido ao nossos dias"
para meus subrinhos lindos que o titio tanto ama :)
