Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
O dia que o mundo se vir livre da estupidez humana, certamente se verá livre de labutas parvas que ferem os ouvidos sensíveis à sabedoria.
Feliz Ano Novo e que neste ano todo mundo seja feliz, alegre, que ame ao próximo e que mostre gratidão, união, amizade, amor...
parece que a liberdade de gritar para o mundo lá fora e o ímpeto de se transbordar na plenitude da existência, acabam batendo asas como uma gaivota da paisagem da vida e o azul do céu interior cede lugar para nuvens cinzentas a predizerem um forte temporal
Parece até que os raios do sol da liberdade e da realização do mundo que mora lá dentro do peito, ocultam-se persistentemente, atrás de nuvens espessas, negras e imóveis - Ah que sufoco! Que vontade de sair gritando, mas nem se quer força se tem para se mover um só milímetro das circunstâncias!
"Dominar o mundo é sonho de muitos. Porém, poucos sabem dominar sua própria vida, quanto mais a de um povo."
Penso que os impacientes são o pedal do acelerador do mundo. Mas a sede de velocidade termina causando aflição, agonia, estresse, sempre que as coisas não funcionam como se esperava, ou seja, quase sempre. Isso, por sua vez, gasta energia e termina freando o que antes foi acelerado. A impaciência deixa você meio cego para os detalhes, fechando os olhos para o novo e oportunidades. No final, você termina se sobrestimando e dando passos “errados” por não parar de vez em quando para ver o todo, porque a impaciência não dá o tempo necessário para isso. É importante aprender a domar a impaciência. O segredo aqui é permitir a impaciência como uma energia positiva e parar de vez em quando para ver os detalhes.
Existe um mundo atrás de cada escolha.
Um universo a ser desvendado, e algo a ser criado.
Tudo está em menos de um passo de ser conquistado.
Um passo que deve ser dado.
Agir, sem propagar...
De nada servirão ao mundo, as palavras que pregam bondade, perdão, paz, amor, tolerância, se dentro de nós, há um poço imenso de mágoas que guardadas ali, são mastigadas a cada dia sem que tenhamos a coragem de uma atitude mais firme para iliminar o que incomoda e descartar de vez, essa doença que acaba se tornando incurável com o passar dos dias.
Hora de arrumar a mala da vida e não alimentar o ego com o eu sou bom, eu sou correto, eu sou generoso e assim, as palavras vão descrevendo qualidades infinitas para alimentar a vaidade.
A generosidade ou a maldade, não precisam de propagação porque as más ou boas linguas, agem como o vento que se encarrega de espalhar as folhas por onde passa. Sentimentos nobres ou mesquinhos, costumam viajar distâncias incalculáveis, para o bem ou para o mal da humanidade.
Não podemos iludir a nós mesmos. O avanço para o passo seguinte, deverá ser iniciado de dentro de nós. Somente nós, somos responsáveis por cada mudança no sentido de melhorar ou piorar o que nos rodeia, nesse planeta Terra.
by/erotildes vittoria
Nova estação...
Bem cedo,
ao abrir a janela, vejo o mundo
de um modo muito especial.
Tudo lá fora,
cresce, floresce e cheira bem,
a terra nobre,
onde as sementes germinam
e o sol aquece,
o inicio da primavera.
Agora,
as cortinas são transparentes
para que a brisa passe
e toque suavemente o tecido leve
que parece dançar
para a nova estação.
by/erotildes vittoria
As coisas mais estúpidas existentes no mundo é a paixão e ciúme. As duas coisas matam os nossos corações e nos separa das pessoas mais queridas fazendo nos sofrer dias pós dias.
(Daniel furucuto :2015)
O choro duma criança constitui uma preocupação para o mundo, pensamentos se interrogam. Todos pensam e solucionam o choro da criança da mesma maneira.
Se a Matemática falhar, todo o mundo desaparecerá, todos os objectos do mundo foram feitos e se sustentam na base dos calculos Matemáticos. Atravez de: mais, menos, dividir e multiplicar. Por isso a existência da Matemática no mundo Deus é quem sabe explicar.
(Daniel Perato Furucuto)
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