Pedra nos Rins
Arte rochosa
Cantaria levou consigo
No toque No peito
Da pedra Solidão
O milagre Que pede amor
De São Francisco voltou
Lisboa
Desceu escada
O louco Antonio
Na almaConsigo
Chegou Amor
Ao pé da rampa
Que pede solidão
Mirou ao alto agradeceu profetas
No santuário desceu a rampa de pedra
Subiu a rampa
Seguiu caminho de pedra
Sem olhar parou em frente
Pra trás mirou Insólito milagre
Cumprimentou do caminho
Profetas das pedras.
Subiu escada
Dirijo-me ao sagrado com gratidão. Bendita cada pedra que encontrei, que me ensinou observar e pular nos tropeços. A cada traição, que me ensinou a ser cuidadosa ao escolher amigos. A cada doença, que me ensinou a valorizar a saúde física e mental. A cada decepção, que me ensinou buscar a fé. Cada prece que conecta com o sagrado. Agradeço a fé, que me da esperança a cada provação. Agradeço aos amigos e parentes que me deixa sentir como é bom ser amada. Pelas bênçãos que tem nos concedido. Obrigada por tudo, Deus continue nos abençoando. És nosso alicerce, o nosso baluarte. Amém!
Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveita-lá para o seu próprio crescimento, que Deus lhe dê sabedoria para saber o que fazer com pedra que é colocada em seu caminho..
Mentir diante dos meus olhos é o mesmo que amarrar uma corda sobre a pedra e por no próprio pescoço, uma vez que a confiança se afunda concerteza irá morrer lá.
Não é com uma pedra preciosa que se conquista o amor, e sim com o coração!
Não é com uma pedra preciosa que se conquista o coração, e sim com o amor!
No Meu Passo
Caminha
Caminhano
Pois que deve
Caminhá
Lhe acompanha
Fielmente
Sua pedra
De assuntá
Vez por outra
Paradinha
Tamem tem
Que folegá
Puxa fundo
Pigarreia
Já pensano
Em levantá
Segue em frente
Passo lento
Sua sina
Caminhá
Houve um tempo
De corrê
De caminhá
Apressado
Hoje
Mais sussegado
Andando
Mais divagá
Ora caminha
Ora sussega
Sempre um tempo
De pensá
Assentado
Na pedra
De
Assuntá
Bem
Na beira
Da trilha
De caminhá
Pensano!
Pensano!
Sem muito
Querê pensá
Caminhá
Caminhou
Tem
Caminhado
Até
Nunca
Se sabe
Em que
Ponto
Se está
Da trilha
De caminhá
Jesus multiplicou pães,
mas não transformou pedra em pães.
.
Porque a multiplicação era para o coletivo e transformar pão era para o indivíduo.
.
Quando é para si a palavra é o suficiente, quando é para a comunhão Deus também providencia o pão.
.
A multiplicação é para compartilhar!
.
“Elter Alves”
Uma pedra
Tenho sempre fome desse
Lugar que nos foi espelho,
Das frutas curvadas dentro
De sua água, luz que salva,
E gravarei sobre a pedra
Lembrança de que brilhou
Um círculo, fogo ermo.
Acima é rápido o céu
Como ao voto a pedra é fechada.
Que buscávamos? Talvez
Nada, a paixão só é sonho.
Nada pedem suas mãos.
E de quem amou uma imagem,
Por mais que o olhar deseje,
Fica a voz sempre partida,
É a palavra toda cinzas.
“Role a pedra”
Cansei
É isso! Oficialmente cansei de fazer papel de Sísifo
Cansei desse vai e vem
Cansei até de ter prazer em da cara dos deuses zombar
Quero que um raio caia logo para me fritar
Procurei por todos os cantos
Encantos que me fizessem parar de chorar
Mas pelo visto não existe tal bruxa para me salvar
"A vida é uma selva de pedra, você tem que quebrar um leão por dia, se a 'sorte' não tiver do seu lado."
vrf14
*
O coração
do poeta em inspiração,
não perde nem uma palavra,
atira
como pedra certeira,
atinge o alvo
e o povo!?
Aplaude...👏👏👏👏
***
Eu olho para uma pedra com meu olho.
Eu ouço um pássaro cantando com meu ouvido.
Eu sinto o gosto das frutas com minha boca.
Porém, com que sentido eu percebo a eternidade?
Eu tenho certeza que ela existe.
O que em mim está sentindo isto?
Expermento a eternidade do lado de fora, pois existe algo da eternidade dentro de mim.
Se nos tempos de Drummond houvesse Waze, no meio do seu caminho não haveria uma pedra, não teria uma pedra no meio do caminho.
A poesia agradece o século XX
Minha saudade tem nome, um sorriso lindo e um coração de pedra, quê nem um martelete de amor consegue quebrar para entrar
Uma pedra
A janela do tempo chamou
a atenção da vida...
que aos poucos estava indo.
À beira do riacho, pensativa,
queria dizer qualquer coisa,
contar
que a menina que havia,
e que corria depois pelos caminhos,
sorrindo, quando as flores azuis
pequeninas colhia...
e as amava,
elas lhe causava estranha alegria,
porém a menina, não estava mais.
A descoberta aconteceu
no descer as escadas da casa,
no topo da serra, por onde
destemida atravessava o riacho,
envolvia-se com o barulho
das fontes, incessante feito
os pensamentos que ferviam.
De fundo, o verde.
Inconfundível, chamando,
cantava o sabiá-laranjeira...
ela escutava,
entre outros cantos.
De volta à realidade,
sentia a brisa
refrescante, sob o sol brando.
Pés de caminho livre, pedras variadas
de cores, algumas delas
escorregadias por força do limo.
Um sonho fugindo,
sequer aparecia.
O encanto era só da natureza,
e não da sua alma,
por dentro morriam as fantasias.
Precisava voltar para um lugar
que já não era refúgio,
enfrentaria o evidente agora!
Sem lágrimas ou desgostos,
sem desejos de nada mais percorrer...
De nada mais precisava e,
sem pedras nas mãos, delas
apenas uma, e precisava,
para pôr no lugar do coração,
aos poucos estava à morrer.
