Pedra nos Rins
"Assim como uma obra-prima é esculpida a partir do bloco de pedra bruta, a vida se revela uma obra de arte moldada pelas escolhas e motivações de cada indivíduo. Não se contente em ser apenas um espectador neste palco, mas seja o protagonista da tua própria história, escrevendo com coragem e determinação os capítulos que te levarão à plenitude e realização. Que cada desafio seja encarado como uma oportunidade de crescimento, cada lágrima como um aprendizado e cada sorriso como uma vitória. A vida é uma tela em branco, cabe a ti pintar com as cores da tua essência e dos teus sonhos. Não temas ousar, pois a maior revolução acontece dentro de ti, quando decides ser o arquiteto do teu destino."
A saudade é uma pedra que o tempo joga nas águas turvas da memória, fazendo com que algumas lembranças subam à superfície.
O corpo é uma pedra tão dura quanto o mármore, porém precisa ser esculpido com delicadeza e disciplina, para que se revele a obra-prima escondida.
Sabedoria & Resiliência.
Na vastidão do tempo, cada fracasso é uma pedra no caminho da sabedoria. A vida, com sua complexidade inigualável, nos desafia a cada passo, testando nossa resiliência e perseverança. As falhas não são marcas de derrota, mas sim de aprendizado. São os momentos em que somos forjados, lapidados pela experiência, moldados pela adversidade. É na resiliência que encontramos a força para nos erguer após cada queda, para persistir diante das tempestades da existência. A verdadeira sabedoria não está apenas em evitar erros, mas em abraçá-los como oportunidades de crescimento. Na jornada da vida, são os obstáculos que nos tornam sábios, e é a perseverança que nos conduz à vitória.
Encontrar um homem
ou uma mulher de valor
é tão fácil quanto lançar
uma pedra num rio
e buscá-la de volta.
Determinação
O sofrimento pode ser um professor,
A vida fácil, pedra de tropeço,
Um não pode curar uma dor,
E ser a base para um novo começo.
A melhor companhia sou eu,
A escolha sempre será opção,
A arte do viver é não se abalar com o que se perdeu,
Pois,somos seres em plena construção.
O passado,apenas como base,
E o presente como espelho do futuro,
Ao iniciar uma nova fase,
Deve-se quebrar o grande muro.
Muro do eu não consigo,
Muro do eu sou fracassado,
Muro do eu desisto,
Muro do eu fragmentado.
Então, mova-se com muita determinação,
Visando o alvo pré-estabelecido,
Será necessário dizer não,
Pra aquele passado quase esquecido.
Ande com a cabeça erguida,
Foco, força e muita coragem,
Pois essa é história da sua vida,
Não se pode perder tempo com bobagem.
O amanhã é logo ali e está tão perto,
O ontem já está tão distante,
E se não quiser morrer no deserto,
Basta acreditar e lutar a todo instante
Lourival Alves
Pedra:_um sábio não as vê com maus olhos,ele fará uso de sua virtude ,aproveitando cada pedra que encontrar ou que porem em seu caminho ,pois só se tem base forte e robusta aquele que vê as pedras em seu caminho com bons olhos,e cada vez mais fraco e sem fundação fica aquele que as atira.
Uma pedra poderá lhe dar muitas respostas e sempre lhe apontará numa direção ao qual devas seguir, não amaldiçoe a sua pedra pois ela tem muito a lhe dizer e a evoluir-te basta que a olhe com bons olhos.
Não sou feito de aço,
nem de pedra erguida contra o vento.
Sou o que passa em silêncio,
o que cresce nas sombras,
longe dos olhos que só veem
o músculo tenso, a muralha imponente.
Mas o que é a força, afinal?
Será o grito que se impõe
ou o sussurro que resiste,
a raiz que, sem alarde,
se infiltra nas fendas do chão duro
e ali permanece, paciente,
até que a pedra ceda?
Desprezam-me,
os que se acham donos do mundo,
os que medem o valor
pelo peso que carregam nos ombros.
Mas o que carregam, realmente,
senão o vazio de não entender
que a força também é delicadeza,
que o músculo pode ser frágil
diante do silêncio que dura?
Não sou deles,
nem preciso sê-lo.
A verdadeira força não grita.
Ela cresce,
como a erva que ninguém vê,
até o vento mudar,
e a muralha cair.
A dor esculpiu em meu peito um escudo de pedra. Cada decepção, um novo tijolo, cada lágrima, um golpe de martelo. Agora, só a força bruta pode quebrar essa muralha."
Meu coração é um vulcão adormecido, coberto por uma crosta de pedra. A lava fervente da paixão se esfriou, solidificada pela dor. Agora, só cinzas e poeira restam, um lembrete do que um dia ardeu.
Há uma sombra no palco,
os olhos vazios, o corpo de pedra,
repete as palavras como quem mastiga silêncio,
e a multidão segue, sem ver o caminho.
Há música no ar,
não de flautas,
mas de cordas gastas que rangem,
e eles dançam,
dançam como folhas no vento,
sem perguntar para onde os leva a corrente.
O abismo espera.
As bocas sorriem, as mãos caem,
há corpos que já se foram,
mas ainda seguem os outros,
com o brilho de uma fé cega
ou de um desespero antigo.
Quem os ouve, quem os vê?
Só o vento, que leva tudo
antes da queda final.
Aquele que mendigar o pão e, por ventura, receber uma pedra, descobrirá que quem a deu é quem dela se alimenta.
