Pe Fabio de Melo os que te Amam
Eu te amo!
Você é tudo pra mim!
Você me faz feliz.
Apesar de nossas diferenças
Você é a única pessoa.
Capaz de me tirar do sério
E ao mesmo tempo Me dar paz.
Eu não sei explicar Só consigo sentir.
Eu sinto sua falta. Demais!
Eu te amo muito.
Não canso de repetir isso.
É a menina da favela,
Olhem o pé sujo dela,
Tá tão colorido,
Quanto seu (des)escondido sorriso,
Esconde um universo de humanidade e beleza,
Ventania dos dias,
Que leva o bem pra todos os cantos,
E leva o mal também,
Num tempo,
Uns seguem pela rua,
Outros ficam pelo chão,
Noutro tempo,
O chão dorme com uns,
E a rua acorda com outros da multidão
“O status da sociedade moderna tipifica ouro e prata como moeda de caráter, oh quão pobre sou eu perante esse olhar.”
Giovane Silva Santos
É no segundo tempo que o jogo emociona,
Que a bola esquenta no pé,
Que a emoção da torcida arrebenta,
A hora do olé,
Ame sem moderação, perdoe, seja altruísta, mas se mesmo assim o outro calar-se e desejar partir, permita, pois como diz o ditado popular: “Se você tem que forçar é porque não é do seu tamanho”. Isso serve para anéis, sapatos e relacionamentos!
Na vida aprendi que tudo é aula quando tentei entender porque todos eram diferentes de mim. Daí, percebi que não eram diferentes, é que quando se está na sala de aulas, devemos prestar atenção ao professor e não aos colegas.
O COELHO
Vivo de orelha em pé,
Curioso a espirar,
Forço a pata traseira,
Dando impulso pra saltar,
Eu adoro uma lavoura,
Onde há muita cenoura
Para eu saborear.
Mas veio o bicho-homem
E se pôs a me caçar.
Queria um prato novo:
Coelho ao molho no jantar,
Então fico no arbusto
Para não levar um susto
De um humano me matar.
Quando nada mais te ofende e nada mais te derruba, você senta; ver o show e agradece os palhaços pelo espetáculo.
Sobre um corpo de pranto
Repousa aminha alma liquefeita
Perdoe-me, já que incertezas
E hastes de pêndulos enfeitam-me
As rachaduras,
Nos galhos secos, sobre o beiço
Da sombra de uma arvore de memorias
Observo o mundo a minha volta,
Como uma lagarta desconjuntada
Que na brevidade ensaia seu
Salto para a liberdade, minhas asas
Ainda em casulo, na ardente chama de
Fuga me guardo.
Tudo aquilo que eu julgava ser o meu novo eu, não era o meu eu de verdade. A minha essência ficou perdida, mas estou trabalhando para resgatá-la.
Escrevo, antes de tudo, por amor, mas também como uma necessidade incansável de ressignificar os pensamentos, a realidade, a vida, o meu estar no mundo.
Hoje ao acordar antes de colocar-me de pé, me fiz
uma pergunta.
Como será todo o meu processo de vivenciamento hoje na prática?
E continuei em articulações imaginárias...
Deus de bondade, onipotente e glorioso.
Hoje agradeço mais um dia de estar em pé na vida e na fé.
Grata pela família, amigos sinceros.
Derrame suas bênçãos sobre nós.
Que possamos mais este dia levarmos amor e coragem onde passarmos.
Nos faça bons para sermos dignos de suas bênçãos.
Te louvaremos hoje e sempre amém!
O interesse público e o compromisso social devem servir de pano de fundo para agregar e integrar pensamentos diferentes.
A MINHA MORTE
Eu quero, quando me for, ser enterrado
ao pé da saudade de tempos de outrora
que tinha poética de verso apaixonado
aí, então, possa ter uma festiva aurora
Há de cantar galardão a um cavalheiro
de quem o amor cantou no seu existir
valei um amador de um amor inteiro
imutável sensação, o coração a sentir
E a dor não há de lá ir, só sentimento
e que serena melodia venha me velar
sem aperto, choro, suspiro e lamento
E, assim, então, com a poesia minha
está, o adeus possa a casta encontrar
e lá a prosa não mais perecer sozinha....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/09/2021, 09’58” – Araguari, MG
Sou nordestino meu povo
desses que tem pé no chão
cuscuz eu gosto com ovo
café pra mim é com pão
leite só quero da vaca
fruta gostosa é a jaca
e terra boa é o sertão.
