Parábolas
A Parábola das Três Vozes do Vale
Em um vale distante, havia uma grande árvore no centro da praça.
Diziam que ela crescia conforme o conhecimento e as atitudes das pessoas que viviam ao seu redor.
Certo dia, três grupos de pessoas se reuniram diante da árvore.
O primeiro grupo ficava sentado à sombra, observando tudo de longe.
Nunca plantavam, nunca regavam, nunca cuidavam da terra.
Mas sempre que alguém tentava fazer algo, eles diziam:
— Isso não vai dar certo. Você está fazendo errado.
Eles criticavam o fruto que nunca haviam ajudado a nascer.
O segundo grupo trabalhava a terra.
Plantavam sementes, cavavam o solo, regavam as raízes.
Mas, ao verem outras pessoas fazendo o mesmo, diziam:
— O que eu faço é melhor. O meu jeito é o certo.
Tentavam diminuir o valor do trabalho alheio, como se o brilho do outro apagasse o seu próprio.
O terceiro grupo também trabalhava a terra.
Plantavam, cuidavam, aprendiam e ensinavam.
Quando viam alguém fazer algo bonito, diziam:
— Que bom que você sabe fazer isso!
— O seu saber soma ao meu.
— Juntos, podemos fazer a árvore crescer ainda mais.
Eles compreendiam que nenhum saber nasce completo,
E que cada pessoa carrega uma semente única.
Com o tempo, a árvore começou a crescer de formas diferentes.
Os galhos que recebiam críticas secaram.
Os galhos que eram regados com orgulho solitário cresceram tortos.
Mas os galhos que recebiam reconhecimento, partilha e respeito floresceram,
Dando frutos doces, fortes e abundantes.
Então, os moradores do vale entenderam:
Quem desvaloriza o saber do outro empobrece a própria sabedoria,
Mas quem reconhece o valor do outro fortalece o seu próprio caminho.
E desde aquele dia, a árvore passou a ser chamada de
Árvore dos Saberes Compartilhados.
“Quem soma saberes constrói grandezas.”
Parábola da Caverna - Platão
"Ainda que se tente salvar alguém, alguns ou todos, com conhecimento à liberdade, a luz arde nos olhos de quem acostumou-se com a escuridão, e poucos, ou por vezes, nenhum assim no costume aceitará sair da rotina que lhe é suficiente causa de prazer, conforto e estilo de vida. Porém, todavia, problema mesmo seria sair desta prisão, voltar à ela e deixar-se convencer que ali, assim é realmente melhor. Certeza o fardo da morte seria mais leve."
A parábola do Organismo Político -
Digamos que o Estado Brasileiro, seja um grande monstro mortal; um imenso organismo Político, criado apenas para se nutrir cegamente, de tudo ao seu redor; ( da economia do país mantida, principalmente, pelos pobres).
E digamos que todo e qualquer corpo estranho que se adentre nele, seja também implacavelmente devorado; ( membros que tenham uma boa intenção e que queiram mudar esse Organismo).
Não importa o quão bem intencionado se esteja, qualquer que queira mudá-lo, é devorado.
Pergunto:
então qual seria a melhor solução?
A melhor solução, sem dúvidas, será DESTRUINDO ESSE ORGANISMO, recriando-o com uma nova genética!!! Com a genética da verdade, ética Política, HONESTIDADE, justiça e assim por diante...
E como isso pode ser feito? Como se poderá matar esse imenso e destrutível organismo completamente prejudicial ao Povo de BEM brasileiro?
Com um Regime Ditatorial democrático.
Com a concentração máxima de poder, a um só Estadista!!! Um Estadista que realmente seja à altura da imensidão do Brasil. Um Estadista que recrie esse novo Estado, com essa nova genética da MORALIDADE...
🇧🇷
"Frases, parábolas ou citações,
é uma supérflua inversão temporal a alma gêmea em reflexão ao supremo eu."
A parábola do servo fiel e prudente ensina que devemos ser vigilantes e responsáveis, cumprindo nossas obrigações com fidelidade, pois não sabemos quando o Senhor retornará (Mateus 24:45-51).
A parábola dos talentos, narrada por Jesus em Mateus 25:14-30, ensina que devemos utilizar e desenvolver os dons e recursos que Deus nos confiou, trabalhando com diligência e responsabilidade, pois seremos chamados a prestar contas de como os empregamos.
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
"Veio Jesus falando por parábolas...
Ensinando o povo a pensar!
Veio a Globo e destruiu tudo!"
☆Haredita Angel
"Jesus a nada respondia, ensinava as pessoas por parábolas, provocando-lhes
o pensar, o raciocinar.
Ele não veio pregar a fé cega, ele veio
ensinar que a fé raciocinada é uma construção inabalável!"
30.03.18
A parábola do velho caminhão
Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.
O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.
Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.
Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.
Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”
"Temos dentro de nós um leão (o pecado), e uma gazela (o espírito Santo).
Alimente o leão e ele devorará a gazela, alimente a gazela e ela terá força para fugir do leão."
Não há justiça no amor, não há proporção nele e não precisa haver, porque em qualquer caso específico é apenas um vislumbre ou uma parábola de uma realidade abrangente e incompreensível. Não faz nenhum sentido porque é a eterna invasão do temporal. Então, como ele poderia se subordinar a causa ou consequência?
Quando a multidão foi embora, as pessoas que ficaram ali começaram, junto com os doze discípulos, a fazer perguntas a Jesus sobre parábolas.
Jesus disse a eles:
— A vocês Deus mostra o segredo do seu Reino. Mas para os que estão fora do Reino tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam; se não, eles voltariam para Deus, e ele os perdoaria.
Todo aquele que semeia também deve cultivar. É certo que "..Deus é quem dá o crescimento" (I Co3.7,8), mas cabe ao missionário discipular, arrancar as ervas daninhas que impedem o crescimento, regar a terra e a semente com a palavra de Deus (A água viva) e cuidar para que o inimigo não venha destruir. Fazer missões é gerar discípulos.
Pitágoras afirmou que "quem fala semeia. Quem escuta, colhe". Seiscentos anos depois, Jesus, através de uma parábola, comparou a disseminação de sua mensagem a um semeador que saiu para semear. Muitos dos que o escutaram ficaram de início felizes com a mensagem, mas não tinham um bom terreno para permitir a germinação da semente. E neste caso não colheram nada. Em outros casos, a semente germinou, mas a terra era ruim e a planta secou. Apenas em alguns, a semente da mensagem germinou, criou raízes e permitiu que a planta crescesse e desse frutos. E em alguns casos, muitos frutos. De qualquer maneira, o falar tanto pode semear o bem como o mal e neste caso sempre haverá terreno propício para germinação da semente dando frutos do bem ou do mal, conforme o ouvido.
“O almiscareiro é um animalzinho que vive nos lugares altos e gelados do Himalaia. Em seu interior existe uma substância denominada ‘almiscar’ que é muito desejada por caçadores, já que é aromática. Já na fase adulta, o almiscar começa a exsudar do interior do animal.
Excitado pelo delicioso aroma, o almiscareiro inicia uma busca desenfreada na procura pelo perfume. Após longo período de alucinada busca sem sucesso, o almiscareiro se lança das alturas do Himalaia despenhadeiro abaixo.
Vejam a que ponto chega a insanidade do bichinho em total desespero por não encontrar o delicioso perfume.
Os caçadores não perdem tempo em capturar o almiscareiro que se lança para a morte. Com o corpo do animal em mãos, cortam a bolsa que carrega o precioso almiscar.
Um bardo iluminado cantou: ‘ó tolo almiscareiro, buscaste a fragrancia em toda a parte, exceto em teu próprio corpo. Eis porque não a encontraste. Se pelo menos tivesses voltado tua busca para ti mesmo, terias encontrado o almiscar almejado e salvado a ti mesmo da morte sobre as rochas abaixo das montanhas.’
A maior parte das pessoas se comporta como o almiscareiro. Buscam a felicidade elusiva, sempre fragrante, por toda a parte, fora delas mesmas. Nos divertimentos, nas tentações, no amor humano e nos caminhos escorregadios da riqueza e da fama. E quando, finalmente, não podem achar a verdadeira felicidade, cuja fonte jaz oculta nos recônditos secretos de suas próprias almas, pulam dos picos alcantilados das esperanças elevadas e se despedaçam nas pedras da desilusão.
Ó tolo almiscareiro humano, se pelo menos voltasses tua mente para dentro, na meditação diária e profunda, acharias a fonte de toda verdadeira e duradoura felicidade no silêncio mais recôndito de tua própria alma.
Bem amado que estais à procura da felicidade, não sejas como o almiscareiro perecendo na vã busca exterior. Desperta! E, na caverna da meditação profunda, encontra a felicidade eterna dentro de teu Ser imortal”
Paramahansa Yogananda
