Parábolas
Parábola do Homem Sábio
Um dia um homem sábio morreu. No reino dos céus encontrou-se face a face com o Senhor Deus. Este perguntou-lhe:
“Tu, que és sábio e viveste inúmeros anos, diz-me o que aprendeste de realmente importante.”
Respondeu o homem sábio:
“Uma só coisa aprendi de realmente importante: a ignorar os mestres.”
O Senhor Deus olhou-o num demorado silêncio.
Depois voltou-lhe as costas e foi-se embora.
Aquele que tem ouvidos que ouça!
As parábolas de Jesus e o Sermão da Montanha, e este último, por exemplo, pode ser considerado dentro do campo literário uma verdadeira poesia, digna de reconhecimento universal. Sem embargo, são comparações e ensinamentos que visam trazer ao espírito do indivíduo a verdadeira essência da mensagem do Filho de Deus à humanidade: O amor.
Capítulo 45 1A segunda parábola, a respeito daqueles que negam o nome da habitação dos santos e do Senhor dos espíritos.
2Aos céus eles não ascenderão nem virão sobre a terra. Esta será a porção dos pecadores que negam o nome do Senhor dos espíritos e que estão assim reservados para o dia da punição e da aflição.
3Naquele dia o Eleito se assentará sobre um trono de glória e escolherá suas condições e suas incontáveis habitações, enquanto seus espíritos neles serão fortalecidos quando eles virem meu Eleito, pois esses fugiram por proteção para meu santo e glorioso nome.
4Naquele dia eu farei com que meu Eleito habite no meio deles; mudarei a face do céu; o abençoarei e o iluminarei para sempre.
5Eu também mudarei a face da terra, a abençoarei; e farei com que aqueles a quem elegi habitem sobre ela. Mas aqueles que cometeram pecado e iniquidade não habitarão nela, pois Eu marquei seus procedimentos. Meus justos Eu satisfarei com paz, colocando-os diante de Mim; mas a condenação dos pecadores se aproximará, para que Eu possa destrui-los da face da terra.
Jesus contou outra parábola à multidão:
«O Reino do Céu é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Uma noite, quando todos dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu, e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio.
Os empregados foram procurar o dono, e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’
O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’.
Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que arranquemos o joio?’
O dono respondeu: ‘Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo. Deixem crescer um e outro até à colheita. E no tempo da colheita direi aos ceifadores: arranquem primeiro o joio, e o amarrem em feixes para ser queimado. Depois recolham o trigo no meu celeiro!’ «
Parábola
tentamos nos convencer quem somos ,
mas eu acho mesmo que não há quem
saiba o que seja em sua própria terra ,e
isto fica bem nítido a quando vejo a dor
por trás dos olhares me sorrindo ; tão
pouco tempo nos damos a nos descobrir
no que de fato somos .
Lhe vejo com olhos sorridente e
escondo minhas lagrimas ,só por que
te quero bem ,e se um dia seu choro
for na mesma lagrima que a minha ,saberás
que choro por te amar e teremos descoberto parte de nossa parábola ,que
é pra que somos e estamos aqui ;mas ainda não saberemos o o que somos ,e
seu amor acalentara essa minha dor
existencial ,até o ponto em que minha
vida parecerá não valer nada sem
você e descobriras que meus gritos de
dor foram todos silenciosos e só por
não lhe pertencer ,e o melhor dia da minha
vida sempre será aquele em que você
conta comigo e mesmo que seja só pra
"bobagens", eu acho que isto é o que nos
torna descontraídos ,envolventes ,alegres
de um pelo outro só com "bobagens" ,mesmo por que a seriedade torna tudo tão exigente e mecânico ,que fica difícil de um sentir o outro para poderem simplesmente ser um ao outro .
Talvez viveremos assim sem descobrir o
que somos e desapareceremos ,um dia
nossa luz sera fugida rumo ao universo
enquanto isto não ocorra sinto que temos
tão pouco tempo a nos amarmos e
nos querermos bem de um aos outros
nesta forma humana e mesmo que nosso amor ocorra ainda assim estaremos
perdidos nesta parábola ,mas quer saber:
estarmos ao amor de um ao outro tão
pouco importara a que ponto estejamos
perdidos existencialmente pelo simples fato
de termos encontrado o mais importante
de todas as "coisas" no universo que é
tão somente simplesmente a força maior :
o Amor que é muito reluzente em toda e
qualquer parábola .
Está claro que não devemos tomar as parábolas de Cristo ao pé da letra e ficar deitados à espera de que tudo nos caia do céu. É indispensável trabalhar, pois um mundo de criaturas passivas seria também triste e sem beleza. Precisamos, entretanto, dar um sentido humano às nossas construções. E quando o amor ao dinheiro, ao sucesso, nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu”.
A Parábola dos Viajores da Luz
Diz-se que, em um vasto vale cercado por montanhas antigas, existiam muitos caminhos que subiam rumo ao mesmo cume luminoso. Cada trilha tinha seus marcos, seus sinais, seus modos de caminhar. Algumas eram mais íngremes, outras mais suaves; algumas possuíam pontes de pedra, outras madeira; algumas traziam músicas, outras silêncio.
Os viajores que seguiam por essas trilhas acreditavam que buscavam coisas diferentes, pois seus passos eram guiados por ritos distintos. Mas todos tinham algo em comum: carregavam uma pequena lanterna acesa.
Certo dia, um jovem viajante, confuso ao ver tantas rotas, perguntou a um velho mestre que descansava à beira da estrada:
Mestre, qual desses caminhos é o verdadeiro? Qual trilha leva de fato ao alto da montanha?
O velho sorriu, levantou-se com calma e disse:
Nenhuma trilha é falsa, e nenhuma é a única. O que importa não é o desenho do caminho, mas a direção da tua lanterna. Todos que caminham com sinceridade sob a mesma Luz chegarão ao mesmo cume.
O jovem ficou pensativo, e o mestre continuou:
Cada trilha foi aberta para ensinar de um modo, para fortalecer de outro, para tocar o coração de diferentes viajores. A diversidade dos caminhos não confunde: enriquece. Pois enquanto um aprende pelo canto, outro aprende pelo silêncio; enquanto um cresce pela disciplina, outro floresce pela liberdade. Mas todos se elevam.
E como saberei se me tornei um verdadeiro viajante? perguntou o jovem.
O mestre então apontou para os demais viajores que subiam por trilhas diversas, todos com suas lanternas acesas.
Saberás que és verdadeiro quando não olhares para tua trilha como a única, mas reconheceres na chama que ilumina os outros a mesma Luz que arde em ti. Porque somos todos viajores da mesma jornada, construtores da mesma cidade interior e servidores da mesma Luz que nos guia.**
E assim o jovem compreendeu que a grande montanha não exigia uniformidade, mas sinceridade; não pedia um só rito, mas um só propósito; não buscava passos iguais, mas corações despertos.
E continuou sua subida, agora não para provar que seu caminho era o melhor, mas para aprender com todos que caminhavam rumo ao alto.
John Presley Costa Santos
E começou a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra.
E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha.
Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio.
E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça, e o mandaram embora, tendo-o afrontado.
E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram.
Tendo ele, pois, ainda um seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho.
A parábola do capitalismo medieval
"Havia um homem, detentor de terras, que tinha trabalhadores à sua disposição. Ao colher o trigo, repartia-o com eles seguindo um princípio em seu coração: 'Duas vezes ao ano colho o fruto da terra, mas estes trabalhadores não possuem terras; farei, então, assim: repartirei o necessário para que comam, eles e suas famílias, por meio ano. Nem a mais, para que não deixem de trabalhar, nem a menos, para que não morram de fome'.
Assim fez o senhor da terra, repartindo conforme seu intento. Porém, a ganância surgiu em seu coração, e pensou consigo: 'Estes homens podem me roubar ou, de má-fé, sabotar minha colheita. Se eu puser animais para puxar o arado, precisarei de menos trabalhadores na minha sega'.
A pergunta é: repartirá o senhor da terra o trigo que economizou com os trabalhadores que restaram ou se preocupará apenas em aumentar o estoque de seu celeiro?"
Parábola II
"o cofre de isopor"
Proponho a seguinte parábola:
Imagine que nos conhecêssemos. Vivêssemos em uma vila de casas onde cada um tivesse sua ocupação. Na minha casa, havia um cofre.
Certa vez, tu me confias mil dinheiros para guardar — afinal, confiamos mutuamente, correto? Com os mil dinheiros guardados em meu cofre, eu te entrego a chave de uma gaveta com tranca: só eu e tu temos acesso.
Confiando nos teus mil dinheiros, eu peço emprestados cinco mil. Empresto mil a um ladrão, mil a um mentiroso, mil a um louco e dois mil a ti mesmo. Ora, com a esperança de receber os juros do que foi emprestado, eu te ofereço uma carteira de investimentos: "Dê-me quinhentos dinheiros e eu lhe pagarei um quinto de juros ao ano".
Vamos refletir? Estamos contando com os mil dinheiros que me deste para guardar, certo? E se tu os retira de mim? Pronto: expliquei em papel de pão a economia frágil dos grandes bancos.
Para o caso do Banco M, acrescente:
Certo dia, o centurião consultou o livro-caixa e percebeu, horrorizado, que o prejuízo de muitos era inevitável. Guarneceu minha casa e meu cofre com guardas e, em um bazar improvisado, vendeu todos os meus bens a fim de reaver parte do dinheiro perdido.
Nas parábolas a respeito da segunda vinda de Cristo, Ele nos alerta a estarmos preparados. Porque mais importante do que saber o dia e a hora, a noiva precisa demonstrar que nutre o mesmo anseio, amor e fidelidade pelo eterno encontro com seu noivo.
Parábola Esquecida do Último Pagão
nos deixe
cair em tentação,
nós não queremos
ser salvos,
nós nunca
quisemos ser.
não queremos
que vosso reino
venha a nós,
desprezamos
toda e qualquer
ambição monárquica.
tua vontade não será
feita aqui,
sobre esta terra
ou sob este céu,
pois jamais perdoaremos,
quem nos têm ofendido.
sim senhor,
em vosso elevado
e santo nome,
conhecemos bem
a impiedosa
misericórdia divina.
ainda nos safamos quase
ilesos, dos tantos males
que nos assolam.
tudo o que buscamos
é ir até o limite
e depois cruzá-lo.
não desejamos
a salvação,
sempre
estivemos perdidos,
nos encontramos,
na perdição.
04/10/23
Michel F.M.
Existe uma parábola simples sobre um copo quebrado no chão. À primeira vista, parece só perda, estilhaços espalhados, água derramada. Mas quem observa com calma percebe que aquele espaço vazio no chão é também o lugar onde algo novo pode ser colocado.
O vazio funciona assim. Ele chega como se fosse o fim de tudo, mas na verdade é apenas um começo disfarçado de ausência. Quando perdemos algo, uma pessoa, um sonho, um propósito antigo, sentimos que o chão sumiu debaixo dos pés. Só que esse chão vazio não é um abismo, é um terreno limpo, pronto para receber uma nova construção.
Pense num campo depois da colheita: parece morto, sem vida, sem cor. Mas é justamente esse vazio aparente que permite à terra descansar e se preparar para germinar de novo.
Assim é a alma humana diante das perdas profundas. O vazio dói, sim, e dói de verdade, mas ele não é o destino final da história, é apenas a página em branco antes do próximo capítulo ser escrito. Quem aprende a enxergar o vazio dessa forma, aos poucos para de temê-lo e passa a usá-lo como espaço fértil de recomeço genuíno.
A parábola termina sem dizer se o irmão mais velho entrou na festa. Jesus deixa o final em aberto porque a pergunta é dirigida a cada um de nós:
Estamos felizes quando Deus restaura vidas, ou ainda nos incomodamos quando a graça alcança aqueles que julgávamos indignos?
O fariseu da parábola de Jesus confiava na sua própria justiça, mas o publicano reconheceu sua necessidade e clamou: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! (Lucas 18:13). E Jesus ensinou que aquele que se humilhou saiu justificado.
A parábola da Borboleta
Digamos que, rodeada por feras selvagens, muito mais fortes, vorazes, bravas e truculentas, uma frágil Borboleta, sinta-se vulneravelmente ameaçada. Mas de forma quase que inexplicável, todas as feras que a ameaçam ou lhe imponham perigo, comecem a sentir medo, não da Borboleta em si, mas do que ela significa para O Universo INTEIRO! Então, ainda que não saibam explicar, todos os outros Animais ferozes começam a perceber que essa frágil Borboleta, simplesmente, é PROTEGIDA pelo vastíssimo Cosmos. E que absolutamente tudo o que há nEle, a protege de maneira extraordinária. Então, receosos de tal represália, eles se afastam; temerosos do que pode lhes acontecer, caso ousem tentar algum mal, contra aquela "frágil" Borboleta:
Existem indivíduos que são como a Borboleta do Universo!!!
Por: Fábio Silva
Às 05:34 in 10.08.2026
Ao explicar uma parábola, deixe que a mensagem transmita a realidade e a essência da verdade para que ninguém acrescente subterfúgios na sua interpretação.
- Relacionados
- Pensamentos em Forma de Parábolas
- Parábolas de Amor
