Países Subdesenvolvido
Liberdade
É vento que nos leva pela janela,
Para as estrelas e países mais distantes,
É príncipe que salva a cinderela
De madrastas arrogantes.
É oxigénio
Que precisamos para respirar,
É o que faz um génio
O mundo mudar.
É tudo o que eu quero
E alguma vez precisarei.
No desespero...
A roubarei.
Na África, há países ricos em recursos naturais, noutros continentes, há países ricos a explorar os recursos naturais da África.
Negros, Imigrantes e Pobres.
Eles são negros, estrangeiros e pobres. Vindos de países de extrema miséria, chegaram ao Brasil com seus sonhos e força de vontade para realizá-los. Mesmo com as diversas dificuldades que eles enfrentaram em suas nações e enfrentam aqui no Brasil, eles não esmorecem.
Vieram trabalhar e conquistar um novo futuro. As barreiras em seus caminhos são tantas que é quase impossível de se elencar se não convivemos diariamente com eles. O idioma deve ser um de seus maiores desafios visto que em sua maioria o idioma nativo é o francês e aqui no Brasil temos o português como língua e vale salientar que é um dos idiomas mais difíceis de aprender.
A falta de qualificação profissional também é um adendo as dificuldades enfrentadas pelos estrangeiros por aqui nas terras tupiniquins.
Agora, o que me fez escrever esse texto é que outro dia estava dirigindo por uma avenida muito importante daqui e enquanto a sinaleira estava vermelha vieram ao menos quatro pedintes na tentativa de ganhar alguns trocados. Pessoas jovens e que pareciam saudáveis. Ao abrir o semáforo avistei ao longe alguns haitianos trabalhando com venda de seus produtos, repito: TRABALHANDO!
Ou seja: enquanto um Brasileiro nativo está aqui pedindo, o imigrante está aqui trabalhando!
Eles viram em seu país a impossibilidade de sobreviver diante da miséria e vieram tentar a sorte aqui. Eles não vieram pedir esmolas, eles não vieram se vitimizar com uma autocomiseração e muito menos trabalhar a piedade com o drama que só os latinos fazem (e o fazem muito bem).
Eles acordam bem cedinho todos os dias e partem em busca do pão de cada dia. E muitas vezes ainda buscam poder alimentar seus familiares que ainda estão em seu país natal.
Aprendi com eles algo muito importante: - Se você for cair, caia de pé! Não se curve às dificuldades e não tenha pena de si, enfrente, em frente!
As legislações e as constituições dos países vêm sendo mudadas
e conturbadas por causa das novas mídias e das novas tecnologias; as
grandes fusões dos mercados dos meios de comunicação, as mega empresas engolindo outras mega empresas ainda maiores ou iguais em tamanho, e as Novas tecnologias e formação política empresas pequenas e médias de comunicação nacionais sendo devoradas pelas empresas internacionais, no surgimento dos monopólios sem concorrência, e dos novos “deuses” do mercado do entretenimento e da informação comandando o mundo através de satélites.
Quando se observa que o número dos países mais desenvolvidos, o grupo dos oito, é quase semelhante ao número dos grupos que dominam a produção mundial de comunicação, divididos em sete grupos que formam o Império da Mídia, constata-se que comunicação e poder estão vinculados sempre, são montadores políticos eternamente. Mas quando blocos econômico-políticos se sobrepõem um ao outro, se castra a diversidade cultural pelo abuso do poder, do capital e da informação estrangeira.
Os ecos de afinidade podem ser novas tribos vizinhas, como os
países são hoje, ou um único ser desenvolvido numa dimensão coletiva.
Portanto, a formação geocultural cibernética que as novas tecnologias de comunicação dão ao ser humano influenciam em sua forma de exercer a
cidadania e na noção de hegemonia e homogenia que se desenvolve na
esfera pública política real.
O fato da revolução dos meios de comunicação vir precipitando no planeta uma sintonia entre países, só imaginada antes em obras de
literatura de ficção científica, não esclarece ou mostra que as prioridades
políticas do século XX são de ficção científica também, nem que a modificação na relação tempo-informação muda a relação desenvolvimento sociedade.
Nos países de Terceiro Mundo se vê que cantores sertanejos e jogadores de futebol vão se tornando classes emergentes, enquanto professores estão cada dia mais pobres. Ilude-se o pai que acha que, comprando um computador para seu filho, está garantindo a ele um futuro melhor. As coisas não são tão simples assim, e esta é uma das tantas questões do porque a política é fundamental.
O surto de progresso capitalista nos países protestantes, contemporaneamente freado nos católicos, não foi devido predominantemente a fatores religiosos, mas a fatores culturais mais amplos que determinaram a diferente atitude de católicos e protestantes ante a economia moderna. A diferença era radical: do lado católico, a desconfiança generalizada que clamava por mais controle, mais policiamento, mais burocracia, mais punições. Do outro, uma confiança pujante que estimulava a criatividade, a variedade, a iniciativa. Confiança, em primeiro lugar, dos homens uns nos outros: por que supor que o nosso próximo quer o nosso mal e não apenas, como todos nós, o seu próprio bem? Por que não acertarmos as coisas entre nós e ele, em vez de chamar um terceiro para nos policiar a todos? Eis a base de toda negociação, de todo contrato, de toda eficácia. De outro lado, confiança no poder que cada homem tem de decidir, de agir, de lutar por um destino melhor conforme seu próprio entendimento, livre de uma autoridade acachapante que imponha a todos a camisa-de-força de uma noção padronizada do 'melhor'.
O efeito-demonstração exercido pelo alto padrão de vida das populações dos países altamente desenvolvidos, criando elevadas aspirações de consumo em largos contingentes humanos dos países periféricos, sobretudo de grupos localizados nas zonas urbanas e suburbanas, tem impedido que a acumulação de capital antecedesse, na história, a aspiração ao consumo de massa no Brasil.
Em especial os pensamentos políticos e, em muitos países, também os religiosos, (embora muitos outros tipos de pensamentos também se enquadram nessa perspectiva) produzem mecanismos psicológicos muito poderosos, como o pensamento motivado. Ou seja: eu só aceito como válidos os dados que me reafirmam; todos os demais são manipulações dos que pensam diferente.
Simplificando, é um vício, uma patologia, ou mesmo uma doença, fruto das limitações e imperfeições naturais do ser humano.
Se aprofundar mais um pouco, chegar-se-á ao fanatismo, o que complica as coisas ao nível de ações terroristas.
Simples e cruel nossa realidade!
Antes de tudo, reconhecer nossas limitações e infinitas imperfeições, na tentativa de melhorar no que for possível, mesmo que possa ser impossível.
Abril
Abril é o quarto mês do calendário gregoriano, utilizado pela maioria dos países e tem 30 dias. Existem duas hipóteses para o significado da palavra abril, sendo que a segunda delas deriva da palavra latina "aperire" que significa aberto ou abrir em referência à abertura das flores no mês que marca o início da primavera no hemisfério norte.
Para os cristãos, abril é o mês da eucaristia, um dos sete sacramentos do catolicismo. A eucaristia é representada pela hóstia que simboliza o corpo de Cristo e o vinho que simboliza seu sangue. A cerimônia da eucaristia faz referência a uma passagem da bíblia, na qual Jesus Cristo divide o pão e o vinho com seus apóstolos.
Em outras religiões em que se acredita em Cristo o sacramento da eucaristia muda de nome, mas não de significado. Para os protestantes, por exemplo, ela recebe o nome de Santa Ceia.
Se abril carrega essa simboliza tão bonita, que seja, então um mês abençoado. Que se abram as cortinas do céu e sobre nós seja derramada a graça de Deus. Que seja um mês de reflexão, de perdão, de amor, de purificação do espírito e limpeza da alma para que possamos receber o corpo e o sangue de Cristo e em júbilo agradecer seu sacrifício feito na cruz por todos nós.
Entre um cruzar de pernas e outro, viajo pelos estados, países, galáxias. Me deparo com a Deusa Vênus, que sempre foi o florear em todas as minhas estações. Ela sim, é a responsável do meu pulsar pelo amor. Amor que vem e que vai como relâmpagos pela madrugada. Nos encantam, e num lampejo, se vão. Deixam a deusa dos amores a sonhar, entre um e outro cruzar de pernas.
vts
Um estudo feito pelo sociólogo Egbert Ribberink [...] revelou que, em países predominantemente seculares, o ateísmo atrai principalmente as pessoas com menos educação, enquanto pessoas com nível educacional mais elevado tendem a ver o ateísmo como algo muito raso e militante.
Se a pobreza não é a causa de tantas mortes de crianças nos países pobres e se o crescimento econômico não elimina automaticamente essas mortes, por que elas persistem mesmo quando a maior parte poderia ser evitada pelos atuais conhecimentos científicos e médicos?
O ser humano é capaz de se adaptar aos novos horários,
Ao frio ou calor dos outros países,
Se adaptam a mudança a casas novas
Agora os animais não, se o urso ou pinguim
Saírem do polo norte morrem, porque eles não conseguem se acostumar com outros climas, então você humano nunca diga que não aguenta nada, que não é capaz de nada e que não consegue nada.
A vida, é certo, não será um sítio excepcional para as paixões.
Nos países humanos, o amor mistura-se muito
com palavras equívocas.
0 fogo que existe numa lareira, por exemplo,
é um fogo servil, cultural, educado.
Uma coisa vermelha, mas mansa,
que nos obedece.
Só é natureza, o fogo na lareira,
quando, vingando-se, provoca um incêndio.
E o amor assim funciona. Mas é preferível o contrário.
A mentalidade anticapitalista destrói países e cidades, e com o passar do tempo corrompe o indivíduo.
Um sábio saiu pelo mundo, ensinando o amor e a misericórdia .
Por tantos lugares em muitos países e continente falou palavras sábias de amor e misericórdia.
Em seus ultimos momentos no leito de morte percebeu que ocupou toda sua vida há falar de amor e misericórdia, que nunca teve tempo em praticar amor e misericórdia...
