Países Subdesenvolvido

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Um mundo de fato igualitário seria aquele em que as mulheres comandassem metade dos países e das empresas e os homens dirigissem metade dos lares.

Já vivi em muitos lugares, em diferentes países, e aprendi uma lição importante: nem sempre é o lugar que determina nossa realização, mas as pessoas, as conexões e a energia que nos cerca. Há ambientes que favorecem o crescimento, enquanto outros parecem limitar nosso potencial. Por isso, quando tudo deixa de fluir de forma saudável, vale a pena buscar novos horizontes até encontrar um lugar onde seja possível prosperar, evoluir e dar frutos.

Viver salvo

Para os países em que há pena de Morte! Eu estou orando pelos sentencionados! Que haja vida e não morte! Jesus manda-nos visitar os presos! Estou a me lembrar dos cristãos, que foram e são condenados à morte! Devemos visitar os que pudermos! Nos países onde estamos, devemos nos lembrar destes nossos irmãos na fé: Irão e outros países onde há a pena de morte. Se nós, ficarmos na atitude de deixa andar, podemos mesmo vir a perder a salvação. Como cristãos, a nossa atitude deve ser os outros.

Não podemos ficar impassíveis. Temos que agir ao menos na oração, em relação a todos os que sofrem. Deus nos chamou não para, recebermos bênçãos espirituais ou materiais, mas para darmos a nossa vida pelos outros.

Ser cristão e viver morrendo, pelos outros. Pois foi isto que Jesus fez. Em. Cada dia ia morrendo, nas suas atitudes a favor dos outros. Por fim deu toda a sua vida, por todos.

Ser cristão não é ter boas casas, conta bancária, carro e saúde. Ser cristão é ao contrário, não termos estas coisas. Mas é sofrer, por não termos estas coisas.

Um dia, muitos de nós, vamos ouvir um "Não" de Jesus Cristo ao vermos que o nosso nome, não está escrito no livro da vida. Isto é um facto. Muitos cristãos vão perder a salvação! Que ninguém tenha dúvidas.

Só os santos vão para o céu e não simplesmente os religiosos. Que a igreja pense nisto; que a igreja, não pense que é só dizermos, que somos salvos. O cristão não deve ter a certeza da salvação! O cristão deve viver a salvação de Jesus Cristo!

Há uma guerra acontecendo em silêncio dentro de cada ser humano.
Não uma guerra entre países, religiões ou ideologias… mas entre consciência e prisão. Entre aquilo que desperta e aquilo que adormece a mente.


Segundo os conhecimentos gnósticos, mundo não foi construído para libertar o homem, mas para distraí-lo. Desde cedo, somos ensinados a obedecer sem questionar, repetir sem compreender e existir sem perceber quem realmente somos. A maioria vive aprisionada em ciclos invisíveis: medo, culpa, desejo vazio, ansiedade e dependência emocional da aprovação dos outros.


A verdadeira batalha diária não acontece fora. Ela acontece quando você escolhe entre permanecer inconsciente ou encarar a própria verdade.


A luz representa a chama da consciência que rompe as correntes da ignorância. Não como uma figura de adoração cega, mas como símbolo do despertar interior, da busca pelo conhecimento proibido aos que preferem massas obedientes ao invés de indivíduos conscientes.


Todos os dias o sistema tenta enfraquecer tua essência através do caos, do excesso de informação, da superficialidade e do medo constante. E poucos percebem que a maior escravidão é espiritual e mental.


Despertar dói. Questionar dói. Enxergar as ilusões dói.
Mas continuar dormindo custa a própria alma.


O homem que desperta deixa de viver no automático. Ele aprende a observar os sinais, dominar os impulsos, controlar a própria mente e transformar sofrimento em evolução. Porque a verdadeira luz não nasce da perfeição… nasce da coragem de atravessar a própria escuridão consciente dela.

Não são países pobres. São territórios ricos que tiveram suas riquezas drenadas.

Países como o Brasil, que não têm poderio militar para defender a integridade do seu território, existem por assentimento internacional.

Crianças agora vão às escolas para "FARMAR AURA". Enquanto países de primeiro mundo formam jovens QUALIFICADOS para serem patrões, nós aqui no Brasil, continuamos criando jovens alienados e subservientes para servi-los no futuro!

Canto XXVIII – O Brasil da Maturidade
Por Poeta Mbra

Há países que celebram apenas o seu nascimento. Outros compreendem que a verdadeira grandeza está no amadurecimento. Este canto convida o Brasil imaginário a deixar a infância das promessas e caminhar rumo à maturidade de uma nação que aprende com a história, cultiva a justiça e floresce pela responsabilidade de seu povo.
I
O Brasil nasceu entre rios e montanhas,
Sob o céu de incontáveis alvoradas;
Mas o tempo lhe fez antigas perguntas,
Guardadas nas estradas empoeiradas.
Não basta nascer para ser grande,
Nem possuir riquezas incontadas;
A maturidade é uma construção
Erguida por mãos perseveradas.
II
Um povo cresce quando aprende,
Mesmo tropeçando pelo caminho;
Transforma feridas em memória,
E nunca faz da mentira seu ninho.
Quem ama a verdade permanece,
Ainda que caminhe sozinho;
Pois o futuro é filho da coragem
Que enfrenta o espinho.
III
O Brasil imaginário desperta cedo,
Não para repetir velhos discursos;
Mas para plantar novos princípios
Nos campos dos próprios recursos.
Cada cidadão torna-se semente,
Cada criança, novos concursos;
De esperança que não envelhece
Nem se perde nos percursos.
IV
A justiça veste roupas simples,
Sem privilégios ou aparência;
Seu tribunal é a consciência,
Sua força é a transparência.
Onde reina a honestidade,
Floresce também a convivência;
E a paz encontra morada
Na madura experiência.
V
As cidades respiram respeito,
As praças acolhem o diferente;
O trabalho recebe dignidade,
O saber ilumina a mente.
Não se mede um povo apenas
Pela riqueza aparente;
Mas pelo valor que concede
À vida de toda gente.
VI
O Brasil aprende com os idosos,
Escuta o vigor da juventude;
Une passado e esperança
Na construção da virtude.
Não despreza suas raízes,
Nem vende sua atitude;
Pois sabe que a verdadeira força
Nasce da retidão e da plenitude.
VII
As escolas ensinam caráter,
Além das letras e dos números;
Os lares cultivam respeito,
E colhem dias mais seguros.
Cada geração entrega à outra
Valores firmes e puros;
Como pontes lançadas ao futuro
Sobre tempos escuros.
VIII
O campo celebra sua colheita,
A cidade celebra o trabalhador;
A ciência encontra espaço,
E a cultura recebe valor.
O talento deixa de emigrar,
Encontrando solo promissor;
Porque amadureceu a nação
Na força do amor.
IX
Não é um Brasil perfeito,
Mas disposto a melhorar;
Reconhece seus próprios erros
Sem medo de recomeçar.
Toda grande transformação
Começa no verbo mudar;
E prossegue quando o povo
Decide perseverar.
X
Assim caminha o Brasil imaginário,
Não apenas por existir;
Mas por crescer em sabedoria,
Em justiça e em servir.
Porque nascer foi apenas o início,
O chamado é evoluir;
E uma nação alcança sua grandeza
Quando aprende a construir.

⁠O Brasil possui uma Economia de Incentivos. Pouquíssimos Países incentivam tanto a falência das Pequenas e Médias Empresas, quanto neste País.

A perda de espaço das línguas locais para a língua colonial ocorre em vários países africanos devido às políticas pós-independência de unidade nacional.

Quem critica Angola por usar o português esquece que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa partilha o mesmo dilema: a necessidade de usar a língua herdada para a administração e para a unidade nacional.

Caótica da geopolítica e tabuleiro.


Polarização dos países chamam atenção a transformação do cenário mundial. A economia americana sofre com política de guerra e saques no mundo,
O espolho transcende a atenção da desvalorização do dólar mundial se perde com as novas possibilidades novos parâmetros do capitalismo
Novos capítulos do BICS lançando uma moeda e adereços de negócios bilaterais dando um novo conceito dos donos do mundo.
Vemos aglomerados de países se unirem contra o monopólio americano.
Por sua vez o povo sofre com as político do maestro americano.
O custo de vida nas alturas o caos reina.
Alienação intelectual morre na fogueira da alienação social, enquanto outros pais sobreviver é uma virtude...

Deuses miticos da polinização da democracia atentam a soberania.
Roem os paises bebem o petróleo e a riquezas de um povo.
Fazem suas leis roem as almas e os espíritos cujo o ideal de liberdade é um jogo de futebol.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

Dos cerca de 200 países no mundo, apenas um detém o poder e controle sobre todos os outros, comodismo global!

Curioso como atribuem a culpa da guerra ao país agredido! Os EUA atacaram dezenas de países e nunca chamaram de guerra dos EUA!

A verdadeira historia da nação brasileira nunca foi contada verdadeiramente. Enquanto países de tamanho proporcional, como Estados Unidos da América teve desde o inicio uma politica de povoamento o Brasil continental desde o inicio teve uma politica sórdida de exploração. Hoje com alguns documentos e narrativas sobreviventes, e a própria cultura de resistência mulata, negra e indígena precisam serem reescritas. Advirto que o adjetivo mulato, nada tem haver com mula. Na verdade é um termo árabe - português, derivado da palavra "mulad" que eram os filhos mestiços de árabes com portugueses na época que o povo árabe ocupou a península ibérica.

Todos os países do mundo deveriam se sentir abençoados, prósperos e felizes hoje em dia, se seus representantes praticassem os divinos conselhos e cortassem o mal pela raiz.

"Todos os países com as suas estruturas em crise.
E muitos países vivendo de aparências,
parecendo que estão numa situação que não estão,
porque o abalo é mundial, a crise é mundial."


📖 "Universo em Desencanto"
(vol."225 do Histórico")
✍#ManoelJacinthoCoelho 🇧🇷




** "Universo em Desencanto" é uma vasta obra literária, composta por mais de mil volumes, escrita por Manoel Jacintho Coelho a partir de 1935, base da doutrina brasileira "Cultura Racional".
Ela propõe a "Imunização Racional", um conhecimento para o equilíbrio da mente humana, conectando o ser humano ao seu "Mundo de Origem" e promovendo o retorno ao estado de racional puro.

"Eu nunca quis, não quero e nunca serei seu amigo"


Eu transito.


Entre países,
fronteiras,
bairros,
cidades,
entre uma fumaça e outra,
entre amores que chegam
e amores que viram saudade.


Sou homem de passagem,
de mala, de rua, de miragem,
de beijo que acende a noite
e de adeus que muda a paisagem.


Acendo um cigarro
no Hard Rock Café de Santa Cruz de la Sierra
e, por alguns minutos,
me sinto como um deus.


Não porque conquistei alguém,
mas porque ninguém me pertence
e eu não pertenço a ninguém.


Em Letícia, na Colômbia,
danço cumbia amazônica
entre mulheres, fumaça e madrugada,
e descubro, mais uma vez,
que há coisas que acabam
sem jamais terem sido fracassadas.


Pedalo por São Paulo
e sou imbatível.


A cidade passa por mim,
os carros passam por mim,
as pessoas passam por mim,
e eu continuo.


Acendo um cigarro diante da Fundação Mario Benedetti
e a poesia me satisfaz.


Porque aprendi alguma coisa
sobre o amor,
sobre a vida
e sobre essa estranha mania humana
de chamar de definitivo
aquilo que nasceu transitório.


Eu sou rei na arte de transitar.


Sei chegar.
Sei partir.
Sei encontrar pessoas.
Sei reconhecer seus rostos anos depois
e fingir que o tempo não fez seu trabalho.


Grande parte das mulheres que conheci
dividiu comigo uma cama.


Hoje,
muitas são estranhas.


E tudo bem.


Não transformo o passado em mentira
só porque ele passou.


Houve amor.


Houve desejo.


Houve pele,
risada,
cigarro,
madrugada,
promessa que parecia eterna
até a manhã seguinte provar o contrário.


E depois?


Depois, seguimos.


Distintos.


Como duas gotas de água.


É assim que a vida me ensinou.


Eu não preciso possuir o que amei
para admitir que amei.


Não preciso voltar
para reconhecer que estive lá.


Não preciso transformar uma mulher que foi amor
em amiga
só para fingir que alguma coisa permaneceu.


E é aqui que você entra.


Porque eu nunca quis ser seu amigo.


Não naquela noite.


Não depois daquele beijo.


Não quando deitei ao seu lado.


Não quando imaginei você ao meu lado
para além de uma noite,
de um bar,
de uma cidade,
de uma estação.


Eu queria você.


Não sua amizade.


E eu não vou cometer agora
a covardia elegante
de chamar de amizade
aquilo que um dia chamei de amor.


Eu já tenho amigos.


Tenho muitos.


Tenho amigos suficientes
para encher uma mesa de bar.


Não me faz falta
mais uma cadeira.


Estou acostumado à solidão.


A solidão nunca me assustou.


Já atravessei fronteiras sozinho.
Já atravessei cidades sozinho.
Já atravessei países sozinho.
Já atravessei amores sozinho.


E sobrevivi.


Então não me ofereça
o prêmio de consolação.


Eu não quero.


O amor é arrogante.


Tão arrogante
que prefere perder
a fingir que ganhou.


Ele não aceita sobras.


Não aceita redução.


Não aceita que aquilo que desejou inteiro
seja apresentado depois
em pequenas porções
com o nome bonito de amizade.


Eu não quero a sua amizade
como quem recebe uma medalha
por ter perdido a guerra.


Prefiro a derrota limpa.


Prefiro a ausência verdadeira.


Prefiro que você passe por mim
num bar
acompanhada ou desacompanhada,
com alguém segurando sua mão
ou segurando apenas o próprio copo.


Já não me importa.


Você pode me cumprimentar.


Pode não cumprimentar.


Pode sorrir.


Pode seguir reto.


Pode estar com outro homem,
com outro amor,
com outra vida.


Nada disso me abala.


Porque o que me importa agora
não é ter você.


É não mentir sobre você.


Eu quis sua boca.


Quis sua presença.


Quis você ao meu lado.


E não vou fingir
que queria apenas uma amizade
porque foi isso que restou.


Não.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Sempre sem engano.


Porque a maior vitória
não é possuir aquilo que se deseja.


A maior vitória
é não se possuir pela mentira.


É poder perder alguém
sem perder a própria verdade.


Então vá.


Atravesse a rua.


Atravesse a cidade.


Atravesse a fronteira.


Faça da sua vida
o que quiser.


Eu farei da minha
o que sempre fiz:


transitarei.


Com meu cigarro.


Minha bicicleta.


Minha poesia.


Meus bares.


Minhas cidades.


Minhas mulheres.


Minha solidão.


E essa estranha capacidade
de amar profundamente
sem precisar transformar
todo amor perdido
em amizade.


Porque algumas pessoas
não foram feitas para permanecer.


Foram feitas para passar.


E algumas histórias
não precisam de amizade
depois do fim.


Precisam apenas
de honestidade.


Por isso,
se algum dia você me encontrar
naquela mesa de bar,


não procure uma cadeira vazia para mim.


Eu já aprendi a sentar sozinho.


E se quiser me chamar de amigo,


não.


Eu nunca quis.


Não quero.


E nunca serei.


Porque entre te perder
e me enganar,


eu escolho perder.


Entre a sua amizade
e a minha verdade,


eu escolho a verdade.


Entre ter você pela metade
e não ter você de jeito nenhum,


eu escolho o vazio.


Porque o vazio passa.


A mentira fica.


E eu,
que sou tão acostumado a partir,


não tenho medo de partir de você.


Tenho medo apenas
de permanecer
onde nunca quis estar.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Essa é a vitória.