Paisagem
O som das árvores na floresta ecoa,
A paisagem dos luares cobrindo a lagoa,
Cena sem magia para olhos distraídos,
Pela tecnologia, contaminados e feridos,
Sou a penúria da escassez
Que murmura
Sou o sentir da falta de sentimentos
Sou a paisagem da beleza
Enfeitada
Eu sou a sombra do próprio
Tormento!
Quero gastar as linhas traçadas na alma, e semear ao mundo...
Sou a minha própria paisagem...
E assisto, lentamente, a minha passagem...
Tudo no mundo é frágil e passa...
E é tão pura a paixão que me inunda...
Quanto o pudor dos que não pedem nada...
Ah!...
Digo...
Não terei mais desejos...
Perco tempo em gracejos...
Disperso meus sentimentos...
Mas a mim minto...
O suplício é lento...
E minha alma imortal cumpre a sua jura...
Sonhando e voando alto...
A felicidade existe...
Só em Deus...
Fora desse mundo...
Sandro Paschoal Nogueira
Passarinho…
E novamente te encontro
Nessa paisagem urbana
Que permaneça livre feliz
A salvo da maldade humana
É na solidão que admiramos a paisagem e refletimos sobre a vida, buscando caminhos e saídas para as mudanças de rumo.
Uma fala, um gesto, uma canção, uma paisagem, um semelhante que passa diante dos meus olhos tem o poder de me levar de volta ao passado ao rejuvenescer minha rica, mas envelhecida memória
Na linha do tempo dos lugares por onde piso, não me apego à nenhuma paisagem.
Me apego às pessoas.
Essa talvez seja a melhor parte.
Que a luz não seja somente um cenário de uma foto, ou simplesmente uma paisagem, mas que seja um sentimento transmitido a todo instante.
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