Paisagem
"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei.
Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei.
Não resisti, nas suas lembranças me lancei.
Lembrei-me de quando cada palavra sua, fazia-me dos seus sonhos, o rei.
Nem sobre as nuvens eu me senti tão perto do céu, como nas vezes em que te amei.
Vislumbrei a vastidão, me encantei com a beleza das coisas que o Deus fez.
Mas só vi perfeição na beleza do mundo, uma única vez.
Quando fitei os seus olhos e ali mesmo me apaixonei.
Ali, logo ali, eu não deveria, eu sei.
Mas nas lembranças, nos sonhos de contigo, uma vida, me lancei.
Eu era feliz, eu sei.
Mas na beleza do oceano, existe o seu eu profundo e aí existem perigos, eu sei.
O coração parvo, encantado, louco, enganado, não quis me ouvir, mas eu avisei.
Que seu amor era passageiro, como às nuvens aos meus pés, que a pouco narrei.
Ali em cima, eu vi o mundo, eu vi você, quem sabe Deus? Talvez.
Lembrei-me do seu olhar e como naquele dia, não resisti, eu gelei..." - EDSON, Wikney
A vida é uma viagem que nos leva aos lugares que decidimos ir. Então, relaxa e aproveita a paisagem!!!
Existir.
Paisagem na alma
muda diariamente
cutucam empurram
cada momento
alimento depois da fome
direção exata pertence a matemática
cultivar nossa alma
dos limites frouxos
sem nó
tempo chega...
venerável madura idade
Perigo
é não viver a própria vida
pensando o que outro vai pensar.
Tudo é vida, apreciar sua beleza, ovacionar suas cores, sentir seus aromas, agradecer pela paisagem e gozar do seu tempo.
Da sacada observo, as doces cores da paisagem, a quietude do domingo em meio aos anseios das construções, a chance de contemplar a luz do sol que sobrevive as frestas de obras colossais. Imerso entre a razão do concreto e inspirado pelo cheiro da mata, ambas tem suas razões e emoções, se complementam como ideias e ferramentas.
Paisagem da vida
Queria que você soubesse! O quanto gosto de você! Mesmo que seja por um instante! Mesmo que seja por uma palavra!
Mesmo que seja rápido e breve! Queria que soubesse o quando você é especial!
Tudo é tão breve! Tudo é tão breve!
Quando olho para trás! Já passou!
Fica a lembrança! Enquanto houver vida!
Há esperança! Há luz que ilumina um novo dia!
Há desejo que acalenta minha vontade!
Há sombra que descansa meu juízo!
Há uma nova possibilidade de afeto!
Há uma nova chance de tentar! Sentir!
Debochar! Queria te agradecer!
Por me dar a chance de viver!
Imagens de você - Renê Góis
(Direitos reservados)Composição: 03/09/2008
Existe uma paisagem ali.
O tom do entardecer,
Resquícios da manhã que se foi.
O dilema é discreto, exceto a noite que virá.
O vento que conduz pra lá, é o vento que retrai,
Mostrando sua arte no ar, sinuoso brincar,
Nos levando aonde quer que vá,
Sem destino exatamente.
Não vejo a hora de lhe falar das coisas
Que sinto por você. Prevendo o melhor pra no dois,
O que eu sempre quis. Garimpando imagens de você
Me faz mergulhar ainda mais, num mundo submerso
Das paixões que eu sempre quis.
Fico perto e afastado de mim
Quando estou perto de ti, que
Faz com que eu me sinta feliz
E triste do outro lado por não ter você
Pra mim.
O vento que conduz pra lá, é o vento que retrai,
Mostrando sua arte no ar. Sinuoso ao brincar,
Carregando-nos aonde quer que vá,
sem destino exatamente.
A cultura e a paisagem são belo de se ver,
preservar, registrar, memorizar...
As cores, as praias, os aromas e, as praças...
Mas, e o lado feio?
O feio precisa ser enxergado,
para o lado bonito ser valorizado.
Poluição, violência, criminalidade, só são pontos do lado feio.
Preferem não enxergar e não deixam ser enxergado.
É...Pós é, o lado bonito é gostoso de ser visto,
mas esquecer o lado feio é mesmo um pecado.
Pecado para nós como seres humanos,
pecado para o futuro.
Ver e enxergar é tão profundo como se pode imaginar,
o que adianta só avistar e não enxergar?
Não toma providencias é mesmo de se apavorar,
temos atitudes a toma, para o caos evitar.
O meu tédio é como se fosse uma paisagem sem cor, sem vida... Que se dá na variável do mais do mesmo;
Ou um choque anafilático sem as sensações derradeiras, nos intensos...
O meu tédio tem princípios cardíacos, nivelando um estado psíquico na entrega de um sentimento inventado!
Sinto a vontade de não ter vontades que me incluem na exclusão de um querer sem juízo.
Poeticamente falando, sou visto como um verso sereno, quanto um talento desperdiçado em qualquer canto;
Eu busco ser o meu próprio líder no qual, eu possa governar a mim mesmo, sem a liderança de ninguém!
Meu tédio, faz com que os meus pensamentos, se confundam com a razão de mim mesmo;
Porém a minha loucura tem tamanha coragem de entregar as únicas armas que eu possa lutar contra.
Talentos de peneirar todas as palavras pensadas e escrever o melhor delas;
Assim como a chuva transforma a paisagem da natureza, trazendo renovação e vida, que nossa fé tenha o poder de transformar nossa realidade, trazendo esperança, força e novas oportunidades. Que cada desafio seja uma oportunidade para florescer, guiados pela confiança no que está por vir.
À Ana Luiza
Aguardo você, minha paisagem, lua com estrelas ao entardecer.
Nem toda poesia de C. Drummond poderia te descrever.
A sua voz me naufraga, seu olhar me derruba.
Logo todavia, quem diria, cê me inspirou a escrever.
Uchiha? Seus olhos... Quero ser seu plano da lua.
Íris cor de chocolate âmbar, seus olhos me viciam.
Zona do horizonte de eventos, és minha órbita pura.
Amo olhar para o céu, sua constelação me ilumina.
"A vida é como uma paisagem vasta e diversificada, onde cada perspectiva oferece uma nova paisagem para explorar. Ao abraçarmos diferentes pontos de vista, expandimos nossos horizontes e enriquecemos nossa jornada com uma variedade de experiências e aprendizados."
Raphael Denizart
A Montanha e seus caminhos
Tudo inicia quando a paisagem começa a mudar
Ela começa a te espiar
Passando ao lado e sabendo que vão se encontrar
O caminho envolve curvas
As curvas suavizam o árido
O árido muda com o caminho
Ao pé dela se depara com a estrada
Na estrada de terreno seco e macio
Olha para cima e os olhos se cruzam
Lá está ela, sorriso aberto
A trilha atraí, puxa, deita aos pés
O coração pulsa antes mesmo do esforço
A subida começa devagar e vai se inclinando
Vai se fechando
A montanha lambe as pernas
Beija os braços
Envolve os corpos
Pedras, terras, galhos, flores, mato
Bichos, animais reverenciam a passagem
Sons, silêncios, olhares, suores
Respira o hálito gostoso da boca
Impulsionado pelo pulmão
No topo se encontram
Olhos se encontram
Corpos se encontram
Almas se encontram
Na descida, entrelaçar de peles
Pele do corpo, pele da montanha
As pedras cortam a pele e as seivas se misturam
No vale corre a água
Jorra a água
Gozam os líquidos e energias se trocam
As horas param
E já não são mais o que foram
Nem tu nem a montanha
A volta é tranquila, relaxada
Últimos toques
O sol se vai
A felicidade entranha o corpo e alma
A saudade fica para de novo se encontrarem
A trilha vai se abrindo
A estrada aparece
O caminho vai mudando
As curvas levam ao árido
Ela te espiando a passar
Cada vez mais longe
Olhar profundo e sereno
Olhar novo de quem já não é o mesmo
Mudaram, trocaram e deixaram um pedaço de si para o outro
Adaptado de
Paisagem da Janela
Beto Guedes
Da janela lateral do quarto de dormir
Vejo a natureza um sinal de glória Vejo muitas árvores e no vôo um pássaro
Vejo um agrado e um velho sinal Mensageiro natural, de coisas naturais
Quando eu falava dessas flores belas
Quando eu falava desse arrepio
Quando eu falava desta chuva linda Você não escutou
Você não quer acreditar, mas isto é tão normal
Você não quer acreditar, e eu apenas era ... Cavaleiro marginal, lavado em ribeirão
Cavaleiro negro que viveu mistérios Cavaleiro branco e senhor de árvores
Sem querer descanso nem dominical
Cavaleiro marginal banhado em ribeirão Conheci as serras e os morros intrépidos
Conheci as águas e suas cachoeiras
Quando olhava da janela lateral Do Quarto de Dormir
- Relacionados
- Paisagem poema
