Pai Nao Entende nada
Trate com indiferença quem se acha diferente de alguém. Porque se você tratar igualmente nada de diferente ele terá, nem mesmo o tratamento que merece.
Que sensação ruim, um turbilhão de sentimentos misturados pelo amor, ódio, raiva. Nada acontece por acaso, tudo tem os seus motivos para ter acontecido, a vida é muito bela para desperdiça-la lamento o que já não faz parte da nossa vida, pode ter sido intenso porém não foi intenso para enfrentar as provas que a vida oferece para provar se é verdadeiro ou não. Como sempre falei, a vida é muito generosa porém ela saber muito bem tirar o que ela colocou na sua vida.
"Nada que é fácil dura tempo suficiente para ser eterno, tudo que é fácil, é rápido em todos os sentidos, até mesmo, para chegar ao fim"
"E se de repente, do nada, achar que é amor...deixe-se envolver...entregue-se ao momento! A vida é curta demais para a desperdiçarmos! Nunca jogue fora um momento! É com ele que fazemos a nossa história...e mais importante: Nunca se arrependa de o ter vivido!"
"Um caminho a percorrer, uma vida para completar e muitos sentimentos...nada é gratuito, tudo tem que ser conquistado! Muitas vezes nem damos conta do que perdemos, do que ficou para trás por viver. Nada de arrependimentos...se alguns pedaços de vida nos passaram ao lado é porque não eram nossos, de certeza que não nos pertenciam. Agarremos o que temos pela frente e vivamo-lo intensamente sem que o arrependimento ou a dúvida nos faça sombra. Só assim poderemos desfrutar do que a vida (tão curta) nos oferece!"
"Podem passar sem vermos um amigo, mas quando a amizade é verdadeira, nada muda, passe o tempo que passar! Entre risos, choros, lamentos e desabafos, seremos sempre lembrados e falados...simplesmente porque nos importamos...simplesmente porque somos amigos!"
Apesar da grande distância que me separa de muitos amigos, para não falar da família, não há semana que não fale neles, ou lembre muitas das nossas histórias. Os meus amigos, fazem parte integrante da minha vida, da minha história. Jamais se pode esquecer um amigo! Na verdade, os nossos amigos de coração e verdadeiros, são a família que escolhemos. Muitas vezes, sentimo-nos muito mais chegados a alguns deles do que a certos familiares de sangue. Os meus amigos, são sem alguma duvida, um dos meus maiores tesouros!
Nada retorna... nem mesmo as lembranças.
Eu aqui solitário... tu pelo mundo sem mim.
Percorro caminhos de caos e poesia
só caminhos já percorridos... conhecidos.
Tenho tanto medo de te perder...
que não quero nunca mais te ter.
Faço tudo sempre igual...
de tudo tenho o controle total.
Uma hora ou outra todos os finais adiados irão se concretizar, nada pode durar pra sempre. Que façamos então uma boa escolha, que não percamos tempo e que vivamos o luto uma vez só, para que fantasmas do passado nunca ofusquem nosso futuro.
Mais complicadas que perfeitinhas!
Seu antigo amor e você,
no mesmo lugar...
e do nada,
seu próprio olhar te trai
e pra complicar,
o dele atrai
e seu sorriso,
pra ele vai,
de sua cara,
feliz escapa.
E você pensa:
- Mereço um tapa!
E ele pensa:
- Não me maltrata.
E você segue,
descoordenada.
Foge pra longe,
desesperada.
Quer se salvar,
manter a guarda,
daquele amor,
que por ti,
ele guarda.
O coração que bateu rápido
Também parou sem nada dizer
Encheu a alma de esperança
Quando sua voz o fez tremer
Ao menos escrevo
Continuo fria e dispersa. Colocara a culpa no medo, agora coloco na covardia. Nada se aproxima dos planos de menina, nem dos planos “menos menina”. E o que eu queria era ter palavras para mentir que estava vedada e não vi as coisas acontecem (nem vi a verdade contida nos meus anseios).
Desejava namorar alguém que me fizesse explodir de paixão (desatada em olhos alheios). Desejava ter ciúmes. Desejava morrer de ciúmes, sem bem conseguir dormir; pasmar de amor, sem conformismo e com ingenuidade; passar dia, noite, e madrugada com o pensamento preso, em horas soltas; roer as unhas de ansiedade para aquele alguém chegar, de ansiedade para saber se o futuro imitará o presente na sensação de que, todos os dias, a felicidade será buscada, ainda que dolorosamente. Desejava ser castigada pela força de vontade em não esmorecer.
Desejava imaginar coisas ridículas; não perder traços de ímpetos infantis enquanto (incomensuravelmente) apaixonada. Desejava dois minutos de apreciação, depois de horas de saudade.
Desejava, e desejava tanto. Mas não esperava que o desejo precisasse ser confeccionado com as minhas mãos.
Não esperava lágrimas de espera - de espera vazia (mesmo depois das lágrimas). Não esperava o costume dos meus olhos e o compensar do meu coração; que a mágoa viesse seca a ponto de ser narrada e escrita no papel, e que atribuiria a culpa do meu mau desempenho, frente ao que aspiro, a mim mesma!
Não esperava que minhas metas tornariam-se objeções vivas, vivas e latentes, racionais e distantes. São tão minhas as metas... Não porque são únicas, mas porque os sintomas, as reações que causam, são tão minhas!
O presente nada mais é que uma oportunidade de projetar o que há de vir. O presente que não é uma condição para o futuro, não é o meu tempo. É minha náusea.
Sinto-me livre, porque já vivi acorrentada à angústia de dizer - ainda angustio respostas pendentes com esforços que não bastaram para alcançar os desejos graves e intensos, sem repouso, sem ornamentos.
Esperava, pois não tivera hora marcada com os acontecimentos.
Agora é sim, ou não: Nada entre, nada mais.
