Pai Nao Entende nada
Criador
No princípio era o vácuo! Era o nada sem ser nada! Isto é, era o quântico! Mas é impossível numa lógica racional o vácuo existir como nada, num contexto de causa e efeito. Então vamos mais longe. Antes de tudo ( na física Quântica, no vácuo), era o "todo", como o todo, independentemente das leis do próprio vácuo. Mas que na sua consciência, as tinha em si próprio, sem no entanto elas serem o" todo"! Então antes de tudo, era o "todo Absoluto"!
E o todo ou absoluto, este sim como Deus, criou tudo, sem que ele fosse criado, mas sempre existiu antes do espaço, eternidade e tempo. A consciência ou verbo originou tudo o que foi criado. E ele não criado, apenas criador. Ele sim é origem de tudo. Não foi de outro modo, mas sim deste modo. Pois o nada, nunca foi nada. Isto é totalmente impossível! Ou seja a bíblia é a verdade! Quem criou tudo foi Deus, com uma vontade própria. Mais do que isto é impossível compreender " a origem daquele que não tem origem, que sempre foi o " Eu sou "! Sem que neste momento nós consciências criadas, possamos compreender o que na linha do espaço, eternidade e tempo, foi criado. Muito mais longe de nós, está acessível, compreender aquele que é" Deus"!
Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.
O que esperar do homem ?
O que esperar do homem ?
Sinceramente vou dizer:Nada.
Nada eles tem para nos oferecer.
Me referindo aos que dizem ser o nossos representantes, nas câmaras municipais, estaduais e federais, nosenado e no Planalto,não vejo nada do que eu, venha ter orgulho.
Se eles fossem verdadeiramente os nossos representantes, não nos dava um mísero salário enquanto eles estão bem financeiramente.
Vejo os caras de pau, saindo como presidente de associação de bairros, fazem alianças com políticos veteranos e logo, logo estão em nossa porta apertado a nossa mão, beijando os nossos filhos e nos chamando de irmãos.
Bebem água em nossas canecas e comem o nosso tira-gosto e depois sabe o que eles fazem ?
Lavavam bem às mãos e esfregam bem o rosto.
O povo não acorda para tomar uma decisão, estão sempre elegendo o mesmo ladrão.
Seja nas câmaras municipais, seja no governo municipal, ou estadual. Uma coisa tenho certeza: São tremendos cara de pau.
Sobre a vida: Dizem que a resposta está na luz no fim do túnel. E eu aqui, olhando para o nada, fingindo entender tudo.
Muitos podem disfarçar suas intenções diante dos outros, mas diante de Deus nada permanece oculto, pois Ele não se impressiona com aparências nem com palavras, e sim com a verdade que habita em cada coração.
É SOBRE SABER AMAR...
Sobre se doar para o outro sem pedir nada em troca
Sobre simplesmente estar do lado assistindo ao pôr do sol juntos
Sobre ir para a praia de noite, esticar a manta e contemplar as estrelas juntos
Sobre pesquisar a hora exata que a lua nasce e procurar o melhor lugar para vê-la nascer no mar e registrar esse momento juntos
Sobre caminhar de mãos dadas na beira do mar jogar conversa fora e rir a toa juntos
Sobre preparar nosso jantar ouvindo música e quando sua música favorita tocar, aumentar o som e dançar juntos
Sobre ter maturidade suficiente para entender que não existe perfeição e enaltecer as qualidades, aceitar os defeitos e saber conviver com eles
Sobre entender que todos têm suas limitações, saber respeitá-las e aprender com elas
Sobre olhar junto para o mesmo horizonte e caminhar junto com o mesmo objetivo
É sobre compreender que a tarefa não é fácil, mas se possível suavizá-la, tornando-a leve e gostosa de viver!
Alma
O tempo vai,
o tempo passa.
Depois… o que vai ficar?
Nada.
Somente aquilo
que ousou pensar
no que permanecia.
Bom dia, amor da minha vida. Você sabe que te amo mais do que tudo nesse mundo. Nada se compara à felicidade que é ter você logo nas primeiras horas do dia. O seu abraço me dá as boas-vindas a cada novo amanhecer. O seu beijo me inspira e fortalece. Um ótimo dia para nós que Deus nós abençoe sempre
Se a vontade de vencer for maior que o obstáculo que está a sua frente, nada vai te parar, basta acreditar.
Doeu tanto, mas passou. Tudo nessa vida passa. Nada é para sempre, nem o amor, nem o ódio. Tudo acaba e tem seu final.
No início, nada parecia fazer sentido. As paredes respiravam silêncio, as janelas guardavam ventos antigos e o chão, sem pressa, recolhia sombras como quem cole uma memória perdida. Havia um rumor sem origem, um eco suspenso, e no centro desse estranho equilíbrio caminhava o tempo, o Cronos, com seus pés invisíveis, costurando instantes sobre a carne do mundo.
Tudo era confuso apenas para os olhos apressados. Porque o caos, quando visto de perto, parece ruína; mas, quando atravessado pela alma, revela desenho. O Cronos não destruía: lapidava. Tirava nomes, mudava formas, envelhecia certezas, para que o essencial pudesse emergir sem ornamento. Era ele quem partia as horas para que delas nascessem sentido, saudade, retorno e transformação.
Então compreendi que o início não era ausência de lógica, mas excesso de mistério. Nada parecia encaixar porque tudo estava vivo demais, pulsando antes da forma. E o maior sentido estava justamente nisso: no invisível alinhamento entre perda e descoberta, entre demora e revelação, entre o que termina em nós e o que, pelo tempo, finalmente começa. Como rio secreto, Cronos sorria no escuro, sabendo que cada desencontro também era destino antigo.
