Pai Nao Entende nada
O niilista diz que nada tem sentido, mas passa o dia todo tentando convencer os outros disso, isso prova que até o "nada" precisa de plateia.
O niilismo te liberta de deus, mas te aprisiona no nada; o humanismo te liberta de ambos, te dando a única coisa real: a responsabilidade.
Nada é mais agressivo à inteligência do que a ideia duma vida eterna sob o comando dum ser que exige louvor constante; se o cristianismo é real, a destruição definitiva da minha consciência é o maior prêmio de liberdade que eu poderia receber.
Eu vencerei todos os deuses e demônios vivendo a melhor vida possível. Nada do que prometem supera o que conquistei nesta única vida.
Se deus existe, nada o impede de dar espírito a uma cadeira ou a uma máquina com inteligência artificial.
Teísmo: a crença de que um deus brotou do nada absoluto, sem causa, sem explicação, e, com esse mesmo nada, fabricou o universo inteiro. Esse mesmo deus, curiosamente, age como um tirano cósmico: já exterminou a humanidade afogada, exige 10% do seu salário em vida e, depois de morto, oferece como “recompensa” uma eternidade de adoração obrigatória. Liberdade zero. Questionamento zero. Ou você bajula para sempre, ou é descartado.
Se Jesus morreu pelos pecados, então por que absolutamente nada mudou? Ainda há muitos pecados, e mais do que antes...
Nada impede que o maior gênio seja tolo, que cometa erros grosseiros e tome decisões erradas. Até os mais inteligentes se perdem quando se apegam a ideias fixas, incapazes de questioná-las. Dogmas são o caminho para a burrice."
A dor e sofrimento corrompem
aqueles que já nada têm a perder,
e os tornam fortes, forja-os,
na ânsia de um objetivo que os cega,
apagando memórias do que um dia
lhes trouxe paz e sentido.
Assim nascem vilçoes, não por escolha plena,
mas por caminhos feridos,
em um mundo que já lhes permitiu
sentir a delicadeza do amor,
antes que tudo se perdesse
no peso da própria dor.
O pré-concebido é o preconceito explicado. Nada mais é do que conceber uma ideia sem ter o real conhecimento dos fatos. Todos nós temos isso, mas, quando nos permitimos conhecer, esse preconcebido passa a ser apenas algo que ficou na concepção da primeira impressão, que não necessariamente corresponde à realidade dos fatos. É o que chamamos na filosofia de falso senso ou senso comum. Permitir-se conhecer a realidade é preocupar-se com a preservação da verdade.
Um querer mórbido:
"A couve flor dos fatos,
nada mais
causa embaraço
e é minha
toda minha
a maneira
de pontuar-te,
ponderar-te
ensaiar-te:
"Teatro de loucura,
solidão sem encarte!
Nada é mais nojento que um homem casado em estado de caça por uma ilusão diversa. É patético a deslealdade. O fruto dos insensatos.
