Pai e Mae Importancia na minha Vida
08\06\09 - 19:54 -> Mae chorou hoje de novo por causa do emprego na prefeitura. To esgotada. Mas a Daia ta aqui no skype me ajudando, como sempre. Ela é a luz da minha vida. Não sei o que faria sem ela.
Você sabe por que a gente acredita no amor da mãe?
Porque ela nos quer feliz.
Torce pela gente, mesmo sabendo que a gente vai embora,
mesmo sabendo que não vai estar perto dela, ela torce pra
que a gente vá pra longe, vença, e seja feliz. Não existe egoísmo,
não existe posse, não existe o meu querer acima de todas as coisas.
Ela nos faz a pessoa mais importe. Mais importante que ela.
Mãe preguntou a filho a repeito da fachina diária.
_Sim , tu não lavou o pano!
Ele respondeu :
_Lavei , mas só que ele ficou com manchas de sujo.
Mais que mãe e filhas, somos amigas e companheiras de toda hora. Não carregamos signos nem qualquer coisa que possa remeter a se dar ou não bem umas com as outras. Somos únicas e particulares. A receita é o amor e a paciência. O resto são meras palavras de pessoas que esquecem de sentir de verdade e tentam explicar o que não tem explicação.
MÃE
E ela quem cuida e te protege
Faz tudo que você quer
Ela é guerreira é parceira
Maior de todas as mulheres
Um poço de carinho e de amor
É ela que carregar a sua cruz
Pra você não sentir dor
Lhe defende de qualquer mal
É o ser que te conduz
Ela clareia os seus passos
É um anjo é sua luz
Quantas noites que perdeu para garantir seu sono
Muitas vivem em asilos num total abandono
Eu sempre serei grato por sua proteção materna
Porque toda mãe, elas tem que ser eterna
Valorize enquanto tem, amanha podes perder
Oh mãe!
A referência maior neste mundo que eu tenho é você
Ser Mãe é uma sublime missão dada por
Deus, que dividiu com ela o ato da criação!Nenhum dicionário do mundo é capaz de expressar a beleza e a força do amor de uma mãe.Tudo é incerto neste mundo menos o amor de Deus e de uma mãe com seus filhos , um amor mais forte que tudo, mais duradouro que existe e simplesmente incondicional.
MULHERES DE TODOS OS SEGREDOS
Mulher nova!
Mulher mãe!
Mulher sem compromisso!
Mulheres de todas as graças!
E de todos os credos!
Mulher fácil em vida difícil,
De encontros mil
E de várias combinações.
Faz da vergonha a sua coragem,
E, da coragem, a imprudência,
Vendendo emoções,
Sem cabresto e sem afeição.
Cobre com o véu da penúria
As incertezas de uma vida
Cheia de espinhos
E segredos mil.
Guarda a tristeza,
E segue em frente,
De sorriso em sorriso,
Driblando as emoções,
Confrontando com
As vicissitudes de um ofício,
Sonhando, quem sabe,
Almejar uma nova vida
E encontrar em um novo amanhã
Um novo alicerce,
Uma nova luz,
Na certeza
De quem com o manto
O céu já cobriu.
“Hino 2
Dos filhos deste solo, és mãe gentil , pátria amada Brasil...
Somos hereditariamente do pó ou solo da mãe terra.
Somos o melhor fruto e esplendorosamente maior que, o fruto teu também mais podre que insiste em contaminar os frutos bons.
Porém e ainda que se perdure uma dor ou tristeza, isso também chegará ao fim.
Somos resistentes,
Somos teimosos e ainda que deitados vivos, e fazemos algo pra continuar a subida, a evolução.
O hino, a música são as cifras do Universo e entoadas por acordes universais onde faz vibrar o tino da alma, alegrando não apenas uma constelação; mas alegrando uma galaxia de milhões de seres, em que vem confirmar
aquele algo em que confirmamos em que somos seres espirituais em plena evolução, por emocionarmos com as cifras celestiais,”
Ser mãe do mundo
Tantas preocupações válidas
Ser preenchida por um sorriso
Destruída por um adeus
Amada por existir
Ter um propósito não egoísta
Ser anjo no escuro.
A mãe do cretino ocasional ou crônico é que sofre, pois ela acaba sendo acusada de uma profissão que nunca teve.
“Sou uma mãe
Que no meu jardim
Existem milhões de flores
Mas só tu meu amor 🌹
És uma flor de rara beleza”
Mãe Nossa que estás em tudo e em todo o lado, preservado seja o teu nome e o teu corpo por todos nós, venha a nós a tua generosidade e sabedoria, seja feita a tua vontade sobre a nossa, assim na Terra como no Universo, e que o pão e a água nunca nos faltem, por nossa culpa. Perdoa o nosso desrespeito, incúria e ganância, assim como nós nos perdoamos por te termos ofendido, e não nos deixes cair na extinção e livra-nos do fim.
A natureza é nossa segunda mãe, precisamos respeitá-la, pois nos dá o alimento, a água e o ar. Ela quando quer nos ensinar a obedecer, mostra a sua força.
POESIA MARGINAL
"MAIS UMA VIATURA MAIS UMA MAE
COM SEU FILHO MORTO EM SEUS BRAÇOS,DENTRO DE UM CARRO,SEM
NINGUEM PRA AJUDAR,E SEMPRE ALGUEM PRA ATRAPALHAR,CELULARES
FILMANDO,VIDEO NAS REDES SOCIAIS
E A MAE CHORANDO,SEM SABER OQ FAZER,PAIS CORRUPTO,PAIS DE 3º MUNDO,,E SEM ESCOLAS PRA APRENDER O QUAO A VIDA E DIFICIL,E A DIFICULDADE AFLINGINDO,pais onde poetas sao discriminados,onde a verdade nao pode ser contada,porque se for vai ser manipulada,so pra gerar ibope,Pais ladrao,onde o povo consegue dinheiro e os politico passa a mao,poesia veio pra contar algumas verdades que o povo nao conseguiu falar e algumas verdades veridicas q consegui recitar"
“Acredite!! A paciência é a mãe da sabedoria, mesmo que o desespero bata à sua porta ela será tua companhia”
Tinha domingo que era dia de receber visita. E elas chegavam logo cedo. Parece que a mãe da gente tinha algum pressentimento nesse dia. Levanta que vai chegar gente! Ela falava enquanto preparava a massa para os beijus de tapioca. Acordava todo mundo logo cedo, dava café da manhã, ariava as vasilhas na pia, colocava naqueles suporte de ferro de pendurar panela e dava rapidinho aquele trato caprichado na casa. A mãe mandava o pai na feira comprar umas coisinhas, enquanto a gente arrumava as camas e dava uma "barrida" no terreiro. Era tiro e queda, não sei como ela acertava. Não tínhamos telefone, nem o fixo nem nada, e mesmo assim, ela parecia que tinha recebido um e-mail ou zap zap informando que fulano ia lá.
Umas 10h e pouco a gente ouvia o bater de palmas lá no portão. Chegavam entrando, assim, sem protocolo nem nada. Ô de casa! Eram o tio dela, ou primo do meu pai, ou irmão de alguém ou ex-vizinho... era alguém conhecido que chegava com a família pra passar o dia. À pés mesmo, nada de chegar de carro, desciam do ônibus em alguma parada próxima e iam cruzando a poeira solta, preocupados em chegar limpos. Chegavam cedo que era pra dar tempo de ajeitar um melhorado pro almoço. Põe água no feijão! Alguém já gritava lá do portão afora. A gente, menino do mato, ficava observando aqueles abraços e recomendações lá da janela, de butuca, igual bicho, morrendo de vergonha de depois ter que ir na sala pedir a benção. Era regra: Menino, pede bênção pra fulano. A gente estendia a mão ganhava a benção e uma bagunçada caprichada no cabelo, ia de brinde. Quando vinham outras crianças que a gente não tinha intimidade, era pior ainda. Mais bicho do mato a gente ficava. As mulheres se apressavam e já iam na cozinha ajeitar um cafezinho e uma água gelada pro povo e os homens ficavam na área da frente falando dos parentes distantes e ouvindo meu pai falar das futuras reformas que queria fazer na casa. Quase sempre, quem visitava levava uma "lembrancinha" que trouxera de algum lugar. Uma lata de farofa, uma rapadura, um queijo, um docinho de leite, uma linguiça caipira, um pedaço de carne de caça ou até mesmo uma carta de um parente distante...Essas coisas que a gente que é da roça dá valor.
Domingo era dia de visita. A casa ficava alegre com tanta gente. A gente ficava de ouvido ligado nas conversas e fofocas dos adultos se atualizando das novidades familiares. A gente podia até "assuntar" os assuntos, mas ai de nós se intrometesse na conversa, já ganhava aquele olhar de reprovação do pai. A mãe com a visita na cozinha já providenciava a tal "água no feijão". Era dia de almoço gostoso, com toda certeza. Os adultos falavam do dia-a-dia na lida da vida, ouviam umas modas no radinho, falavam de sonhos futuros, falavam mal do governo e iam emendando prosa atrás de prosa. A meninada ficava por ali na área da frente, jogando uma bola ou inventando alguma brincadeira em que todos pudessem participar. Apesar da "bichodomatice" a gente se introsava e fazia amizade bem rápido. Quando o cheiro de comida boa começava o tomar de conta, o pai ou, geralmente, a visita tirava uns trocados da carteira e mandava a gente ir comprar umas barés ali na padaria da esquina. Aí sim eu via vantagem. Almoço servido, conversa animada, panelas cheias. A gente era muito feliz com bem pouco. Não era raro o dia de duas visitas no mesmo dia, a casa enchia mais ainda. Onde comem dois, comem três e põe mais água no feijão. Nos dias de sorte, o senhor que vendia quebra-queixo ou o do algodão-doce passava gritando em frente às casas, meninada eufórica, adultos felizes, sobremesa garantida. Era baratinho, umas moedinhas e aquele doce que faz criança sorrir estava em nossas mãos. Acho que visitas só iam na casa dos outros em dias de pagamento, pois eram bem generosos.
Meio de tarde, tinha café coado, biscoito de polvilho frito, conversas, dominó, lembranças, uma foto na máquina "love" (que a gente só veria um mês depois) e por fim as despedidas. Desejavam boa semana uns aos outros. Agradeciam a Deus pela recepção. Agradeciam a Deus pela visita. Agradeciam a partilha do pouco que tinham, que se tornara fartura à mesa. Agradeciam pelos momentos de alegria. Com meu pai e minha mãe, aprendi a agradecer por tudo, pois era assim que eles faziam. Final de visita, pede benção pra se despedir, cabelo bagunçado de novo, alma abençoada novamente. Família feliz. Era o domingo da gente. Amém. Dia de domingo era dia de visita. Pães multiplicados, laços familiares ressuscitados. Tudo era bênção. Acho até que Deus nos visitava também.
Põe mais água no feijão minha gente!
Soneto : ( Ilusão Real
Paraíba do Sul, cidade muito boa, mãe
Abundância verde verte fauna viva
Ar suave, o vento na mata ou não mata
Posso ver. Ondas de vento (pr'esse surfista)
A mente do cidadão é pequena semente
No trato com os outros
O estresse tem nível baixo rente ao chão
Infelizmente alado de ilusão no céu
Muitos escolhem parecerem bem perecerem
Mais abastados, como se bastasse
Andar de carro e moto mas cozinhar na lenha
Ou exibir bens de consumo com sumido
Mas se alimentar de cesta-básica, alí mente
"Comer e vestir, estar rei, contente com isso"
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