Outra vez
Recomece tudo outra vez, nunca tenha preguiça para recomeçar um novo trabalho, ou uma nova experiência de vida. Ninguém aqui pode avaliar os perrengues que já passei, cai me levantei, me arrastei, rastejei, quase morri, por um amor incondicional à mim mesma. “Ame a si próprio, e depois ao seu próximo”.
Quando a noite vem,
Penso: por que acabou?
Mas no descanso do sono,
O dia nasceu outra vez...
Vida nova se inicia,
Na luz do amanhecer,
Esperança renasce,
Promessas a florescer.
Cléber Novais
Soneto de realidade
Outra vez uma história mal contada...
E acada frágil argumentolançado,
quebro, como umvaso despedaçado,
retrato da minha alma machucada...
A decepção bruscamente instaurada...
O afeto assim se fez, menosprezado,
a confiança, este bem tão estimado,
destruída, implodida; reduzida a nada...
Humilhado, sem ter tidoo ônus de errar,
iludido, perdido no limbo desse ínterim,
até sentir o açoite da traição aestalar...
Respiro consternado, perante o fim,
quizera eu, apenas a utopia de amar,
sem que fosse usado isso, contra mim.
Quem me dera
Ao menos outra vez
Ter denovo aquele abraço
Que entreguei a quem
Conseguiu me convencer
Que a nossa amizade
Valia mais que tudo que eu tinha...
(Inspirado em uma música indígena)
eU sEi
Vê se acorda agora...
e lembra outra vez de nós,
O jeito que eu falo do teu olhar
Já não sei mais, eu sei...
O que eu vou dizer? Já disse
O que eu vou pensar? Eu vejo
To com o meu jeito solto
Espero te agradar...
Como?
Te agradar me faz tão bem
enquanto eu, também
POETA DOIDO
de sonhos loucos
como desafios soltos
Eu realizo todos
enquanto não te ter
é outro...
Deixou de ser sonho
Deixou de ser desafio
O agora é minha realização de ontem
e te ter é a de amanhã.
Quem sabe?!
EU SEI
Deixe-me encher bem
Os meus olhos de ti;
Para que não me falte o prazer...
Até ver-te outra vez.
Assim, mesmo fechados...
Lembrar-me-ei; sonharei acordado...
Manterei a esperança de estar contigo...
Sempre ao meu lado.
O muro
Ergueu-se imponente outra vez
Pois dantes por mim derrubado
Agora me fita em silêncio cruel
Com tijolos frios e passado selado
O que um dia tornou-se ruínas
Assombrou-me com sua ausência
Vulnerável ao vento frio da noite
E a solidão soprou sua sentença
Eis que ergue-se por instinto
Pois caído ao chão não protegeu
Recolhe triste os cacos do tempo
E guarda a dor de quem cedeu
Vomite teu estrelismo, esvazie_se do ego infame
Tente sentir outra vez teus pés no chão
Não há uma redoma de vidro ao teu redor
Como as outras pessoas, tú és falho e pecador
O que há, é um telhado de vidro sobre você
É provável que todos têm, não é?
Ou tú és santo, uma Madre Tereza de Caucutá?
Viver a vida
Existem coisas que a gente gostaria de viver outra vez , outra vez, outra vez...
E outras, que outra vez gostaríamos de esquecer.
Quem falou que eu quero vencer na vida?
Não, eu quero viver a vida.
Eu não quero competir com meus irmãos
Eu quero compartilhar...
Não existe ninguém melhor que ninguém
Posso até fazer melhor uma determinada coisa
Mas há quem seja melhor que eu em outra
Competição segrega.
O tempo é curto, é melhor perder tempo se iludindo outra vez, do que sofrer por não ser correspondido.
Você para sempre
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim, vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua, vou tentar não sofrer.
Mesmo assim vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro, sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração para sempre.
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua vou tentar não sofrer.
Mesmo assim, vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração pra sempre.
O céu de hoje é laranja
Montanhas que se misturam entre nuvens
Escrevo outra vez o meu futuro
Com sabor de deserto
Eu sinto falta desses ventos
Sua voz ecoa na imensidão desses montes
Tua grandeza nos grãos de areia
Agora sou escriba, my husband and ouro سليل...
"A menos que te tornes outra vez criança não poderás entender os mistérios de Deus"
Uma paráfrase da essência espiritual do Cristo, ao crescer, segundo Rousseau, nos tornamos maus, nos afastamos da bondade nata da qual fomos dotados por Deus ao nascer.
A humildade de uma criança, seu encanto com a vida e com as coisas simples, sua capacidade de perdoar, tudo isto se perde com o tempo, então nos embrutecemos com a convivência diária com a estupidez do mundo e com a injustiça praticada pelo homem em nossa volta. Então para voltar ao estado de divindade e inocência requer aproximação de Deus, isto pode ser feito de modo prático por meio de uma de religião sem hipocrisia.
Todavia, há uma maneira exemplar para se conseguir este milagre: Se aproxime das crianças, sendo pai, avô, tio ou professor, imite sua conduta, pratique a humildade e aprenda a dar sem interesse, aceite as normas da vida, sobretudo da justiça de Deus, observando o nascer e morrer, as transformações dos seres vivos que compreendem toda a natureza de Deus. Seja criança outras vez.
Estou evocando outra vez, o super homem, o anti-semita-cristão, pois ser complacente com covarde e ingrato é fraqueza moral, incapacidade de amar a si próprio...
