Ouro
Não procures beleza,em meu rosto,e tão pouco ouro terei. pois o que ofereço é um bem maior! E Estou tão longe da perfeição?. Perfeição essa que só existe em sonhos. E no encontrar de duas almas, assim direi a ti; Olhe em olhos,e encontrarás a verdade! E de minha boca palavras de verdade ouviras; Busquai, compreender minhas palavras, pois elas são verdadeiras!. Não procureis sombras onde há luz. Não procureis pedras na estrada que te ofereço. Pois essa estrada já preparei ela há muito tempo. Queres encontrar o caminho da felicidade! Segure minha mão! quer encontrar o amor! Ofereço o meu amor? Amor esse que transborda em meu peito! E que procura apenas encontrar um coração que apenas deseja amar.
Resumão da Graça segundo:
Neopentecostais: Você é ouro puro de Orfir e não merece a morte, apenas dizime e oferte.
Liberais: Não importa o que você merece, Deus te salva.
Pentecostais: Você merece a morte, mas se você aceitar Jesus e obedecer nossos usos e costume, você poderá ser salvo.
Hipergracistas: Você é o ponto fraco de Deus, depois da cruz não existe mais pecado, agora você está trabalhando para reinar.
Calvinistas: Você merece a morte, mas se vc foi predestinado arbitrariamente, não importa o que você faça ou deixe de fazer, uma vez salvo, salvo para sempre.
Arminianos: Você merece a morte, creia em Jesus, permaneça fiel e receba a vida.
Uma Cronologia do Declínio do Cristianismo:
Cristianismo até o 3º Século (Período de Ouro).
Constatinização do Cristianismo.
Catolicismo.
Agostinianismo.
Ressurgimento do Monergismo Rígido (Maniqueísmo).
Calvinismo.
Liberalismo Teológico (Friedrich Schleiermacher teólogo calvinista).
Crítica textual.
Falidade Bíblica.
Nascimento virginal negado.
Divindade negada.
Ressureição negada.
Expiação negada.
Cessacionismo.
Milagres negados.
Ateísmo.
Fim do Cristianismo na Europa e USA.
Pense nisso e tente ter uma ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Quando será que os profetas que tem visão de anjos, bola de fogo, bandeja de ouro, porta aberta... vão ter visões de vidas morrendo do lado de fora, nas ruas da cidade?
O Ouro Verde da Fronteira
Nas margens da Laguna Punta Porã, onde o Brasil e o Paraguai se tocam com as mãos entrelaçadas, a história da erva-mate floresceu como um elo entre povos, terras e destinos.
Antes mesmo de as fronteiras serem traçadas no mapa, a planta nativa já era cultivada pelos guaranis, que a consideravam sagrada. Com a chegada dos colonizadores e das missões jesuíticas, a erva-mate passou a circular além dos limites da mata, tornando-se mercadoria e símbolo de riqueza.
No pós-Guerra do Paraguai, a economia local foi devastada, mas a erva-mate emergiu como um novo ciclo econômico. A Companhia Matte Laranjeira, fundada por Thomaz Larangeira, explorou o potencial da planta, estabelecendo-se em Porto Murtinho e expandindo suas operações.
A produção e exportação de erva-mate impulsionaram o desenvolvimento da região, tornando Ponta Porã um centro produtor e exportador de destaque.
A erva-mate, conhecida como "ouro verde", desempenhou um papel crucial na formação da identidade cultural da região. O tereré, bebida típica feita com a planta, tornou-se símbolo de hospitalidade e convivência entre brasileiros e paraguaios. As rodas de tereré, compartilhadas em praças e ruas, representam a união e a amizade que transcendem fronteiras.
Com o tempo, a produção de erva-mate enfrentou desafios, incluindo crises econômicas e mudanças no mercado. No entanto, a planta continua a ser um elemento central na cultura da região, presente nas tradições, na culinária e no cotidiano das pessoas.
Assim, a erva-mate permanece como um testemunho vivo da história e da cultura da fronteira, conectando passado e presente, Brasil e Paraguai, em um laço verde que resiste ao tempo.
Há quem corra atrás do ouro como se a alma não tivesse valor, e, no afã de possuir o mundo, esquece-se de si tornando-se servo do próprio desejo, enquanto a vida, com suas dádivas simples e verdadeiras, escorre pelos dedos como areia que o dinheiro jamais poderá segurar.
Ouro que Cega.
Ouro não vê, mas cega o olhar.
De quem, com sede, o começa a buscar.
Na ânsia de ter, o homem se engana:
pensa ganhar e a si profana.
Constrói impérios, destrói o chão.
Perde o afeto, fere o irmão.
Com sua ganância, sonha com poder.
Mas seu maior tesouro deixa de viver.
E qual é esse bem, tão puro e singelo?
É o riso do filho, o amor mais belo.
A paz no almoço, o toque na mão.
As coisas que moram no coração.
Na corrida por ouro, a alma se esvazia.
E o que era calor vira noite fria.
Pois nenhum ouro no mundo compensará.
O que, por cegueira, deixou de amar.
Há aqueles que se perdem na febre de acumular tesouros, como se o brilho do ouro pudesse aquecer o coração nas noites frias da alma.
Correm, ansiosos, atrás do que reluz, mas esquecem que a verdadeira luz não se encontra em cofres trancados, e sim nos sorrisos partilhados, no abraço sincero, no tempo dedicado àqueles que amamos.
Tornam-se escravos do próprio desejo, prisioneiros de metas que não nutrem o espírito.
E assim, cegos pela ambição, deixam de saborear o café com os filhos, a conversa serena com os pais, o silêncio pacífico do entardecer.
Não percebem que a vida essa dádiva sutil segue seu curso com ou sem fortuna.
E que a alegria mais autêntica habita nos gestos simples que o dinheiro nunca poderá comprar.
Gosto de me imaginar uma pepita de ouro mas mãos do criador...lapidando, lapidando...virando jóia rara.
COMEÇO
Seis vidas passadas a lua era minha,
Era minha a rainha de ouro, a dama de espada,
Por sobre os telhados das casas era eu que comandava
A burguesia e o proletariado
Eu pisava a relva como um guerreiro,
Vitorioso depois da batalha,
Sabia que águas correntes e águas paradas
São lágrimas de arrependimento
Dos que caíram por amor...
Seis dias atrás eu ainda era
Um vitorioso nas minhas empreitadas,
Perdera parte do baralho,
Mas ainda tinha um trunfo, um coringa,
Tinha um sorriso na parede,
No quarto uma silhueta feminina,
E uma moringa com água fresca,
Pra matar a minha sede...
Seis minutos atrás diante de um sorriso
Não havia uma batalha que eu não tivesse vencido
Há seis segundos atrás, diante de um olhar
Eu não sabia o que dizer,
Eu aprendi o que é ansiedade,
Eu descobri este lado frágil,
Eu comecei a viver...
Meu cavalo de prata
minhas esporas de ouro
fustigango o seu dorso
nessa lua opala
a gravidade engravida a vida
a diva dessa insanidade
minha paixã0,
o meu cavalo de ouro
minha espora de prata
mulata galopa no meu coração
eu quero entender o cavalgar
na ilusão lunar da minha solidão
Meu cavalo de prata,
Minhas esporas de ouro
Fustigando o seu dorso
Nessa lua opala...
A gravidade engravida a vida,
A diva dessa insanidade:
Minha paixão...
O meu cavalo de ouro,
Minha espora de prata,
Mulata galopa no meu coração...
Eu quero entender o cavalgar
Na ilusão lunar da minha solidão...
Meu cavalo de bronze
Cavalga longe
E o amor se esconde ...
Meu cavalo de ouro
Domina o touro da minha ilusão...
A SERPENTE
O diamante duro e resistente
adornado ao ouro branco no seu dedo,
os seus cabelos brilhantes de bronze
tinha o olhar da multidão e as luzes da tarde,
sua pele de tecido macio,
seda persa, perversa, me induz ao pecado,
ao inferno que arde em meu peito,
eu sem jeito, demônio tímido atraído pela santa serpente,
não ouso olhar nas esmeraldas dos seus olhos,
não ouso sonhar com seus dentes mordendo meus medos,
não ouso os demônios urbanos,
nem os anjos da periferia,
não ouso espíritos campestres...
a serpente desliza entre as vitrines, hipnotizada pelo neon,
Outdoors e grifes;
sonha virar diva e viver mil historias de amor,
mas na madrugada a paixão domina o encanto
e a serpente rasteja na relva de uma floresta...
e a mulher se perde nas abstrações que edificam a vida,
esbarra em paredes e em escadarias,
se perde nos números, nos passos, nos rostos da multidão;
então percebe que existir é exatamente essa indefinição,
essa magia, esse prazer de estar sempre procurando...
procurando... até o momento que a porta se abre
e você dá de cara com a naja...
POÉTICA
Disperso meu olhar em ouro turvo
Desperto aturdido e atônito
Ainda existo, ainda existe o mundo
Das coisas vãs e supérfluas, antônimo
Quem se dedica a tal amor profundo
Nuvens magentas salpicam o horizonte;
O outono dourado dos faustos mitos
Desfolham sem alardes as florestas
A calmaria duma brisa no infinito
Sussurra a estação dourando em festa
A relva tem a idade dos delírios
Pluma leve pros tombos do passado
Momentos lacônicos de paixão suavizados
Pela insanidade de um lírico visionário
Palavras amargas,ditas com raiva magoam e entristecem um nobre coração de ouro,mas esse coração de ouro,tem amigos que a guardam no seu tesouro
