Ótimo Fim de Semana
Tenho andado dias sem saber que horas são, sem saber que dia é, se é fim-de-semana, se é o aniversário de alguém. Dias em que nem troco de roupa, dias em que troco de roupa mais do que o necessário só para sentir que o tempo passa. As horas passam bem mais devagar quando não se tem ninguém para falar. Coisas como tomar banho e pentear o cabelo são descartadas, eu quero ter-te aqui, nada mais importa. Eu quero ir embora, apenas isso; e já passaram semanas desde a última vez que pude respirar fundo e rir livremente sem a imagem do teu sorriso na parte mais funda da minha mente. Todos os aparelhos que tenho dizem-me horas diferentes e eu pergunto-me há quanto tempo estou neste semi estado de ser, neste quase respirar profundamente mas nunca o conseguir porque o peito dói, bem na zona do coração, e é físico. Então respiro de forma suave, superficial, lutando por ar rarefeito quando o meu corpo se resigna que o oxigénio não me fará bem algum. Respirar para quê? Eu quero conseguir viver. Tenho passado horas a encarar o teto do quarto, tenho acordado sobressaltada, de lençóis molhados por um suor sem razão e eu não lembro mas tenho acordado tão cansada que a maioria das vezes apenas volto a dormir mesmo empapada em suor. As horas passam bem mais depressa quando tenho os olhos fechados e uma garrafa ao lado da cama. Tem dias que não levanto, tem dias que abro a janela, mudo de roupa, de lençóis, de tudo e tem dias que apenas estou ali, num ato entre levantar, viver ou permanecer enterrada entre cobertas quentes de mais para o calor que faz. E está frio mesmo no verão porque eu não sei mais o que fazer, está frio pelo simples facto de eu não conseguir colocar uma pedra sobre certas coisas, ou esquecer, ou superar. Nada.
Tem dias em que não saio da cama, tem dias em que a “cama”, áspera e quente e perigosamente confortável, não sai de mim. E eu, ainda, não sei qual o pior.
O importante hoje em dia não é com quem ou aonde você irá sorrir no fim de semana, o que importa é aquela foto pré balada em frente ao espelho do banheiro
Fim de semana fui a Praia do tupé fiz amor com uma sereia um beijo ela me deu, vi o banzeiro que rasteja nos pés então descobri que eu ja era seu.
Que o fim de semana seja de afectos, com muita leveza, momentos de tranquilidade, sorrisos de alegrias e de imensa harmonia.
Desejar que chegue logo o fim de semana é pedir para a vida passar mais depressa, sabendo que a vida é só uma e que o final é a morte, como ousa a querer chegar ao final com tanta pressa ? Faça a seguinte análise, se sua vida é legal só nos finais de semana, por que então não torna a sua semana mais legal e cheia de vida ?
Aproveite o caminho.
Bom dia meus amigos e amigas hoje sexta-feira se embora deixar o dia mais rápido que o fim de semana está chegando. A paz! Deus nos abençoe a nós todos.
Família
Um fim de semana parecia estar estragado,
Aí encontrei meus parentes, no instante ficou animado
Apesar das discussões e diferenças
No final tudo acaba em festa
Nos momentos bons e ruins, com você estarão
Pois todos nós somos parte de um poema meu irmão (ã)
Com esta frase eu termino então,
Pois amo meus familiares e guardo todos em meu coração.
Quando chega o Fim de Semana diário "eles" ficam satisfeitos, felizes.
Quando eu chego no meu Objetivo, fico satisfeito, feliz!
Mais uma semana terminando. E quando eu vi, amanhã já é sexta, fim de semana chegando e logo tudo começa novamente. Os dias estão passando rápido demais e quem não observa e aproveita o que tem, porque está com os olhos sempre no futuro, vai perder o melhor: viver intensamente o presente.
Quem sabe seja o momento de você curtir o que tem e deixar um pouquinho de lado o que quer. Não deixar de lado o que quer, claro. Mas olha ao teu redor, o dia começou lindo. Veja quem está ao seu lado... aproveite e abrace, beije, diga mais vezes ama, curta bastante...
Enfim, Viva! Viva bem. Mas Viva de verdade.
Que esse fim de semana nos faça ter vontade de fazer os sonhos andarem. Que a gente deixe de lado o medo, a insegurança e a pressa em descobrir o que vem depois. Que tenhamos sabedoria de trilhar o caminho dando um passo por vez. Que as nossas vontades sejam levadas a sério e que a nossa fé nos aquiete quando for preciso confiar no tempo que Deus tem para nós. Não exija demais da vida. Construa pontes e seja feliz
Pensamentos
Mais um fim de semana e eu aqui pensando
Das coisas que fiz e o que deixei de fazer
As vezes coisas certas,e coisas erradas tambem
Se eu pudesse voltar ao passado para curtir as coisas boas
eu voltaria, porque assim eu concertaria o errado
E ficaria mais feliz.Mais como nao posso voltar ao passado
A saudade me abraça.
Faz um mês que eu viajo todo fim de semana.
E eu ainda não achei nenhum lugar onde ele não estivesse.
O sol está brilhando lá fora ,
Curti o fim de semana num lugar mágico .
Deveria existir magia
Em todos os lugares onde vão os seres .
De acordo com seus gostos e vontades
A minha é...
Uma mata com verde estonteante ,
Montanhas completando a paisagem
E um rio serpenteando pela mata adentro
Com suas curvas e águas cristalinas .
E o rio fugindo mata adentro livre ,
Geladinho... .
Há tanta vida num rio , tanta beleza ...
Cachoeiras ...pássaros que cantam ...
Assim acordei hoje...
Num fim de semana qualquer você resolve sair fazer o que sempre fez de costume, conversar com os amigos tomar uns goles fumar uns cigarros e ouvir música. Mas aqueles últimos fins de semana tem sido diferentes como se já não bastasse mais apenas a presença dos amigos, eles são ótimos, mas ta faltando algo. Então, você fica rodeado de pessoas, mas está tão sozinho resolve voltar pra casa andando, não quer carona, os pensamentos vão ser sua companhia, você pensa e não acha respostas, anseia por algo que nem imagina o que é, sua alma está pesada os passos se tornam cada vez mais lentos e aquela cidade deserta já nem parece mais a sua cidade, você não pertence mais àquele lugar. Ir embora dali parece tão tentador, pegar a estrada com o que tem e ir viver num lugar diferente, com pessoas diferentes…
Sempre tem um momento que vai querer mudar, talvez seu coração ame esse lugar, mas sua alma precisa de mais, algo que você sabe que não vai poder encontrar ali. É hora de se arriscar, viajar, encontrar um novo lar onde não sinta melancolia em cada esquina que dobrar.
É chegado mais um fim de semana. Com ele chega o aumento exponencial da saudade.
Fica complicado essas quarenta e oito horas sem te ver.
Se eu pudesse, dormiria sexta e acordaria segunda. Aí ia rolar de te ver mais rapidamente.
Não consigo não pensar em você, sabe?
Obrigado por esses dias. Foram excelentes, mesmo que você tenha resolvido ficar mais velha, com 33 anos.
Eu particularmente, prefiro ter 16, mas não posso ter essa idade sozinho.
Pensa com carinho e volte a ser adolescente. O que acha?
Beijo grande procê.
Nossa! Fui ontem a um lugar onde trabalhamos juntos certa vez num fim de semana. Até tiramos umas fotos lá na época.
Cada rua que passava, lembrava de você csmjnhanso, do seu sorriso e do seu cheiro.
Só fez aumentar a saudade.
Doido pra te ver logo.
Ôhmico amanhã que não chega logo sô.
Este é apenas mais um fim de semana passado em casa. Eu e minha família. Então percebo que ela é tudo e só o que tenho. Os amigos eu perdi na estrada. Encontrei outros, mas parece que perdi-os também. Eu também encontrei um amor, mas esse nunca foi meu, nem creio que um dia será. Então tudo o que tenho é minha família não muito feliz e minha vida de merda.
Maria clara gostava de nadar. Todo fim de semana, pelo menos nos que havia sol, colocava um top, uma saia rodada, sandália rasteira e ía ao clube. Por baixo seu biquíni florido. Gostava de deitar nas cadeiras de sol e ler seu livro, ouvindo seu disc-man enquanto simultaneamente observava as pessoas. Pra ser mais específico, as outras mulheres e o modo como agiam. Maria Clara sempre teve isso de dividir seu cérebro em vários pedacinhos. Prestava atenção em como se bronzeavam no sol durante horas lambuzando-se com protetores e, em alguns casos, até usavam com coca-cola com urucum, lembrou. Evitavam na maioria das vezes mergulhar pra nadar, e quando o faziam, era sempre aquele ritual: Primeiro as pontinhas dos pés, depois as canelas, um pouquinho de água no pescoço, um pouquinho mais nos braços e depois iam entrando bem devagarinho, sempre na parte rasa. E não passava disso, algumas caminhadas na ponta dos pés com pavor de molhar a espinha já eram o suficiente. Era um "quase-mergulho" cheio de postura. Se é que isso pode ser dito. Maria Clara não gostava assim, Não gostava dessa coisa de quase, ou mais ou menos. Mas as observava atentamente. E tinha seu ritual próprio: Tomava seu sol, ouvia seus cd's e quando a piscina estava próxima de fechar ia dar seu mergulho. Transbordava de vontade de tomar distância e dar um daqueles mergulhos bomba onde jogasse água pra tudo que é lado, exatamente como fazia antes. Mas lembrava-se sempre da vez em que, ao estatelar-se na água, todas as pessoas do clube a torceram o nariz. Diziam: O que essa menina tem? Além do mais havia também as vezes em que batia com a barriga ou as costas na água, deixando aquelas marcas vermelhas e doloridas. O clube também estava cheio e não poderia fazer isso de forma alguma. E então, mais uma vez cumpriu o ritual, começou com a pontinha dos pés, experimentou a água, pescoço, braços, entrou até a cintura, caminhadinha na ponta dos pés. Tão sem graça, no fundo sentia vontade de poder mergulhar como quisesse. Antigamente, era bonito de ver Maria Clara mergulhando. Corria e se jogava na piscina como uma bigorna. Estatelava-se na água, que respingava pra todo lado. Às vezes se machucava, e isso no fundo acabava sendo motivo de risada, porque o que realmente gostava era da sensação de se jogar, daqueles poucos milésimos no vazio. Nem se importava se os braços daquela piscina seriam os melhores para a segurar ou não, e fazia todas aquelas mulheres "quase-interessante" parecerem tão superficiais quanto seus bronzeados no fim do dia. Era lindo ver como se divertia em ser simplesmente ela. Era tão lindo, e pensei: Porque não mais?
Resolvi aproveitar a oportunidade, já que estava lá deitada com seu disc-man e seu livro, e a perguntei:
- Já percebeu como essas mulheres fazem? Tudo na pontinha dos pés...
- Sim, já reparei
- Sem graça né?
- Um pouco
- E porque faz igual?
- Porque eu quero, pode parar de me incomodar?
- É porque eu gosto de te ver mergulhar
- Você gosta de me ver cair de barriga não é?
- Gosto. E você não gosta?
- Sim... Talvez
- E porque tem que se culpa por gostar?
- Porque às vezes dói. Sem contar que o clube está cheio e eu não estou afim de que fiquem falando idiotices sobre mim.
- E não sente falta daqueles poucos instantes em que está no vazio e que nada mais importa?
Não me respondeu. Recolheu suas coisas e foi embora. Fiquei algumas semanas sem ver Maria Clara, mas um ou dois meses depois ela reapareceu. Mais bonita. Não estava mais magra, nem mais gorda. O cabelo era exatamente o mesmo, a pele da mesma cor e até o disc-man era o mesmo. Mas tinha um sorriso no rosto que começava pela testa, dando-a um leve franzido, e descia inquietando as sobrancelhas e dando brilho aos olhos, contagiando as maçãs do rosto, esticando covinhas, escancarando o sorriso e terminava na pontinha do queixo, onde aparentemente não mudava nada, mas sei lá, com certeza havia um pouco do seu sorriso no queixo. Deitou-se tranquilamente na cadeira de sol, tirou seu livro, seu disc-man e leu durante toda a tarde. Já perto de fechar a piscina, levantou-se recolheu suas coisas e ao invés de fazer o que sempre fazia, somente foi embora. Passou por mim, e me desejou uma : Boa Tarde. Me deu mais uma amostra do seu lindo sorriso e se foi. Embora eu esperasse poder ver, mais uma vez, Maria Clara se jogando nos braços do nada, fiquei feliz por ela entender que, naquele dia, não falávamos propriamente sobre água, mergulhos ou piscinas. No fundo eu sei que ela entendeu, seu sorriso não poderia mentir
