Os Seres Vivos
3. Pés
Num velório vi pés
Pés vivos
Pés mortos
Passos rápidos
Passos lentos
Passos rastejantes
Passos desfilantes
Passos e mais Passos
Sorviam à minha vista
De cabeça baixa num velório
Vi pés
...
Pés de pobre
Pés de rico
Pés inchados
Pés sofridos
Pés rachados
Pés delicados
Pés descalços
Pés calçados
...
Num velório vi pés
Que sustentam corpos
Pés que direcionam à caminhos.
Pés que correm
Pés que tropeçam
Pés que caminham devagar
Pés de corça
Pés que pulam
Pés traiçoeiros que dão rasteiras
Pés teimosos
Pés inquietos
Pés de criança
Pés de velho
Pés de princesa
Pés de senhora
Pés vi muitos pés
Não sabem que um dia toparão com ela?
- Passos da morte.
Intrusa traiçoeira insiste
Em cruzar existências
Toldar caminhos
Interromper belos ou sofridos Passos.
Andem! Corram! Dancem! pensava eu;
Num velório de cabeça baixa
Eu via pés.
Enquanto um se deteriora sem regência sublime, outros ditos vivos... adoecem, a dependência é do tipo, ambiguidade que se dá as necessidades dos momentos recriados sem ordem.
Fingir que vivemos não nos torna vivos. Fingir que amamos não nos torna apaixonados. Não te culpo por fingir, até entendo. Gostar de verdade dá muito trabalho. Pensava que se divertia, sabia como me dominar. Mas era eu quem sabia fingir, eu quem te fazia sonhar. Variadas vezes ouvi você falar que não é feio sentir, que feio é fingir.. mas sentir, ultimamente, é sinônimo de iludir. São poucos os que amam. Dizia que problema era dar razão aos sentimentos, ou suprimí-los. O problema era amar. Ou não. O problema era ser feliz. Ou não ser. O problema era brincar. Ou levar tudo muito a sério. O problema era se preocupar de mais. Ou de menos. Não sabia ao certo. Nenhum de nós sabíamos. Tô cansado de acreditar que algum dia a vida vai me surpreender. Odeio surpresas. Odeio também fingir sorrisos pra você, mas simplesmente não vale a pena me dar ao trabalho de querer agradar a você que tanto me decepciona. Nunca precisei fingir estar amando um outro alguém, até porque eu não conseguiria fingir estar feliz quando na verdade há uma dor dentro de mim. Choro por não te ter.. E seria em vão viver uma felicidade que não existe. Atuar não é comigo. De fingir eu prefiro fingir que você foi embora de vez e que nunca mais vou te ver. É melhor ficar com essa doce ilusão, do que saber que você nunca sentirá nem um pouco daquilo que um dia eu senti por ti.
Boa noite
o simples fato de estarmos vivos hoje j´s deveria ser motivo suficiente p não reclamar mais da vida, as oportunidades existem para todos então pare de se lamentar pq ninguém pode viver sua vida pra vc, corrar atras de seus sonhos enquanto ainda é tempo, pq o tempo voa e a gnt nem percebe, que Deus ti abençoe tenha uma boa noite.
Ser orfão é uma grande tristeza,acreditavel
Ser órfão de pais vivos é algo inesplicavel
Logo não dependa do amor afetivo de ninguém
Seja inabalável!
VIDA
"Tanta coisa que as vezes nos esquecemos o quando é importante
Estar vivos e com família e com quem amamos
Pois a quem esteja só no mundo
Temos de aprender a lidar dia-a-dia
E saber viver mesmo com os nossos inimigos
Pois mais tarde ou mais cedo podem passar a ser amigos
A solidão e algo que é silencioso e nos afasta da realidade
A vida é como um livro
Mais tarde ou mais cedo chega o último capítulo
Vive a vida e todos segundos e minutos
O universo é infinito e fazemos parte dele
Sorri mesmo que estejas triste
Uma expressão pode mudar quem esta a tua frente
Chora quando te apetecer liberta te
Uma palavra muda o sentido da vida
Uma caricia alimenta o ego
Uma lagrima um abraço faz te sentir-te livre
Dar amor a quem gostamos recebemos aura infinita
Um dia vamos sentir a ausência de quem amamos
Pois o mais fácil as vezes é ignorar
Faz o bem pois nunca te vais arrepender"
O verdadeiro motivo que nos mantém vivos é encontrar algo ou alguém que nos fortaleça nos momentos mais difíceis.
Tudo na vida vale a pena
Hábil é aquele que sabe
Omitir algum sentimento
Mantendo outros vivos...
A nossa amizade
Zela por todo amor sentido.
Saudade é aquilo que nos mata, ao passo que nos mantém vivos... é um paradoxo doloroso... (Anderson C. Sandes)
vivos em mundo irreal pelo qual amo.
ser um servo de meus pensamentos,
meus horizontes vão além dessa visão,
pensar, deseja seja um sonho,
expresso meus pensamentos,
no caos da solidão transmito esse sentindo,
como flor ao relento ressinto esses valores,
o tempo ótimo remédio mas seus poréns...
prominentes da escuridão do qual fecho olhos...
em busca de esperança no caos dessa vida...
mesmo que continue escuro a uma luz...
no espaço que no coração em pequena passagem...
tudo tem seus valores seu preço,
por mais amargo ou triste que esteja ainda á vida,
se acabar foi a vida e suas consequências,
por mais que queria todas superfícies são preenchidas,
num desnudo glamour devido aos tais sonhos,
mesmo em pesadelos a um final um meio um começo,
adivinho cada movimento e tudo apaga se com
divindade das suas vidas inapropriadamente... puro vento.
qual busca desse destino que floresce pelas tuas falhas....
nenhum sentimento pode ser declarado...
por meio de tantas coisas se passaram ou vou passar,
sempre com motivos e propósitos...
abandona los fazia parte do um tudo menos em lugar...
minhas memorias sempre estarão num universo,
do qual sou integrado, para que passar um tempo?
me pergunto e resposta sempre mesma!
que valores são esses diante ao tempo...
são meras o partido do momento que sou...
passageiro de uma época dolente a seus princípios,
o real momento são particulares aos monstros,
que moram dentro de cada um então por nada,
reascendo meus motivos pela existência,
mesmo nessa vanguarda de decadência,
o fogo não se apagou nunca se pagará...
mesmo diante da inocência da variação de meus sonhos,
realidade é fonte de amargas consequências,
equivalente a orbitante dadiva navegante,
sem portos ou sem mares apenas estagnados sentidos,
sensatos nenhuma voz diria que mar seco,
um dia manteve a vida em patamar de elite,
no entanto que diria as vargens do tempo,
com uma mensagem ao passageiro que ao movimento
o desejo atroz é excremento de teus pensamentos,
pelo que dizer de passado pelo fel?
de escravistas de uma expressão passada,
poucas cores nessas sensações relevadoras,
pouco importaram pois a passagem é obscura,
porem um passagem de uma nova realidade.
por celso roberto nadilo
"Os superficiais costumam, em geral, elogiar os mortos, pois por não estarem mais vivos, não podem mais se defender."
Por estarmos vivos, pagamos o alto preço de ver morrer a quem amamos, mas não ha nada mais natural que morrer, porem, talvez seja essa a mais cruel das verdades
