Os Seres Vivos
As vezes devemos para de andar tanto assim na ' LINHA ' e curti mais a vida Pois ela é uma alucinante aventura na qual ' JAMAIS ' sairemos vivos...
Fico aqui, sem entender.
Sem saber o que fazer, sem me mover.
Me anulando, me esfriando.
Mesmo com o coração em chamas.
Com os pensamentos vivos, sempre que falo com você.
É loucura minha,
Ou nem você percebeu ainda os sinais.
Sinais esses que você dá.
Será só eu, e minha percepção aguçada.
Mais uma vez.
Você está chorando? está lutando a cada minuto ? isso é um bom sinal, sinal de que ainda estamos vivos.
Lembro a mim mesmo, diversas vezes por dia, todos os dias, que meu eu exterior depende do trabalho de outros, vivos ou que já partiram, a fim de me esforçar para devolver na mesma medida que me foi entregue.
Não tenho medo dos mortos, e sim dos vivos; estes, machucam, decepcionam, usando de falsidade; viva é a pessoa, morto é o seu caráter.
A morte só é um problema para quem está vivo, para os que não estão a morte e o descanso do sofrimento e a graça de ter vivido.
Refletir faz nos sentir vivos, e aptos a mudanças, temos que optar por algo, ou continuar a escorregar nos limos que criamos em nossa própria vida.
Ó, tempo, meu aliado! Fez-me velho depois de fazer tombar meus inimigos, e os ainda vivos estão inválidos, pois já não lhes sou páreo competente. Do que me adianta esta paz se já não posso desfrutá-la, apenas posso dormir tranquilo o sono de velho com sonhos tão vazios.
Desligam-se as máquinas, que mantêm os moribundos vivos, quando acaba o dinheiro. Peca-se mais sem dinheiro, já que amá-lo sem ter é cobiça.
Porque procurais entre os mortos aquele que vive?"
O homem crístico jamais será encontrado entre os mortos. Assim como é impossível para a luz conhecer as trevas, não é possível para vida conhecer a morte. Seus caminhos são diametralmente opostos, não se cruzam. Aos "mortos vivos" ele diz: "Deixai que os mortos sepultem os seus mortos." E aos "vivos mortos" lhes deixa uma indelével promessa: "Aquele que crê em mim ainda que morra viverá!"
A morte é uma realidade para o nascimento, mas uma fantasia para a vida. Aqueles que discerniram sua unidade com a Vida livraram-se dos grilhões fantasísticos da morte, não podendo ser tiranizados ou viralizados pela mesma. Tais indivíduos não serão encontrados entre os mortos, pois, tendo sido vivificados em amor tornaram-se herdeiros do Eterno e co-herdeiros com Cristo, coparticipantes da natureza que é sem princípio de dias e sem fim de existência.
Toda culpa pela sociedade que temos é da Família, Igreja e Escola. A falta de genuinidade dos seus tais defensores, eles fazem-nos acreditar que etão vivos, quando, na verdade, estão mortos.
Mortos não têm rede social.
Ainda existem amigos vivos, poucos mas existem.
Não espere perde-los para ama-los!
