Os Inocentes de uma Guerra
Não faça guerra, acabe com a guerra. Um bom cidadão sabe dar a resposta na lata sem ter medo de assumir as consequências.
Não é possível lutar pela paz, se for a vontade de ambos os lados!Neste caso não existiria a guerra!
Nós continuamos não gostando das coisas que não gostamos mas deixamos de estar em guerra com elas. E quando a guerra acaba, a mudança pode começar.
‘‘Para você chegar á paz é preciso juntar a sua coragem e esperança pois no final da guerra você a encontrará’’
A guerra é uma catástrofe. Ele deixa famílias em pedaços irrecuperáveis. Mas aqueles que se foram não estão necessariamente perdidos.
Só quando você pensa que a guerra levou tudo o que você amava, você encontra alguém e percebe que, de alguma forma, ainda tem mais para oferecer.
Luz e escuridão. O bem e o mal. Otimismo e pessimismo. Paz e guerra. Amor e ódio. Fartura e miséria. Anjos e demônios. Progresso e estagnação. Verdades e mentiras. Ética e canalhice. Moral e imoral. A dualidade permeia a humanidade, que se agita diante do incerto futuro. O cristianismo se desenvolveu na tradição dualística de Israel. Incorporou a cultura greco-romana, que também era dualista e influenciou outras culturas e religiões. O islamismo não foi diferente. A meditação é um dos caminhos para se ir além do dualismo. Quando a mente cessa, podemos superar resquícios da memória atávica e descobrir um princípio unificador que nos leva a compreensão do todo, da unidade e diversidade cósmica. (D. Juan de Marco - filósofo espanhol Sec. XVIII incorporado por J. Jardim - Sacy Pererê).
A todo momento, todo instante, ocorre uma guerra dentro de mim. E essa guerra se inicia por motivos bobos, como por exemplo, para falar com alguém, pedir informação, sorrir, andar, falar...
