O Valor do ser Humano Rubem Alves
O maior exemplo de FÉ chama-se VONTADE!
Todas as demais soluções envolvendo o ser Humano se resolvem quando este sentimento inegoísta manisfesta-se em cada um de nós.
É pela dor e o sofrimento, que o ser humano consegue amadurecer afetivamente, psicologicamente, moralmente, espiritualmente.
Tenho pena... chegaria a chorar se não pensasse que é a atitude mais detestável de um ser humano, gostar de controlar os sentimentos dos outros, causar dor sem remorso, machucar quem abre a sua alma... tenho nojo de gente tão baixa, que é tão incapaz de ser feliz, são a escória da sociedade, nem mesmo merecem o ar que respiram, pena é o pior que posso sentir por alguém, nada ainda é melhor...
Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.
Autenticidade
Jamais um ser humano conseguiu se tornar um ser iluminado apenas no imaginar de si próprio em figuras de luz. Acredito eu, que o único jeito é tornar a escuridão consciente. A filosofia entra com uma reflexão e ajuda o ser humano a se tornar mais autentico.
Máximo Divisor Comum
Todo e qualquer ser humano funciona como uma fração. Se somos ou consideramos ser o numerador, pois ele nos define quem somos, podemos denotar que o denominador seja o que pensamos de si mesmo, levando isto em conta, quanto maior o nosso denominador, menor é a fração e, assim, somos redutíveis.
Obtenção
O ser humano só cresce na tapeçaria da vida, onde o Honesto é também o artesão. Por simbiose, por estar perto, você obtém.
O ser humano apenas consume ou modifica o que é produzido pela natureza. Mesmo assim, ainda se rotula como sendo uma espécie superior.
O ser humano não nasce pronto, a vida vai nos moldando aos poucos, esse trajeto vai do berço a sepultura.
O ser humano em sua essência anseia por ser guiado como ovelha em um rebanho sob um pressuposto irracional e sem prova alguma em sua dimensão sensível de realidade.
Fazer a VONTADE de DEUS é algo que torna o gênero HUMANO verdadeiramente LIVRE, quem pensa ser LIVRE por NÃO acreditar na Sua existência desconhece completamente a condição HUMANA!!
O ser humano é, por natureza, um ser racional. Buscamos argumentos, fatos e informações para sustentar nossas opiniões e decisões. Queremos ter razão em tudo o que fazemos e dizemos. Mas será que a razão é realmente a chave para a felicidade e a paz interior?
Às vezes, a busca incessante pela razão pode nos levar a conflitos, discussões e até mesmo a guerras. Muitas vezes, insistimos em estar certos, mesmo que isso signifique perder amizades ou ferir outras pessoas. Mas será que vale a pena?
A verdadeira paz interior vem quando aprendemos a abrir mão da necessidade de ter razão o tempo todo. Quando somos capazes de deixar o ego de lado e ouvir a perspectiva dos outros, podemos aprender muito e nos tornar pessoas mais sábias e compreensivas. Afinal, muitas vezes, existem várias formas de ver uma mesma situação, e todas podem ser válidas.
A paz vem quando somos capazes de perdoar e deixar o passado para trás. Quando não ficamos presos a ressentimentos e mágoas, podemos viver mais leve e livre. É preferível ter paz do que carregar o peso da raiva e do rancor por anos a fio.
A paz também vem quando aprendemos a ser humildes e admitir nossos erros. Não somos perfeitos e podemos cometer falhas, mas o importante é ter a coragem de assumi-las e pedir desculpas quando necessário. Isso demonstra que somos humanos e que estamos dispostos a evoluir e aprender com nossos equívocos.
Em resumo, é preferível ter paz do que ter razão o tempo todo. Quando aprendemos a ser mais compreensivos, a deixar o passado para trás e a ser humildes, abrimos espaço para a paz interior e para a felicidade. Afinal, o que realmente importa é como nos sentimos por dentro.
Os homens pensam que é impossível para um ser humano amar seus inimigos, pois os inimigos mal conseguem suportar a visão um do outro. Bem, então, feche os olhos - e seu inimigo parece exatamente como seu vizinho.
Meus mandamentos: amar o jornalismo e acreditar que ele pode mudar o mundo; ter fé no ser humano e defender seus direitos, seja ele quem for, esteja onde estiver; crer que o infrator pode ser recuperado, que a corrupção pode ser vencida, que a boa vontade e o esforço de todas as pessoas podem transformar a água em vinho, a pedra em pão.
