O Poeta e o Passarinho
Porque neste viver, [MAL FAZER], é MILHÕES de visualizações ter, aqui deixo um amostrar, do que é; poeta ser:
Ser poeta…
É um jamais ver ser reconhecido;
Em vivo, todo o seu tanto pensar;
Mesmo apesar, disso, só ter querido!...
Por ser um pensar, com A Alma a ajudar.
Por do mal, se abster, todo o seu escolher;
Tem no julgar do povo, um desagrado;
Mas escrever; para a alguém ofender;
Não era ser tal ser, mas sim; ser um nabo!
Por tal; e para digno vir a ser;
De ser dito um poeta, após viver;
Em todo o seu morrer, tem que tentar!...
Dar todo o seu pensar e seu saber;
P'ra quando deixar este seu morrer;
Nos seus poemas, bem vivo ficar!
Com carinho;
Onde andam as tréguas, somos vitimas da nossa própria animosidade, a nossa forma primitiva de encarar a vida.
Estamos na presos no infinito, na minha mente não limito as capacidades do pensamento.
Cada vez mais absorvo o conhecimento e transformo o meu panorama da perspetiva surreal que chamamos viver...
Agora viva pela eternidade
Ela voa ela voa nos meus sonhos
Agora viva sua liberdade
Ela voa ela voa feito um anjo
Eu pago de boa
Banco essa leoa
Que vem gostosa senta e faz
Eu pago de boa
Banco essa leoa
Que tira a roupa e satisfaz
Eu já pensei em abandonar o meu mundo vazio
Só que meus medos fugiram comigo
E eu seria um fracasso em qualquer lugar
Resolvi ficar resolvi ficar
Pai mãe estou pronto pra viver a vida
Já entendi quem nem tudo cicatriza
Que as pessoas machucam mesmo te amando
Não há culpando é só alguém se adiantando
E magoando quem espera ser feliz
Querendo frutos de outra raiz
Ainda verão as minhas lágrimas por aí
Comemorando vitórias porque eu sou foda
Não quero Deus se preocupando comigo
Não quero tá nos achados e perdidos
Quero correr com muita velocidade
Quero cantar e acordar toda cidade
Sentir o sol aquecer o meu caminho
Porque eu tô vivo
INSACIÁVEL FOME
A poesia é o grito
Que me sobra
E a insaciável fome
Que me assola.
@poetamarcosfernandes
Assopra a pena,
Empena a pluma,
Em plena curva estreita,
Por onde tramita a poetisa,
Em prumo improvisa.
Instrumento que traz harmonia,
Como vento que invade o recinto,
Musicando em alegoria,
Marolas sonoras do instinto.
Manobras morosas,
Melindre caligrafia.
Melodia de Marie
Ressoa dissonante,
Brandura e simetria,
Marie é realeza da utopia.
Assopra a pena,
Empena a pluma,
Em plena curva estreita,
Por onde tramita a poetisa,
Em prumo improvisa.
Instrumento que traz harmonia,
Como vento que invade o recinto,
Musicando em alegoria,
Marolas sonoras do instinto.
Manobras morosas,
Melindre caligrafia.
Uma flauta e nada de
Segurar ar nos pulmões.
Solte forte a inspiração,
Recomece a soprar,
Acordes Marie e continue a idear,
Arpejos, lampejos, desejos a permear.
Com cordas ou metais,
Concorda o Menestrel,
Orquestra “El tropel” que nos vicia.
Marie é uma dama em poesia !
Melodia de Marie,
Assovio da perfeição,
Uma flauta a faz fluir,
Tece em sopros a canção.
