O Homem é um ser Social
Me indago às vezes quanto ao homem figurar como um ser social, tamanha a brutalidade e desrespeito com que trata os semelhantes.
A menina que ainda é menina, vai numa rede social e posta: "Homem que faz gostoso é outro nível". Faz gostoso o quê? Seu Nescau?
Homem Social
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Dói me os ossos ter que me socializar
Colocar a máscara da hipocrisia todos os dias e trabalhar
Fazendo quase me um com minha máscara
Esse meio capitalista narcisista que nós convivemos, impregnou se em nossas almas como um câncer que se não cuidado irá se expandir mais e mais
Nós levando a ter uma morte lenta e dolorosa
SOBRE A JUSTIÇA COMO ANSEIO SOCIAL
O homem é um ser em maior ou menor medida racional, pois procura justificar seu comportamento racionalmente, isto é, pela razão, impelido pelo temor e pelo desejo. É deste modo que seu temor ou seu desejo se relaciona como um meio, através do qual um fim será atingido. A relação entre meio e fim se confunde com a de causa e efeito, de modo que, com base na experimentação e, consequentemente de modo científico-racional, justifica suas ações. Consoante este pensamento, cria-se necessariamente, uma escala de valores que nortearão o que a sociedade chamará de “comportamento justo”. Embora a pergunta sobre o que realmente venha a ser o valor maior não possa ser respondida racionalmente, posto que o valor é um juízo subjetivo-relativo, é necessário ao homem a profunda justificação ou racionalização de seus atos, afim de aplacar sua consciência.
O homem deve em primeiro lugar ser social consigo mesmo para a proeminência com o relacionamento com o outro. Conhecendo sua própria natureza, a natureza do outro será um campo para encontrar um jardim encantado.
A energia do homem precisa ser canalizada para algo que lhe forneça uma identidade, um papel social. A pessoa precisa ter uma ocupação em que se sinta produtiva, mesmo que não seja remunerada. Precisa de reconhecimento de seu local no mundo e também precisa transmitir características que são só suas, o que caracteriza a herança cultural de um povo.
Porém, se o meio em que vive dita como, quando e com quem devo fazer algo, toda a espontaneidade acaba. Transformamo-nos em máquinas responsivas, ansiosas e muito angustiadas pois, apesar dos bens alcançados, não existe realização pessoal real.
Acredito que precisamos sim nos enquadrar socialmente, porém sem perder o olhar a frente e nem nossa criticidade. É necessário que o homem saiba o real motivo de suas escolhas para não retroalimentar ciclos e mais ciclos de auto-sabotagem emocional.
Precisamos sentir mais, mesmo que o sentimento seja ruim. Precisamos questionar mais, mesmo que o rosto do colega não seja o mais satisfeito (isso previne depressão). Porém, mais do que tudo isso, precisamos viver mais e melhor. Enquanto estamos vivos podemos aprender e repensar nossos valores.
Somos todos operários dessa vida de capricho
Sobe e desce social, não faz do homem imortal.
Honestidade? moda do verão passado
Nossa geração falhou? Me diz quem foi nosso professor?
Não Não Não chega
Quero respirar, quero exercer a arte do viver sem tempo a perder
Pq quando tudo acabar olharei para trás e direi, falhas,erros,decepções...
Ufah geração vencemos sem desistir.
A origem do fascismo não é meramente política ou social, é antes de tudo humana e subjetiva. O homem é sua origem!
As pessoas não sabem a diferença entre fatos reais em curso, e fatos consumados. O homem social desconhece o poder da mente, e o poder de suas crenças. Escolhe crer nas propagandas da mentira, ao invés de desafiar-se para a realização de um Novo Mundo... O homem ignora as suas potencialidades, por covardia. O medo comanda mentes, e as domina.
O homem acredita ser um ser social por natureza.
Mas, natureza e sociedade não andam lado a lado.
Uma prova disso é o equilibrio biologico
A cadeia alimentar é um fato redundante!
Nesta, vale a Lei da Vida.
A sociedade é uma utopia.
O homem que não consegue andar sem segurança no meio social, não merece ser político deste mesmo povo!
Biologicamente falando, o homem é um ser moderadamente gregário, e não completamente social - uma criatura mais parecida ao lobo, por exemplo, a uma formiga. Na sua forma primitiva, as sociedades humanas nada tinham em comum com um cortiço ou com um formigueiro; eram apenas grupos.
(Admirável Mundo Novo)
Um homem sem capital pode ser equiparado, em um contexto social, a um cachorro literal. Ninguém se interessa em saber o lado daquele que nada tem a oferecer.
