Nunca Diga que Ama uma Pessoa
" Quando eu era pequena queria tocar as estrelas e juntá-las uma á uma. Acreditava que pudessem deixar o céu e vir para a terra. Era só um pensamento de menina mas era meu sonho!
O tempo passou ... eu cresci... mas... alguma coisa aconteceu, porque todos dias eu continuei a ver aquelas mesmas estrelas brilhando e iluminando meu caminho, minha vida e acreditando que pudessem vir para a terra.
E não é que vieram?
E quando elas pousaram no terreno do meu coração, eu as chamei de AMIGOS " e as guardei todas dentro de mim !"
AMAR...
Quem acredita que amar é viver uma vida perfeita com alguém perfeito, vai viver se decepcionando por ilusão. É preciso aceitar que as pessoas são imperfeitas, elas têm problemas, dificuldades, coisas a aprender e a se habituar; ainda mais numa vida a dois. No início, tudo parece um mar de rosas... Atraídos pelas qualidades, pelas expectativas, criamos fantasias em relação ao outro, mas após as verdades reveladas e os laços ajustados, percebemos os defeitos e, inevitavelmente, os desentendimentos virão. Há diferenças inconciliáveis, contudo, há semelhanças que se encaixam e novidades que nos completam. Porém, o que determina se podemos suportar tudo unidos, depende muito do sentimento que nos une e do equilíbrio que damos às diversas fases da relação - se encaramos a realidade com maturidade ou vontade de aprender diante das situações desagradáveis. A convivência é um desafio, no mais, há tantas coisas boas a serem compartilhadas. Não faltarão momentos que darão um toque especial à vida. Amar é colecionar momentos fortes e únicos de emoções. É superar limites que sozinhos não conseguiríamos. Amar é crescer e amadurecer juntos... mas, amar só é perfeito quando, apesar de tudo, se torna possível envelhecermos juntos.
— Jucelya McAllister
Madrugadas recheadas de silêncio, com um amargo gosto na boca, uma ânsia que transita entre a gargante e o estômago ressaltando o vazio interior.
A tristeza interminável na falta de algo que jamais poderá ser preenchido. É como um parto psicológico onde a criança teima em não sair, o médico não virá, e à mãe, sozinha em meio a um mar de sangue só cabe esperar o fim da dor que parece infinita.
O ponteiro do relógio em uma dança sádica parece caminhar no sentido inverso fazendo o tempo esticar-se num fragmento infinito e torturante de hora.
Como um mendigo, nú, segurando apenas um pedaço de cobertor caminho ao banheiro em busca de um medicamento capaz de sanar a dor que não é física, tomo um dois tantos quantos necessário for na espareça de uma reação curativa, proporcionar o sono profundo capaz de permitir chegar ao fim desta madrugada eterna que se tornou minha vida.
Deito me novamente na cama, agora gelada, olhando para televisão como única companheira que dá aos meus ouvidos vozes na esperança de sentir a presença de alguém, para quando os remédios fazerem seus efeitos eu poder repousar com a sensação de que qualquer pessoa velará pelo meu sono quando ele chegar.
Meu corpo mesquinho me faz levantar de forma súbita, e de joelhos no chão abraçado a privada vomito cada analgésico em meio a restos de um lanche que comi horas atrás. A dor permanecer, o tempo parece voltar, agora em meio a uma ressaca moral e um gosto amago. Escovo os dentes mas nada parece capaz de eliminar este gosto, este maldito gosto...
Abro o chuveiro, tomo um banho, mais um, o terceiro nas ultimas duas horas. De olhos fechado permito que a fria acaricie meu corpo, sim, a água mesmo fria é capaz de me abraçar e me fazer sentir acompanhado só mais uma vez.
Nada funciona, o tempo continua a sufoca-me, se pelo menos esse sufocar fosse capaz de me fazer repousar, mas não ele não é físico. Até me passa pela cabeça em utilizar de uma corda qualquer para tornar real e externo o nó presente na garganta, e assim novamente me entregar a um sono eterno que insiste em não chegar nunca.
Olho no celular em busca de mais uma vez ter uma única mensagem de alguém a perguntar se estou bem. Alguém seja quem for, apenas um alguém dentre aqueles todos que um dia confiaram a mim suas dores, porém caíram no esquecimento quando elas passaram. Nada, nem ninguém aparece.
E de todas as eternidades que busquei, a amor, a felicidade, a paz interior, um Deus e ate mesmo a morte, de todas estas a única que insiste em permanecer é a eterna dor de estar vivo em uma madruga solitária e funesta que nunca mais acabou!
William Shakespeare escreveu que o verdadeiro nome do amor é cativeiro. Por favor! Prenda-me em uma prisão perpétua. E não me libertem homens, até que eu saia morto.
Como morador de uma favela, não gosto nenhum pouco de ver os aristocratas falando mal delas, sem conhecimento de causa.
Eu desisti, mas vi que fazia falta. Então voltei, uma parte vale, e vale muito a pena, mas todo o resto é só vazio, desatenção, desamor, falta de interesse, falta de envolvimento, não complementa, e deixa a desejar. E daí o que fazer....... viver com a falta que faz, ou com essa coisa incompleta?.... vale a pena será viver só com partes..... não ter o quase tudo num só, numa só relação, num mesmo pacote. Dou as dicas todos os dias, quero mudanças pra não desistir. Atitude e Mudanças.
Um dia pude experimentar o lado amargo da vida, e com ele fiz uma ponte atravessei o vale, e hoje do topo vislumbro a terra que mana leite e mel
A vida é uma contate luta por aquilo que não trouxemos, chegamos ao mundo sem nada e em meio a caminhada travamos uma luta por algo que nem sabemos se é nosso e logo na partida deixamos tudo pra trás e como sempre partimos sem nada.
Um homem de verdade, procura uma mulher de verdade!
Mais evoluída que ele, para abri-ló a mente e torna-ló mais.
Se o cara não se mostra disposto é porque você não ó veste.
Mas, se ele se mantém a te iludir.. Este não é homem. É um moleque!
Viver cedendo aos prazeres da carne é uma forma muito fácil de se viver pra quem é o filho do Rei dos Reis.
A alternância de opostos torna o universo belo e o sustenta, e nos hábitos humanos causa uma harmonia ainda maior do que na natureza.
