Nossa Amizade Nao Acabou
Podemos TRANS-FORMAR nossa vida, mudando a forma como vivemos. Trocar a forma é um exercício de experimentar formas diferentes, de olhar, ouvir e sentir.
Nossa sociedade é composta por vultos e sombras,
pois se fosse composta por pessoas, as coisas seriam muito diferentes
"O mar tem uma forte comparação com a nossa vida: ele se inicia calmo (lá no meio), depois forma a onda que é sinal de força e que com o passar do tempo se desfalece e acaba se encontrando com as rochas, onde se acaba de vez e volta ao início de tudo pela terra de baixo. As vezes leva até alguns seres, outras não."
Empobrecimento de nossa cultura
O mais antigo museu de São Paulo, o do Ipiranga, está fechado ao público desde agosto de
2013. Detalhe, o museu é o mais antigo e recentemente completou 120 anos. Lá, estão obras
que representam a independência do País. No salão nobre do museu está exposto o quadro
Independência ou Morte, do paraibano Pedro Américo. Manchas cobrem o quadro de Marechal
Floriano Peixoto, o segundo presidente da República, o espelho que pertenceu à marquesa de
Santos, amante do imperador Pedro I, uma carruagem do século 19, está com a forração
rasgada. Na fachada do edifício, paredes sem reboco. Um acervo com mais de 150 mil peças,
100 mil volumes de livros e papéis manuscritos. Segundo informações da Universidade de São
Paulo (USP) responsável pela administração, é que o local precisa de reformas urgentes. A
previsão é que o museu será reaberto em 2022, para um País que conseguiu, em poucos
meses, erguer uma dúzia de estádios para Copa do Mundo de 2014.
O futebol é responsável pelo empobrecimento desse país. Empobrece a saúde, a educação, a
segurança, pois os investimentos que seriam voltados para essas áreas foram lançados para a
campanha da Copa 2014 (que, sozinha, custou mais que as três últimas juntas). Foi o
equivalente a U$$ 40 bilhões, segundo as autoridades de governo e empreitadas envolvidas na
obra. ,iCopas de outros países, como Japão e Coreia (2002), Alemanha (2006) e África do Sul
(2010), consumiram, juntas, U$$ 30 bilhões. O que será que está acontecendo?
Ver a nossa cultura e seus marcos apodrecerem para ver um bando chutando bolas e
ganhando milhões é uma ofensa a nossa honra cultural. Ainda dizem que “Copa do Mundo”
enriquece a economia do País. Acredito que “cultura” enriquece um país.
Bauru... Acredito nesta sem limites!!!
Descobri que a nossa cidade possui uma beleza incomparável, com seu ar aristocrático de uma elegância que só ela tem, mostrando a todos que aqui chegam, que ela está de braços aberto para recebê-los. Onde tudo pode acontecer, alegrias em reuniões festivas, bares e restaurantes internacionais e regionais, teatros e museus espalhando cultura, shows, dando prazer nos musicais, onde podemos por para fora todas os nossos anseios e desejos.
A cidade é isto que nós vemos, o sol brilhando, o céu azul se tornando mais azul, apesar da poluição, o ar exalando o perfume da esperança. Há também a parte obscura das drogas, criminalidade, prostituição, violência. O pior desse submundo é que todos procuram esconder, mas ele existe e estão ai fazendo vítimas todos os dias. Ele está lá á espera de um pequeno descuido e quem ai entrar, tenha a certeza que dificilmente sairá com vida ou então com algumas marcas profundas se for esperto, pagando pela própria imprudência, sabendo que é um caminho quase sempre sem volta. Mas a cidade não tem culpa dos personagens que nela habitam e cada um tem inteira liberdade e responsabilidade de escolha de como viver ou morrer. Cabe a você ser o protagonista desta novela cidade.
Ela é assim calada observando tudo com um olhar de tristeza, da antiga ferrovia Noroeste do Brasil (NOB), sofrendo pelas depredações e sujeiras que pessoas sem escrúpulos e sem se importar com os sentimentos daqueles que a amam e lhes dedicam um grande respeito por tudo o que ela nos proporciona de bom em retribuição a nossa dedicação.
Apesar de todos os problemas ela está ai, a todo amanhecer a espera que seus personagens apareçam como se fosse uma miragem e comecem a se movimentar dando vida a essa pequena metrópole que não dorme, ela ouve nossas reclamações de tudo. Mas nós não conseguiremos viver sem ela, porque estará sempre em nossos corações. A famosa coração de São Paulo, cidade sem limites, conhecida pelo lanche bauru ou a cafetina Eny, famosa pelo grande bordel brasileiro.
Vontade de gritar bem alto na movimentada e congestionada avenida:
Te amo muito, eu confio em você apesar de tudo!
Mas a nossa estrada é diferente,o rumo trassado pra nossa vida são de lados opostos e eu vou seguir em frente, deixando as mágoas para trás e entender que se você se foi, não é pra voltar nunca mais.
Nosso corpo é o templo da nossa essência, quanto mais limpo e cuidado o templo, mais perfumada é a nossa existência.
Às vezes, no meio da vida, entre correrias e pausas, nós nos detemos. Vemos a vida, a nossa, a dos outros. Observamos, meditamos, fazemos silêncio.
Sempre fico confuso diante da pergunta que a vida nos faz: “Como vai você?”. É como se a pergunta fosse uma armadilha ou viesse já com a resposta inclusa; como se, em cada instante, tivéssemos de responder que estamos bem, que as coisas estão andando, que somos felizes.
Mas talvez não seja assim. Porque a felicidade não é este estado permanente de paz infinita que nunca alcançamos. A felicidade se compõe de momentos, de lutas, de sonhos, de fracassos, de tentativas, de esperas, de descansos, de encontros, de surpresas.
Às vezes, podemos pensar que nossa vida é cinza. Então é hora de lembrar do relato de Giovanni Papini, que escrevia sobre seu velho relógio parado às sete horas. Esse relógio, duas vezes ao dia, se unia a todos os relógios que, em sua louca correria da vida, paravam por um momento nesse ponto. No resto do tempo, ele permanecia imóvel, inútil, inservível. Mas havia momentos nos quais tudo encaixava e fazia sentido.
O escritor sabia que a vida está composta por momentos nos quais nos sentimos plenos, descobrimos um sentido, curtimos e sonhamos: “Também eu estou parado em um tempo. Também eu me sinto preso e imóvel. Também eu sou, de alguma maneira, um enfeito inútil em uma parede vazia. Mas desfruto de fugazes momentos em que, misteriosamente, chega a minha hora”.
E continua: “Durante esse tempo, sinto que estou vivo. Tudo fica claro e o mundo se torna maravilhoso. Posso criar, sonhar, voar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes do que em todo o resto do tempo. Estas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma sequência inexorável”.
Porém, junto a estes momentos de luz, de plenitude, há muitos momentos de silêncio, de espera, de anseio. A vida é assim.
E quando pretendemos viver tudo com a mesma intensidade, quando pedimos à vida o que ela não pode nos dar, quando nos desesperamos ao ver que não temos essa felicidade da qual tanto falamos, então, ao ver que, em muitos momentos do dia, nossa hora não coincide com a hora da vida, podemos acabar ficando tristes e sem esperança.
A vida tem muitos momentos de luz. Ah, se tivéssemos pelo menos dois momentos no dia como os desse relógio parado! Seriam muitos. O importante é pensar que Deus também está presente nesses outros momentos de cansaço, de rotina, de esquecimento, de neblina.
Sim, Ele continua aí, sustentando a sua vida. Abraçando os seus silêncios. Alegrando a sua espera. Sim, aí, quando ninguém parece enxergá-lo, você o vê, sorri e se alegra na espera. E sonha forte. E anseia intensamente. E talvez deseje que lhe perguntem: “Como vai você?”, para responder que está ótimo.
Agradeça pela vida. Ainda que às vezes você não a entenda. Ainda que às vezes você caminhe sem respostas. Construa com suas palavras. Sustente vidas estremecidas. Levante-se e alegre-se. Contemple em silêncio. Você tem luzes e sombras. Noites e dias. Chuva e sol. Como a própria vida.
E o relógio nos recorda que fomos feitos para o eterno. E que, na vida, vislumbramos tenuamente o que seremos.
É muito cômodo falarmos que nossa vida está difícil, que existem dificuldades intransponíveis. Muito fácil. Muito fácil usar esse discurso de fraqueza. O difícil é sermos imponentes, falar "ei vida, eu dobro essa aposta". A experiência nos mostra que não é à vida que tenta nos derrubar, é você mesmo com seu discurso de desistência. Só levante essa cabeça irmão e peça saúde para Deus, que assim, você mesmo busca seu pão. Seja imponente perante o mundo e austero consigo mesmo. Cobre-se como se o resultado do jogo dependesse somente de você. Aprendemos com semiótica o poder que um símbolo tem perante os outros. Seja forte, permaneça forte e demonstre força. Aprenda com o Leão, Rei da Savana, ele é muito forte, mas quem vai caçar são as leoas. Mas o leão é tão imponente, que raros são seus desafiantes.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final. Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De nos relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo? Fazer parte. Simplesmente fazer parte.
Nota: Trecho da crônica "Os Quatro Fantasmas" de Martha Medeiros
Aos meus pais,
Além das coisas desse mundo, além de tudo que nossa capacidade nos permita imaginar, existe um lugar onde o amor é mútuo e verdadeiro, onde há harmonia e os olhares transmitem serenidade. Existe um lugar onde todos os gestos são puros e honestos, onde o brilho dos olhos jamais desaparecerá e os sorrisos sempre estarão estampados na face de todos que o habitam. Foi nesse lugar que eu conheci vocês; e foi ali mesmo que decidi estar com vocês em todas as minhas jornadas. São muitas as moradas, inúmeras histórias, algumas perdas e incontáveis ganhos. A evolução foi bárbara. Mas estamos aqui de novo, juntos. E se estamos, é porque o amor mais uma vez superou barreiras, e nos permitiu existir assim, um ao lado do outro, novamente. E novamente, e novamente... O nosso amor é forte, é duradouro, infindável e puro. Obrigada por estarem comigo mais uma vez, por me permitirem ser filha de vocês e por fazerem parte da minha existência aqui, e em todos os outros lugares. Eu amo vocês, além das coisas desse mundo.
É fácil escrever para agradar os outros. Difícil é convencer a si mesmo de que algo da nossa própria autoria é realmente bom.
Amor e tempo convivem em sentidos opostos. O tempo passa e leva com ele a nossa vida; já o amor, quando a gente encontra a pessoa certa, traz de volta a vida que o tempo levou.
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