Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Só sei que a vida é um tecido fino, que a qualquer momento pode se rasgar!
Então faça o bem, viva bem!
Em cada quadrado, um verso...
e no branco a paz reluz,
os dedos da poetisa tricoteia o tecido
sem ter sido premeditado o amor à arte!
Sobre o tecido rendado das horas anjos bordam com fios dourados um cintilante dia novo. Com ponto cheio de luz vão entrelaçando uma cor na outra até dar forma ao amanhecer, que magestoso surge no horizonte reluzindo no sorriso do sol.
A epiderme de todos os estudos humanos é o tecido social, porque está abaixo das cicatrizes da vida humana.
Textualidade
Todo ser humano é um texto
Uma tessitura que se tece
Tecido que é trama
Uma trama de fios.
Cada linha, um caminho
Cada vírgula, uma parada
Cada ponto, um final.
Todo texto traz uma riqueza
Composto de muitas traduções
Próprios de cada vida
Vida de relatos, gêneros literários
Em verso e prosa.
Relevância cristã.
Uma gota minha de sangue é apenas o rompimento de tecido conjuntivo ...já uma gota de sangue de Jesus derramado na cruz representa a reconciliação e a salvação da humanidade.
Nas desventuras de momentos circuncidados de tristezas. Vejo o elo do amor sendo tecido em correntes de ouro forjado no fogo.
Contraste do coração mesmo vadio,
tecido nas areias do Saara... vulgo
termo partido solidificado nobre sonho
presado ardi o seresta da madrugada,
dito e feito sobre mais que o nada...
sementes lavradas pelo qual foi abandonada
sem mais ou menos detalho as folhas do passado,
seriam prólogos no extremo sentido
extraordinário pelo tato do olhar,
foste algo eterno amor abandonado.
Para realiza o pensamento do sabio, basta apenas mexer um fio, vai surgi um tecido... Mas se mexe no fio errado, você desmancha o tecido...
Vestígios
Sinto na tua camisa lavada,
neste tecido que abraço
a tua pele marcada,
do teu corpo que adormeceu
vencido pelo cansaço,
descansando sobre o meu.
Lanço o olhar àquela hora
em que o teu respirar se perdeu
no meu peito que agora
respira triste sem o teu.
E sobre este tecido que aperto
cai uma lágrima cansada
como um grito que cai certo
na tua camisa lavada!
Costurei-me de um tecido blindado, mas sei me rasgar quando necessito. Conheço todos os meus remendos e costuras tortas e jogo fora o que não me serve de uso. Minhas linhas têm cerol e ferem quem tenta me quebrar, porque eu aprendi a costurar meus caminhos desde cedo."
Tecido com o coração das longas hastes, colhidas às margens do Nilo, por diligentes fabricantes de papiro; lixado, desbastado e prensado, até o couro se transformar em pergaminho; abrigado, por tanto tempo, na escuridão das câmaras mortuárias das pirâmides egípcias e nas prateleiras tubulares da Biblioteca de Alexandria; copiado, à luz de velas, e das amplas janelas dos scriptoriums das abadias medievais, por gerações de monges que nele teceram a delicada e persistente trama dourada das iluminuras, desenhando, com longas penas de ganso, serifa a serifa, as letras dos textos bíblicos, da filosofia, da ciência, da história; escrito pelos revolucionários, contrabandeado pelos perseguidos, nau e asas dos injustiçados, leme dos que mudaram o mundo, o livro continuará, conosco, no futuro.
Nossos netos poderão achar os mesmos textos nas frias nuvens de bits, nas telas dos tablets e dos smartphones, ocultos nos algoritmos que as máquinas guardam e traduzem, até serem quebradas e derretidas para fazer novas memórias, placas e processadores.
Mas nada poderá substituir, ou superar, a sensação de imaginar, ao acariciar uma capa antiga, a vida de quem a encadernou.
De descobrir, ao abrir um volume de aventuras, a dedicatória, escrita, com esmero, a tinta de tinteiro, por um pai para seu filho de 10 anos.
Ou de localizar a letra do primeiro, do segundo, de um terceiro dono - nome, sobrenome e ano - como a marcar e afirmar, em uma lápide, ou numa carta jogada em uma garrafa ao oceano: eu existi. Como você, estive por aqui. Como você, tive este livro entre as mãos. Ria com ele, chore, aprenda e sonhe. Escreva seu nome nesta página de rosto. E aproveite a leitura.
O policial volante continua sendo um miliciano da Força Pública, mas o tecido que protege sua pele é modificado paulatinamente. Os sapatos são substituídos por alpercatas ferradas e com rabicho simples ou duplo, as roupas se tornam mais resistentes à vegetação local; panos para fazer torda (barraca) e o lençol, trançados na frente do corpo, dispostas em xis, cruzando o pescoço. Bornais cruzados e punhais passaram a fazer parte da indumentária do cangaceiro e da volante.
Você é o tecido da sua própria existência, o mundo é o seu caleidoscópio, e as combinações variadas de cores que a cada momento sucessivo se apresenta para você são as imagens estranhamente ajustadas de seus pensamentos se movendo sempre.
A vida é assim mesmo, um constante recomeço tecido por ciclos de chegadas e de partidas, de ganhos e de perdas. O início de um ciclo sobrepõe-se, necessariamente, ao encerramento de um outro. Choramos não só para aliviar a alma e o coração, mas também para nos curarmos. O que sobra depois disso, de cada vez que sucede, é o formato de nós mesmos e a essência com a qual moldamos o que nos rodeia. Gritamos para serenarmos. Silenciamos para falarmos. Cortamos para florescermos. Morremos para renascermos E, muitas vezes, ainda que cambaleantes e consumidos, agarramos com ambas as mãos a esperança que nos enche por dentro e vestimos-nos com uma coragem assombrosamente estonteante na busca de outros horizontes, de novos motivos e de renovados pensamentos.
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