Norte
Incerteza
Invariável
Norte
Complexidade
Existencial
Realça
Traços
Equivocados
Zona desconfortante
Adverso momento.
Inverno
Instante
É constante norte
Vertente extrema
Recomeçar dizendo não
Ao raso ordinário
Amor superficial.
Uma das vezes, estive a viajar de Belfast (Irlanda do Norte) para Birmingham (Inglaterra) ; lá no alto (dentro de um avião), estava a contemplar o acasalamento entre o nascer do Sol e as nuvens em uma manhã em movimento em relação ao ambiente, mas em repouso em relação ao avião, e comecei a dizer pra mim:
Como compreender grandeza de Deus, se a Sua Omnipotência vai além do entendimento humano (Salmos 145:3)? A mente humana é tão pequena para compreender como um Ser, que criou tudo (Salmos 89:11) e antes de tudo Ela existia (Salmos 90:2). Como entender Um Ser que tudo que Ele fala se torna? (Génesis 1:3-20). Como compreender um Deus que criou apenas um ser humano e deste os mais de mais de 7,7 biliões de habitantes tiveram origem, mas cada indivíduo é um ser único, com experiências e formas de vida diferentes?
Como compreender um Deus, que fez com que mais de 120 pessoas ( caso a hipótese seja a relatada em Actos 1,15-26) presentes ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em línguas que não conheciam, porque o Espírito Santo deu a eles a capacidade (Actos 2:4)? Como entender um Deus que ressuscita um homem (Lázaro) que o corpo já estava em estado de putrefacção, pois já estava sepultado havia quatro dias? (João 11:17-44).
Mais uma vez, os pensamentos de Deus vão além do entendimento meramente humano (Isaías 55:8-10). O homem não pode perceber, a obra que se faz debaixo do sol, por mais que trabalhe o homem para a descobrir, não a achará; e, ainda que diga o sábio que a conhece, nem por isso a poderá compreender (Eclesiastes - 8:17).
Mulher do norte é abençoada pela sorte, é forte e sem entorte, nem que quebre com a morte, nunca ruma em vão desnorte.
"Respire o amor em seu norte,tenha uma bússola de compaixão.Para te guiar em seus caminhos, não deixando os seus sozinhos,sem luz na escuridão.Que a caridade seja seu lampião,iluminando seu coração neste mundo em desalinho".
(Rodrigo Juquinha).
Louvo-te PÁTRIA AMADA!
De norte a sul,
de leste a oeste!
Dos pampas gaúchos, o rincão,
às praias do lindo nordeste.
Do serrado à Floresta Amazônica.
Louvo o teu POVO, terra adorada !
da nordestina alegria
ao jeito conservador do sulino.
Do natural da terra
aos imigrantes de tantas etnias
que aqui encontraram abrigo.
Oh! Meu BRASIL adorado!
honro e louvo teu sagrado chão.
Cika Parolin
Analfabetismo Virtual
O Analfabetismo Virtual ainda é o norte dos juízes que tentam julgar a internet!
Sereno
Serei em palavras
Em silencio inspirado
Versos e olhares
De aspirações do norte
Do meu caminhar
Do meu expressar.
Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.
Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados
Os ventos do norte não movem moinhos
E o que me resta é só um gemido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos,
Meu sangue latino, minha alma cativa
Somos subversivas porque não seguimos ninguém. Nosso norte é a nossa consciência crítica e nosso autoconhecimento.
Quando, nossos encontros estarão livres dos pacotes, pode ser, tudo mais que norte e melhor que sorte.
Talvez,
Com um pouco de sorte
Alguma bebida forte
E qualquer pista pro norte
Eu feiche esse corte...
...e com outro passaporte
Acorde
Dessa delícia de morte
A amência de nossos dias.
Escassez de conhecimento.
Discrepância.
Olhar árido sem norte.
Cantar de bacana.
Vícios de pobres.
Pobreza de ricos.
Remédios.
Martírio ,não suplicio.
Tortura da lei, justiça.
Que faltas.
Quatro direções sagradas
Norte. Sul. Leste. Oeste
Tudo é sagrado no Universo, assim aprendemos a viver a completa beleza de Ser.
Que somente o verdadeiro contato com a natureza pode trazer.
Se andarmos na palavra e ter Jesus Cristo como norte isso vai nos levar em lugares onde nunca imaginamos que poderíamos. Jesus é o caminho.
O doce amargo sabor da bela adormecida
Era uma vez uma moça, no estilo dos sonhos norte-americanos. Loira, de longos cabelos que criavam cachos nas pontas, de bons modos, nariz fino e ingênua. Cantava de forma lírica e era tão submissa que quase não tinha imaginação ou senso de humor. A princesa unigênita de um rico reino.
Quão doce que era a linda moça!
Inocente, um dia tocou uma agulha envenenada e caiu em sono profundo. Por séculos dormiu e tudo parou. Veio um príncipe e a beijou na esperança da moça acordar e se tornar a princesa dele, mas a moça não acordou. Veio outro príncipe e nada. Mais um. E outro. Vários outros.
Todos saiam desencantados. O que havia de errado com eles?
Nada!
O nome da moça?
O seu!
O nome da agulha?
Clonazepam.
E o nome do príncipe, sabe?
Também é o seu.
Acontece que no mundo real, tudo muda. Aliás, a Física e a Química provam que tudo está em MOVIMENTO. Por isso, permanecer parado para fugir do amanhã é ilusão.
E o sono profundo da doce Bela Adormecida causa uma dor profunda e num processo cíclico, ela em sua agonia, toca novamente na agulha. E ficamos como na música do Chico: “vendo pela janela a banda passar”.
De tão bela, a princesa ficou feia. Até a beleza muda. Porque o senso estético transforma-se.
Um dia ela acordou e viu as mudanças em torno de si. Desiludida, tornou a tocar na agulha. A moça vegeta legalmente aceita pela sociedade. Que condói-se, até taxar a esperança como fracassada.
Esse é o doce amargo da Bela Adormecida. Uma medicação inocente que eu e você deveríamos usar pouco tempo e de vez em quando, com muita precaução recomendada por um médico, de preferência psiquiatra.
Mas o Brasil tem tomado cada vez mais deste veneno.
Seja você o autor da sua história e não a torne uma estória. Se um dia for a Bela, saiba que a dor faz parte do pacote vida.
Torne-se seu príncipe salvador e deixe-se salvar!
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