Noite Estrelada
"Sussurros do Savana"
No silêncio da noite,
Onde as estrelas sussurram,
A savana desperta,
Com segredos que murmura.
As árvores dançam,
Ao ritmo do vento,
Folhas que sussurram,
Histórias que não conto.
No horizonte infinito,
O sol se esconde,
Deixando rastros,
De sonhos que se sonham.
Dádiva de um sonho
Flor Azul
Era meia noite...
E o céu brilhava entre as estrelas...
E no meu quarto...
Despi me e deitei me...
Confusa em meio a tantos devaneios...
De repente sinto um perfume no ar...
E como sempre...
Ele está lá...
Com uma Flor Azul em suas mãos...
A flor dos meus sonhos...
Olho assustada para a porta e ela continua trancada...
...Se aproxima de mansinho e já não sinto medo...
Me beija suavemente, enquanto coloca a flor em meus cabelos...
Acordo na manhã seguinte...
Nua, sozinha, com os lençóis em desalinho...
Meio atordoada...
Começo a acreditar...
Que tudo não passou de um lindo sonho...
Mas o cheiro da Flor Azul ainda está no ar...
Me cubro com um lençol...
Vou até a janela...
Olho para fora e nada vejo...
E nesse exato momento...
A Flor Azul cai do meu cabelo...
O tempo passa com rapidez...
Daquela noite não me esqueço...
Os sonhos são engraçados...
Pois, estão sempre a um passo da realidade...
Um dia abri a porta procurando uma saída...
E o encontro com a Flor Azul em mãos...
Novamente...
Invadindo a minha vida...
Na escuridão da noite as cortinas de nuvens se abrem revelando as estrelas da ribalta que iluminam o cenário exibido no palco da abóbada celeste, no qual a Lua apresenta o seu monólogo.
Ao olhar para o céu á noite posso ali ver sua silhueta
Nas pequenas estrelas que brilhavam igual ao olhar dos seus pequenos olhos castanhos
Se o tempo passasse igual em uma ampulheta
Eu poderia voar até você como meros aviõezinhos
Voar como a solitária Folha em uma brisa de outono
Com o tempo passando cada vez mais rápido
Quando percebo já estou no inverno em cima de um velho trenó
Debaixo das cobertas com o nariz entupido
Posso ouvi-la me chamando distante com aquela voz suave e doce,
Como uma boneca de porcelana
Me pedindo aquele famoso chá de erva doce
Poderíamos ir até sua cidade favorita Havana,
Se a vida te desse mais tempo.
Se o tempo parar
É como se as estrelas numa noite estrelada não me alumiassem...
Se negassem a clarear a solidão que está dentro do meu coração.
É como se a escuridão se tornasse mais escura e por isso se alegrasse.
É como se o sol escaldante... tórrido de uma tarde de verão minha fronte queimasse...
Até virar cinzas...
E com isso não se importasse.
É como se eu caísse em um abismo escuro...
E só mais abismo encontrasse...
É como se esta terra não mais me quisesse...
E pro mundo do nada me exportasse.
É como se nada mais importasse.
Se o tempo por um momento parar cogitasse.
É noite... noite fria.
Não há estrela guia.
Não se distingue nada.
Os ruídos da noite tomam uma sonoridade rouca.
Não há forças.
Coração tenta ser perseverante.
Mas suas tentativas não são o bastante.
Escolhas do passado
Seguiram o rumo errado.
Desejo que não me apontem direções censuráveis.
Que me deem escolhas certas.
Que me cerquem de caminhos planos... de estradas trafegáveis.
Que eu atinja – nem que seja uma pequena parte – de todos os meus planos.
Mesmo que eu cante triste.
Mesmo que às minhas mãos imponham limites de só um dia...
Sempre é mais um dia.
Mais uma chance.
Mais uma porta.
Mais uma via... mesmo que torta... que eu possa endireitar.
Vivo a esperançar.
Solitário
Como um lobo solitário
vago pelas ruas da cidade.
As estrelas, à noite, são meu guia.
O vento, durante o dia.
Becos sem saídas.
Esquinas apontam nenhum lado.
Caminhos errados.
Um cão abandonado.
Memórias de memórias.
Sentimentos no passado afogados.
Falta-me identidade.
Bailarina
É frio.
Quanta dor já suportei.
A noite brilha foscamente com o brilho das estrelas e da lua, que volta e meia desaparece por detrás das nuvens.
Quanta dor já suportei: errei, caí, me levantei, caí outra vez... errei.
Meu corpo se aconchega ao teu.
Tuas mãos a me acariciar.
Tu forte a me tornar.
Quanta dor já suportei: caí, levantei, retornei, insisti, ensaiei, acertei.
Uma sinfonia nossa sintonia…
o melhor som no ar a espalhar.
Tua companhia tudo encanta...
Um suave sussurro a me encantar.
Bailarina: sauté, panchée... grand jetés, pas-de-deux... sou eu nos teus braços alegremente a bailar.
Venha me buscar
As estrelas e a lua anunciam,
Deixa esta noite chegar...
Se eu te amar hoje
Amanhã nós seremos um só.
Eu te aguardei ansiosamente,
Você demorou tanto a chegar...
Achei que era pra ficar
E que viera me amar.
Mas partiu sem me levar,
Tão rápido se foi
Que nem de mim se despediu...
Veio só pra machucar meu coração.
E no repente em que se foi
Eu a anseio ver voltar...
Se não for para ficar,
Ao menos venha me buscar.
Edney Valentim Araújo
Acelerei!
Se a ansiedade fala-se diria, vêm logo!
A noite está linda e estrelada, o perfume já está na pele, a moto só tá esperando tua ligação dizendo, "tô pronta".
A respiração continua ofegante, a adrenalina de reencontrar este belo rosto tá me deixando louco.
E de repente uma mensagem chega no zap,
Vêm me buscar amor, tô aqui pronta e te querendo.
Acelerei!
Fica
A vantagem de estar com você é perceptível numa noite estrelada pois o brilho das estrelas fica mais rico.
Pensante
Uma noite, a lua cheia, a solidão, lágrimas,
Estrela cadente passando , uma vida sendo vista na velocidade de um relâmpago,
Muitas estrelas, as árvores balançando, um sonho, o paraíso.
"Na noite escura, uma luz
Riscou o céu
Sinal em forma de estrela
Levando até onde
Nascia Jesus.
Na manjedoura humilde
Palheiro menor, abrigava
humana forma
do Amor Maior
Sorri a criança, o pequeno Jesus
Que trouxe esta noite
para a Humanidade
a libertação
... e a Cruz."
Na vastidão de uma noite sem fim,
Escuridão acalenta o olhar que desistiu.
Mas ah, as estrelas, em seu sutil brilho assim,
Acendem os corações que o mundo reduziu.
Você, minha estação inesperada,
Traz o verão aos dias de meu inverno interno.
Chove lá fora, mas em mim, estiada,
Pois em teu sorriso, encontro o sol eterno.
Mas paira a dúvida, neste ar rarefeito,
Será amor ainda o que em meu peito palpita?
Ou sou como a chama que, ao vento, é desfeito,
Sem saber se aquece, se queima, ou se evita?
Você tenta, ó sim, com todas as forças reais,
Manter a chama que a vida às vezes tenta soprar.
Mas o que somos nós? Meras faíscas banais,
Ou talvez o crepitar de uma fogueira ao luar?
Seríamos nós faísca encontrando sua palha,
Pronta para ascender em fogo fulminante?
Ou somos a brisa fria, que não falha
Em extinguir uma vela, suavemente hesitante?
O amor, esse enigma, entre luzes e sombras jaz,
Pergunto-me, entre o brilhar e o apagar,
Seremos nós o fogo que arde capaz,
Ou apenas a brisa fria a oscilar?
No fim, resta a beleza da incerteza,
De não saber se queimamos ou se somos a brisa.
Mas em cada interrogação, uma certeza:
É no buscar, não no achar, que a vida se eterniza.
Em cada composição de Matheus, uma galáxia é tecida,
Orquestrada com estrelas que na noite são ouvidas.
Sua música, um universo em expansão constante,
Ecoa pela vastidão do espaço, sublime e vibrante.
As notas são como cometas cruzando o firmamento,
Desenhando arcos de luz em seu fugaz momento.
A melodia, um buraco negro que atrai e envolve,
Engolindo tristezas, em seu mistério se dissolve.
Harmonias são constelações alinhadas no céu noturno,
Guiando corações perdidos com seu brilho taciturno.
Cada acorde é um pulsar de estrelas nebulosas,
Nasce, cresce e explode em cadências maravilhosas.
Matheus, o astrônomo das cordas celestiais,
Explora dimensões emocionais, universais.
Seu telescópio é o piano, que revela com clareza,
A beleza infinita da natureza cósmica da tristeza.
Assim, em cada escuta, uma viagem estelar,
Um convite para sonhar e no cosmos navegar.
A música de Beethoven, um meteoro em voo,
Ilumina a alma, num espetáculo eterno e novo.
Não ame!
Noite estrelada e minha notificação silenciada.
A lua clareou e ele me amou.
O sol irradiando e ele me odiando.
A constelação é tão distante que ele levou à minha paixão ao insignificante.
Muitas revelações sem emoções.
Então, o resultado é a soma dos fatores, gerando valores ou dores.
A noite
A lua
A luz apagada
E os pensamentos acesos
Nítidos como estrelas cadentes além do tempo ⋆✡⁎✯⋆✡
Estrela Flamejante
Estrela flamejante,
De hoje em diante
Serás o minha guia,
De noite e de dia;
De-me sabedoria,
Mesmo com sacrifícios,
Para cavar masmorras
e vencer os meus vícios,
Estrela guia
Símbolo de elevação moral,
Guia-me a pedra filosofal.
Proteja-me sempre do mal,
Leve-me ao caminho do aperfeiçoamento individual;
O Estrela Flamigera com toda sinceridade,
Guia-me a retidão que leva à verdade,
Não deixe que as forças e os perigos possam desvirtuar nem o homem mais sábio de todos os sábios,
Não pare de brilhar!
Ainda q as nuvens cubram a lua e as estrelas.
Jamais impedirão q as noites sejam belas.
Q o lindo pomar torne o luar resplandecente.
Assim como te tenho na mente.
