Noite Estrelada

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FOR ANGEL

Essa é uma noite triste
Apesar do céu estrelado e dalua,
Me sisnto triste
Sim, triste pela distância
Triste pela sua ausência
Triste pela saudade de seus beijos
e o calor de seus abraços

Lá fora sobra uma brisa suave
E no barulho do vento ouço sua voz
E penso na Lua
Lá em cima, solitária
Sim sozinha como eu estyou agora

Quem derea o tempo não fosse tempo
E a dinstância não fosse longe,
Pois poderia te buscar neste momento
E minha dor passaria

E eu seria feliz como fui um dia
Mas essa, é uma noite triste

Inserida por Milgrobe

Suavemente sinto tuas mãos nas minhas. Naquela noite com estrelas nos olhando, trouxemos nossa atenção a nós, nossos corações ficaram sorrindo. Teu abraço em um segundo me acalmou, a chuva parou, ficamos assistindo os pingos caírem. Desejamos até à morte que nossas vidas não acabassem ali, a respiração por um instante preferiu não sair, esperávamos ser invisíveis, não queríamos palavras, ouvir nada, não precisavámos de nossos corpos. Sonhávamos parados, lemos nossos rostos, tão amarelos, verdes, azuis, vermelhos. Era muito mais que pudéssemos suportar, aprendemos em momentos a felicidade, nossos inimigos continuavam se movimentando, mas para nós estavam intactos. Éramos apenas seres frágeis, findados, tão fáceis. Nosso respirar se misturava com a luz, a invasão de nosso mundo era o que nos amendontrava. Ele estava morto. Enfrentamos o frio, mas não deixavámos que ele nos gelasse por dentro. Vimos arco-íris, o sol nos queimou, o céu era mais azul que de costume, os bancos vazios, as vidas se esvaziavam bem na nossa frente. Éramos pequenos ao mundo, tinhámos nossa folga, indagávamos, pensando tanto, se aquilo acabaria, se era um sonho claro, olhos nos olhos estávamos unidos, o relógio parara, o tempo já nos isolava. Cheios de remorso, hesitamos andar um pouco, mudar e desistir de parar. Você fumou dois a três cigarros, me ofereceu, mas meu vício já me tinha parado, mas eu aproveitava aquelas pausas como chances de eu te observar se mover, em frente à fumaça, olhando o nada, com aquele gosto, o seu braço em mim. Foram dias que ficamos sentados, enquanto aquele meu sonho se realizava (eu nem ao menos acreditava), não nos deslocávamos, não estávamos prontos, preparados pra cada murmúrio, ao mundo que nos feriria e nos mostraria o caminho árduo e somente de continuar. Preferimos sentar, nos abrir pra cada um. Uma vez ou outra, alguém nos encontrou, nos chamou, mas não era nenhuma obrigação os seguir. Éramos constantes, contavámos nossas histórias de redenção, parecidas, e nossas aventuras até então eram como melodias. Até que por tempos ficamos calados, olhando, pupila a pupila, experimentando tudo aquilo, entrelaçando nossas mãos, passando os dedos em nossas bochechas, olhares fixados ao nosso relento, tão simples, fundo e secreto. Éramos criaturas em um filme, coadjuvantes, pedintes. Nosso riso era alimento pra alma, nossos corações como cordas. Houve um dia em que não havia ninguém na rua, numa noite calorenta, e nos abraçamos como duas crianças carentes, solitárias, e eu já não podia mais me soltar de você, aquilo significou mais do que um banal afeto. Eu senti seu palpitar mais rápido, esqueci todo e possível ser humano, eu te olhava com deslumbre, me aquietava, e, por fim, nos desprendemos num impulso tão leve. Não sabiámos se já tinhámos sentido tal abraço, você me aquecia, era o que necessitavámos. Eu passava a mão no seu cabelo, e, sem perceber, a sua boca já era minha, o cheiro da sua pele já tinha entrado na minha, eu te apertava cada vez mais forte, tudo a nossa volta era tão vago, custavámos a nos mover um passo, marchávamos lentamente, nos abraçavámos com um ritmo mais quente, nossos corpos se entendiam como um grupo perfeito, como a música mais bela, a primaveira mais limpa. Nosso beijo nos cegou por várias vezes, eu não tinha pressa, as sombras não mais nos refletia, seus traços eram apenas tocados pelas minhas mãos, olhavámos resignados, como na primeira vez, um ao outro, como num passo à liberdade. Às vezes paravámos, na pausa do estranhamento, dos sonhos que ainda não tínhamos criado pra nós mesmos, e conversávamos qualquer asneira, mas sempre não aguentavámos a pressão daquelas conversas. Nossos gestos já eram interpretados como vindos daquele mesmo momento, o tempo não era nada, as ligações já não mais eram atendidas. Estávamos tão sóbrios e saudáveis ao mesmo tempo! Começamos tarde, vimos na nossa apreciação a saudade. Estavámos altos, drogados com nossos próprios rostos e atos. Nos enxergamos ao máximo. Tínhamos toda aquela cor nova, viva, a beleza não cedia seu encantamento a nós, eu começava a te sentir como nunca. Como nunca senti alguém, como nunca acreditei.
E sempre lembro-me de um sábado distante; sentamos em um banco, conversamos. Aquela conversa me disse tanto, me encantou, despertou. Nada pareceu real, ainda não parece real. Embaixo de um céu escuro, fitavámos a nós, você sussurrava, pareciam palavras ensaiadas, disse que estava viciado em mim, não tinha mais jeito, e eu, no coração dizia o mesmo. Em um outro dia, sentimos um ar fresco, novo, diferente, doce e marginal ao mesmo tempo. A velocidade aumentou, nossos corpos se uniram como nunca, olhamos todas aquelas estrelas, você discordou da sua melancolia, falamos de livros, comunismo e outros ismos, história, amigos; rimos como nunca nos vimos rir. Eu já não mais acreditava no seu rosto nem na sua presença. Vivíamos com as palavras tarjadas, lúcidas porém tão linfáticas. Impugnavámos em nossa própria impureza, nossas incertezas eram nossa histeria momentânea, grandiosa e envolvente. Às vezes atreviámos a colocar nossos corações à prova, perplexos e com medo de nosso marejar, com um temor de amar, doídos, éramos um ultraje a esses medos. Lúgubres vimos tudo, sempre submissos àqueles instantes.
Mas no último dia, encontramos as minhas fraquezas. Você foi embora. Não partiu; demorou um pouco a se despedir, soltou um "até mais". Acreditei que não tinhámos nos acabado. Você disse que ligaria, e por tantos dias, senti o seu desapego, o seu corpo já não era mais meu, seus olhos tinham ido embora de mim, a sua saudade a mim era tranqüila, e aquilo tornou-se minha fadiga. Sinto que parte foi culpa minha, não corri ao lado do que devia, fingia que tinha-me esquecido, eu não falava mais contigo, e você idem; e então você surgiu novamente e repentino na coragem com a novidade que fincou em mim. Ante à ligação, ao "...tá bom." que pareceu tão fácil, na superficialidade daqueles segundos, minha resposta, com desprezo, não sei se ficou contigo, ou apenas em mim, ou em nada significou. Sua falta de importância foi o resultado de eu soltar minhas lágrimas por no máximo dois ou 5 minutos. Me levantei, admiti entristecida que me feri e me doí mais uma vez, com mais uma chance, não tive a coragem de olhar no espelho, meus olhos estavam arrependidos e cansados. Meu fardo me deixou, ele se foi, por meu simples e sofrêgo pedido. Me recômpus, me venci, saí de casa, andei e a vida não parou. Penso ainda hoje, de cada dia, minuto, com esses meus sofismos agudos a este ode que lhe faço. Nas entrelinhas ainda nos entendemos, reconhececemos o que devemos um ao outro, desde o primeiro dia que vi seu rosto, infinito, me encarando. Ainda tento descobrir se te aproveitei por completo.
Nunca mais teriámos dias como aqueles. Pelas nossas escolhas, nunca nos tivemos mais. Apenas nossas esperanças nos devorara, nossa escuridão tinha sido criada, evidente no nosso necrológio. Depois daquela última ligação nos falamos raramente, apenas simpáticos, envergonhados ou não. Já nos éramos inúteis. Parei de te procurar, não te parabenizei por nada, entretanto sempre te achara (e eu te acharei). Em mim as lembranças continuaram correndo, só a mim elas restam, nessas nossas noites escurecendo. E achei que meus inimigos nunca mais nos encontraria. Me encontraram. Eu nunca pensei que eu seria tua. Meu engano do pensamento foi meu pagamento.
Estamos perto, longe, distantes, amantes. E que minha calma, desespero e alegria, seu tédio e nossa melancolia estejam presentes no nós irreconciliável. Até mais, até o dia que nos virmos outra vez; entre o mistério desses dias que nos passaram, atropelaram, nas ruas do tempo e do sentimento, da escassez da ternura que vivemos, as lembranças me têm, perdidas, sem censura, nosso momento único e feliz; você.

Inserida por lorrstna

Eu não vejo Deus – Mas que me importa – Tem noites que não vejo as estrelas – Entretanto, mesmo não as vendo - elas estão La no céu.

Inserida por eugeniofortes

Nossa Senhora de Fátima, tu és a luz do meu dia, e as estrelas da minha noite. (Htá,31/07/2008)

Inserida por helderaraujo

Venha vamos curti esta noite maravilhosa
Dançar ao som de nossa velha musica
As estrelas vai ser nossa platéia luminosa
vamos fazer de tudo para não retirar de nossa memória

Inserida por thiagofrsilva

. e mais um dia comum se passa sem você aqui, a noite permanece cheia de estrelas e cada uma delas eu lembro de um momento inesquecivel que vivemos juntos, cada passo, cada plano, cada esperança, cada dia, que nós sonhavamos em ser pra sempre, cada memória que eu faço questão de guardar apesar de você não merecer, quero guardar todas elas pra um dia eu ter a certeza que eu vivi momentos únicos ao seu lado, pra nunca esquecer que você me mudou, me fez uma pessoa melhor, apesar das decepções vivemos momentos lindos quais eu quero guardar com muito carinho, hj nada disso tem mais valor pra você, as coisas mudaram cada um foi pro seu lado, você vive uma vida longe de mim , os seu planos mudaram ,outras pessoas tomaram o meu lugar na sua vida e parece que tudo oque vivemos juntos você jogou fora ! simplismente esqueceu, e eu não intendo porque ainda incisto em nóis, não intendo porque ainda passo horas do meu dia pensando em você , NÃO INTENDO ! SIMPLISMENTE NÃO INTENDO !, eu queria intender porque tudo acabou ? porqueê ? eu não intendo porque tudo acabou com um eu sem você ?

Inserida por CarolinaRodrigues

A estrela mais bonita.
Que mais parece um ponto de luz,
Que brilha e irradia,
Enfeitando a noite antes de raiar o dia.
Minha companhia ao caminhar na rua.
Observa-me toda a noite,
No alto que não alcanço,
O céu, no infinito,
É o que há de mais bonito.

Inserida por AlineBastos

Cetim

Verão, noite quente céu estrelado,
janelas abertas, a cama desarrumada,
travesseiros soltos pelo chão.
Envolta em um suave cetim carmim,
estás.
Palavras de amor , perto do teu ouvido
digo, as ouves, te espreguiças, enquanto
que o cetim que te envolve o corpo, aos
poucos vai caindo.
Me acerco mais de ti, e aos beijos sobre
teu corpo viajo.
Sinto o calor que ele tem, essa pele úmida
deixa meus lábios em fogo, sinto que estremeces.
Os lábios meus que percorreram teu corpo todo
agora perto de tua boca estão, a entreabres e
pedes o beijo quente, que nela coloco.
Sentes que minha língua a tua procura, e juntas
se enlaçam, começas a te soltar, passas teus braços
em mim , me abraças, e aos poucos em movimentos
lentos, nos tornamos um, és minha enfim.
Desta noite linda cheia de um amor doce e gostoso
ningúem soube.
Segredo sómente de um lençol vermelho, de cetim carmim.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasi
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

"No iluminar das estrelas a noite, ouço meu pai tomando a última xícara de café e vendo o último jornal. Passaram-se duas horas e agora ouço os gatos andando sobre as telhas. Já se passaram mais algumas horas e eu comecei a pensar na vida, no meu futuro, cheguei a pensar em meus filhos correndo sobre a grama verde e uma cesta com frutas e "sem preocupações" para beber com gelo e limão. Se passou uma hora e ouço o caminhão da padaria chegando com mais produtos e já consigo sentir o cheiro da primeira fornalha quente de pães, por um instante, senti arrepios e puxei a coberta. 7:30 chega e eu lembro que só tenho 10 minutos para dormir... 6:30 eu acordei e minha mãe disse -"Sonhou com o que, hoje?"

Inserida por mariahcury

Aproveite a noite escura para ver o brilho das
estrelas.

Inserida por FatimaGiffoni

A noite vai esplêndida...
...ao longe a vista céu de estrelas...
Praia... Mar. nada se vê...
Apenas o cheiro de chuva brisa de jasmim...
Há dessa imagem... o silêncio de mim...somente o
marulhar das ondas..
Qual voz que faz estremecer e que apaixona...,
Absorta e saudosa na minha varanda...

Pergunto-me: "Por que sofres? O que é essa dor desconhecida?"
E eu melancolicamente suspiro!

Queria que pensasses em mim...No júbilo selvagem
De uma noite assim...ardente...
Gostaria de ter naquele momento teu sorriso
Embriagado de amor e desvairado....a falar-me palavras de amor...
Na madrugada...

Inserida por celinavasques

Cálida pelas estrelas pairando no ar
A noite caíra tímida como a chama que acaba por ser fagulha

A paisagem noturna, nos olhos dela brilhava
Nos meus, a imagem dela bastava

Deitados sobre a relva
parecia que o mundo não era nada além do que víamos
Mas na verdade, nada do que víamos era o mundo

Pensamos que sabemos o que somos
Então falei o que eu pensava ser
Mas ela não falou
Ela sabia que não éramos
o que acreditávamos ser

O silêncio veio então a sobrepor as palavras
E os mistérios que aquela noite nos apresentava
Estavam sendo enterrados em túmulos onde tudo tinha um fim

Aos poucos a solidão foi ocupando tudo ao nosso redor
Deixando a sensação de que éramos desconhecidos
Pois sabemos que o desconhecido tem sentido
E sentido, é o que sempre buscamos em um mundo onde tudo está nos engolindo

Inserida por poetanonimo

Espera

Oh! Estrela solitária
Na noite de solidão
Por que o teu silêncio fala
Se silente está o coração...
A poesia na inação se cala
Vazia está na inspiração
Não brada nada!
Deixe quieta a emoção
Vou deitar a saudade
No colo da afeição
Sem nenhum alarde
Sem noção e razão
Irei sonhar banalidade
Assim, na espera, nada em vão!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
12/07/2015
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Estrelas iluminam a noite
para que possas sonhar
elas são presentes do Criador
eterno manto a te aconchegar

Inserida por neusamarilda

E no silêncio da noite, quando as estrelas sorriem para mim, eu lembro de você.

Inserida por LoislanFernandes

Noite estrelada

No escuro do meu quarto me escondo da solidão, me agarro na esperança, me Refugio no amor ,busco no brilho das Estrelas... A paz no prateado da lua encontro a tranquilidade de uma noite infinita e harmoniosa do meu ser ,olho para as estrelas busco seu caminho, não penso na sua partida logo o amanhecer virá e com ele virá ao sol aquecer sentirei a força da vida mais uma vez seguir meu caminho com toda a fé e coragem de mais um dia! Licia Madeira

Inserida por LICIAMADEIRA

É noite no cerrado

Cai a noite no cerrado
E o silêncio floresce
Estrelas lado a lado
Da lua que se oferece

Junto vem a melancolia
Inundando o imaginário
De sonolenta monotonia
No poetar de um solitário

Já não se ouve a vereda
Comigo o breu algemado
O sono na inação enreda
Na noite que cai no cerrado

Luciano Spagnol
Fim de maio, 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Quando você sai à noite e olhar para o céu e contemplar uma estrela, lembre-se de mim que mesmo longe estarei olhando para você.

Inserida por sergiocancioneiro

EU e TU.
Eu o Sol, tu a minha adorada Lua,
À noite,toda rodeada de estrelas, tu beijas a rua,
E eu, o Sol, embriagado de amor, contemplo e beijo a imagem tua.
Márcio Souza.

Inserida por marsouza42

Como a noite a atrai...
ela é aquela estrela, leve estrela,
que vaga pela noite, brinca de criança,
Eles adoram ela, ela se joga,
ela confia neles, eles se entregam.

As noites eram únicas, se tornaram
INESQUECÍVEIS!

Triste, decepção, sem amigos
Mas eles estão sempre lá, eles!
Eles adoram ela, eles querem ela,
não sofrem por ela, não amam,
mas querem, desejam ela!

Então em uma vez, ela se tornou inesquecível,
inesquecível como sua noite, veio então dizer:
-Adeus, meu amor, meu último amor, por quem me entreguei
Vou embora, eles me adoram, você também me adorava,
naquele som de chuva, a gente dançava, porém, você

-Se foi...

Inserida por NivianKS