Noite Estrelada
A espera da Estrela
Nesta noite clara de lua,
olhando o céu,não vejo aquela estrela...
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quem sabe,cintilante com é,saiu pela rua
e foi até a Praça da "Imensidão do Espaço"
com orgulho do seu inconfundivel brilho,
entre as galáxias, exibe seu belo riso
e com seu firme e resoluto passo,
seduz um outro distante planeta!
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Mas, espero que, no proximo luar
o brilho castanho do meu olhar
pela força da luz do meu te amar
traga de volta a rediante estrela
ao seu antigo e singelo planeta!
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E juro que estarei no nosso lugar
onde a felicdade caminha
a tua espera, no meu lento caminhar
pelas areias doiradas da "Praia de Camboinha"
Uma estrela, uma única estrela foi o que vi aquela noite. Engraçado, não? Tão grande este céu, tão pequena esta estrela. Porém, tão brilhante. Teu brilho iluminava toda aquela imensidão escura... E trazia um tanto de esperança para dentro de mim. Exatamente o que necessitava no primeiro dia de fevereiro. De brilho, e esperança. Porque força... Bem,essa eu já havia cansado de necessitar.
Toda noite tem a sua estrela, todo dia tem a sua nuvem, todo doce tem sua colher de açúcar, todo amargo tem seu limão, todo salgado tem sua pitada de sal, todo mendigo tem seu papelão, todo rico tem seu conversível ... e eu tenho nada, e só terei quando tu se apresentar a mim, minha futura mulher.
E quando a noite trás as lembranças dos seus cabelos negros, eu olho para o céu e vejo nas estrelas o brilho dos seus olhos e o seu sorriso desenhado na lua.
Olhei para as estrelas do céu, pensando na noite, na escuridão que caia lentamente sobre o dia, estrelas tão brilhantes, formam um sonho de menina. Talvez, em outra época, não tinha sido assim, porém o homem só, tivesse tido fim.Eras passadas, eras vividas, eras jamais perdidas,eras jamais esquecidas.Talvez “naquela era” eu olhasse pro céu diferente, talvez com algum medo, talvez com saudade de gente.As eras passadas,infelizmente jamais voltarão,pois a modernidade chegou e levou junto consigo, aquela ilusão.A ilusão que talvez o homem tenha tido algum dia, sendo um adulto-criança, apenas vivendo, ele sorria. Eras de escuridão,e, sobre o oceano azul, talvez houvesse luz. A ilusão que talvez o homem tenha tido algum dia, sendo um adulto-criança,apenas vivendo, ele sorria.Eras de escuridão,e sobre o ceu azul.talvez houvesse luz.Nunca vivi essas eras, mesmo assim tenho saudade, talvez numa brincadeira de menina, esse sonho vire verdade.
Aquela noite, eu havia pedido a uma estrela do céu que o deixasse próximo a mim, todos os dias até o fim de nossas vidas. Tolice minha achar que uma estrela havia de conceder pedidos... Estrelas são apenas luzes de esperança que habitam o céu, são pessoas pequeninas que se foram, e hoje com tão radiante brilho, nos dão coragem e paciência para seguir tão assustadora estrada de perigos[...]
“Foi em uma noite estrelada de luar, quando eu estava em profunda solidão e os números não falavam mais comigo, que os céus se abriram e desceu sobre mim as mais lindas estrelas cintilantes do céu. E vi suas belezas, que me influenciaram a escrevê-las em palavras douradas a todos vós.”
Quando as estrelas aparecem, o sol encabulado se esconde, é quando o escuro da noite vibra as notas que vem do coração.
Como alguns meteoritos que surpreende nossos olhos ao riscarem o céu em noites estreladas, assim são algumas pessoas, que no meio tantas constelações, elas gravam sua presença não só nos olhos, mas nos corações de quem as amam desde a primeira vista.
NASCIMENTO
TUDO NASCE:
O sol para brilhar
A lua para enfeitar a noite
As estrelas para das um toque especial
As flores para enfeitar o jardim
O riacho para matar a sede...
VOCÊ TAMBÉM NASCEU:
Para brilhar
Enfeitar
Dar um toque especial
Para matar a sede de justiça...
CRISTO NASCEU UM DIA EM BELEM PARA MOSTRAR O BEM...
Que neste Natal você deixe CRISTO nascer
Pois só assim o amor irá florescer
Então você irá
Brilhar
Enfeitar
Dar um toque especial
Matar a sede de justiça
E será muito mais feliz...
Feliz Natal
Feliz Natal
Feliz Natal
Estes são meus votos.
Se todoo dia fosse belo se cada noite
Estrelada se todoo amor fosse verdadeiroo
Se toda fome fosse alegria
se todoo préconceitoo fosse ironia.
Pálida estrela, casto olhar da noite,
diamante luminoso na fronte azul do crepúsculo,
o que vês na planície?
FOR ANGEL
Essa é uma noite triste
Apesar do céu estrelado e dalua,
Me sisnto triste
Sim, triste pela distância
Triste pela sua ausência
Triste pela saudade de seus beijos
e o calor de seus abraços
Lá fora sobra uma brisa suave
E no barulho do vento ouço sua voz
E penso na Lua
Lá em cima, solitária
Sim sozinha como eu estyou agora
Quem derea o tempo não fosse tempo
E a dinstância não fosse longe,
Pois poderia te buscar neste momento
E minha dor passaria
E eu seria feliz como fui um dia
Mas essa, é uma noite triste
Suavemente sinto tuas mãos nas minhas. Naquela noite com estrelas nos olhando, trouxemos nossa atenção a nós, nossos corações ficaram sorrindo. Teu abraço em um segundo me acalmou, a chuva parou, ficamos assistindo os pingos caírem. Desejamos até à morte que nossas vidas não acabassem ali, a respiração por um instante preferiu não sair, esperávamos ser invisíveis, não queríamos palavras, ouvir nada, não precisavámos de nossos corpos. Sonhávamos parados, lemos nossos rostos, tão amarelos, verdes, azuis, vermelhos. Era muito mais que pudéssemos suportar, aprendemos em momentos a felicidade, nossos inimigos continuavam se movimentando, mas para nós estavam intactos. Éramos apenas seres frágeis, findados, tão fáceis. Nosso respirar se misturava com a luz, a invasão de nosso mundo era o que nos amendontrava. Ele estava morto. Enfrentamos o frio, mas não deixavámos que ele nos gelasse por dentro. Vimos arco-íris, o sol nos queimou, o céu era mais azul que de costume, os bancos vazios, as vidas se esvaziavam bem na nossa frente. Éramos pequenos ao mundo, tinhámos nossa folga, indagávamos, pensando tanto, se aquilo acabaria, se era um sonho claro, olhos nos olhos estávamos unidos, o relógio parara, o tempo já nos isolava. Cheios de remorso, hesitamos andar um pouco, mudar e desistir de parar. Você fumou dois a três cigarros, me ofereceu, mas meu vício já me tinha parado, mas eu aproveitava aquelas pausas como chances de eu te observar se mover, em frente à fumaça, olhando o nada, com aquele gosto, o seu braço em mim. Foram dias que ficamos sentados, enquanto aquele meu sonho se realizava (eu nem ao menos acreditava), não nos deslocávamos, não estávamos prontos, preparados pra cada murmúrio, ao mundo que nos feriria e nos mostraria o caminho árduo e somente de continuar. Preferimos sentar, nos abrir pra cada um. Uma vez ou outra, alguém nos encontrou, nos chamou, mas não era nenhuma obrigação os seguir. Éramos constantes, contavámos nossas histórias de redenção, parecidas, e nossas aventuras até então eram como melodias. Até que por tempos ficamos calados, olhando, pupila a pupila, experimentando tudo aquilo, entrelaçando nossas mãos, passando os dedos em nossas bochechas, olhares fixados ao nosso relento, tão simples, fundo e secreto. Éramos criaturas em um filme, coadjuvantes, pedintes. Nosso riso era alimento pra alma, nossos corações como cordas. Houve um dia em que não havia ninguém na rua, numa noite calorenta, e nos abraçamos como duas crianças carentes, solitárias, e eu já não podia mais me soltar de você, aquilo significou mais do que um banal afeto. Eu senti seu palpitar mais rápido, esqueci todo e possível ser humano, eu te olhava com deslumbre, me aquietava, e, por fim, nos desprendemos num impulso tão leve. Não sabiámos se já tinhámos sentido tal abraço, você me aquecia, era o que necessitavámos. Eu passava a mão no seu cabelo, e, sem perceber, a sua boca já era minha, o cheiro da sua pele já tinha entrado na minha, eu te apertava cada vez mais forte, tudo a nossa volta era tão vago, custavámos a nos mover um passo, marchávamos lentamente, nos abraçavámos com um ritmo mais quente, nossos corpos se entendiam como um grupo perfeito, como a música mais bela, a primaveira mais limpa. Nosso beijo nos cegou por várias vezes, eu não tinha pressa, as sombras não mais nos refletia, seus traços eram apenas tocados pelas minhas mãos, olhavámos resignados, como na primeira vez, um ao outro, como num passo à liberdade. Às vezes paravámos, na pausa do estranhamento, dos sonhos que ainda não tínhamos criado pra nós mesmos, e conversávamos qualquer asneira, mas sempre não aguentavámos a pressão daquelas conversas. Nossos gestos já eram interpretados como vindos daquele mesmo momento, o tempo não era nada, as ligações já não mais eram atendidas. Estávamos tão sóbrios e saudáveis ao mesmo tempo! Começamos tarde, vimos na nossa apreciação a saudade. Estavámos altos, drogados com nossos próprios rostos e atos. Nos enxergamos ao máximo. Tínhamos toda aquela cor nova, viva, a beleza não cedia seu encantamento a nós, eu começava a te sentir como nunca. Como nunca senti alguém, como nunca acreditei.
E sempre lembro-me de um sábado distante; sentamos em um banco, conversamos. Aquela conversa me disse tanto, me encantou, despertou. Nada pareceu real, ainda não parece real. Embaixo de um céu escuro, fitavámos a nós, você sussurrava, pareciam palavras ensaiadas, disse que estava viciado em mim, não tinha mais jeito, e eu, no coração dizia o mesmo. Em um outro dia, sentimos um ar fresco, novo, diferente, doce e marginal ao mesmo tempo. A velocidade aumentou, nossos corpos se uniram como nunca, olhamos todas aquelas estrelas, você discordou da sua melancolia, falamos de livros, comunismo e outros ismos, história, amigos; rimos como nunca nos vimos rir. Eu já não mais acreditava no seu rosto nem na sua presença. Vivíamos com as palavras tarjadas, lúcidas porém tão linfáticas. Impugnavámos em nossa própria impureza, nossas incertezas eram nossa histeria momentânea, grandiosa e envolvente. Às vezes atreviámos a colocar nossos corações à prova, perplexos e com medo de nosso marejar, com um temor de amar, doídos, éramos um ultraje a esses medos. Lúgubres vimos tudo, sempre submissos àqueles instantes.
Mas no último dia, encontramos as minhas fraquezas. Você foi embora. Não partiu; demorou um pouco a se despedir, soltou um "até mais". Acreditei que não tinhámos nos acabado. Você disse que ligaria, e por tantos dias, senti o seu desapego, o seu corpo já não era mais meu, seus olhos tinham ido embora de mim, a sua saudade a mim era tranqüila, e aquilo tornou-se minha fadiga. Sinto que parte foi culpa minha, não corri ao lado do que devia, fingia que tinha-me esquecido, eu não falava mais contigo, e você idem; e então você surgiu novamente e repentino na coragem com a novidade que fincou em mim. Ante à ligação, ao "...tá bom." que pareceu tão fácil, na superficialidade daqueles segundos, minha resposta, com desprezo, não sei se ficou contigo, ou apenas em mim, ou em nada significou. Sua falta de importância foi o resultado de eu soltar minhas lágrimas por no máximo dois ou 5 minutos. Me levantei, admiti entristecida que me feri e me doí mais uma vez, com mais uma chance, não tive a coragem de olhar no espelho, meus olhos estavam arrependidos e cansados. Meu fardo me deixou, ele se foi, por meu simples e sofrêgo pedido. Me recômpus, me venci, saí de casa, andei e a vida não parou. Penso ainda hoje, de cada dia, minuto, com esses meus sofismos agudos a este ode que lhe faço. Nas entrelinhas ainda nos entendemos, reconhececemos o que devemos um ao outro, desde o primeiro dia que vi seu rosto, infinito, me encarando. Ainda tento descobrir se te aproveitei por completo.
Nunca mais teriámos dias como aqueles. Pelas nossas escolhas, nunca nos tivemos mais. Apenas nossas esperanças nos devorara, nossa escuridão tinha sido criada, evidente no nosso necrológio. Depois daquela última ligação nos falamos raramente, apenas simpáticos, envergonhados ou não. Já nos éramos inúteis. Parei de te procurar, não te parabenizei por nada, entretanto sempre te achara (e eu te acharei). Em mim as lembranças continuaram correndo, só a mim elas restam, nessas nossas noites escurecendo. E achei que meus inimigos nunca mais nos encontraria. Me encontraram. Eu nunca pensei que eu seria tua. Meu engano do pensamento foi meu pagamento.
Estamos perto, longe, distantes, amantes. E que minha calma, desespero e alegria, seu tédio e nossa melancolia estejam presentes no nós irreconciliável. Até mais, até o dia que nos virmos outra vez; entre o mistério desses dias que nos passaram, atropelaram, nas ruas do tempo e do sentimento, da escassez da ternura que vivemos, as lembranças me têm, perdidas, sem censura, nosso momento único e feliz; você.
Eu não vejo Deus – Mas que me importa – Tem noites que não vejo as estrelas – Entretanto, mesmo não as vendo - elas estão La no céu.
