A escrita é igual a lei de Lavoisier sobre a natureza:
"Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"!
Por isso, estará sempre atual e contemporânea.
Quando a gente sai da nossa essência, quando a gente sai do nosso eu, de quem a gente gostaria de ser ou de quem a gente é, a gente não tem como ficar feliz. Porque a gente se perde.
O homem vive sem se importar com a saúde, achando que vai durar para sempre. Pensa apenas em juntar dinheiro e esquece que não dá para acumular mais vidas.