Neve
CAPITALISMO
A bola de neve do capital proporciona um mundo cada vez mais desigual
Temperaturas absurdas poluição evidente todos vítimas de um sistema que não sente
Seu sentimentalismo barato tem um nome uma marca que se vende se propaga
Romantismo nada romântico sem qualquer amor ao próximo escondido atrás do pano encobrindo esse mundo ilusório
Eu prometo,Nem que as montanhas começem a cair,Ou a água do mar secar,Ou quando a neve derreter
E um vulcão congelar.
Branca de Neve
Me chama de anão e me faz Feliz.
Não me deixa Zangado
Posso até me tornar Dengoso, se preferir
Mestre já seria um desafio a minha natureza. mas...
Dunga eu não consigo, eu uso barba.
Quem sabe ainda podemos tirar uma Soneca, juntos.
E se você gritar Atchim eu digo saúde.
MC
"Todo mundo morre, mas ninguém se vai. Alguma coisa fica, talvez a melhor parte. Afinal, neve é só neve quando cai, e todos nós vamos derreter um dia. Um senhor triste uma vez disse: 'O que sobrevive é o amor.'"
Fui neto de uma Avó -
Fui neto de uma Avó doce e inocente
tão branca como a neve pura
que muito amou a todos, humildemente,
e deixou em mim uma saudade que perdura.
Fui neto de uma Avó frágil e piedosa
cheia de verdade no coração e tanta gente
que as suas mãos a cada hora
ajudaram, sem pensar, cristãmente ...
Fui neto de uma Avó que já não tenho
e que alegria quando a tinha, que contente,
agora, procuro-a, ando, vou e venho ...
Fui neto de uma Avó que choro intensamente
e nessas lágrimas ponho todo o meu empenho
porque a vida é p'ra mim já indiferente!
Para a minha queridissima Avó Clarisse.
Montanha ao longe
Neve cai suavemente
Inverno silencioso
Fogo crepita na lareira
Paz em meu coração
Vivemos em uma era singular, muitas vezes rotulada como a “Geração Floco de Neve”. Testemunhamos uma revolução global atípica, onde a menor das contrariedades parece nos ferir profundamente, fragmentando nossa resiliência emocional. Lágrimas são derramadas por trivialidades, como um suflê que não cresceu como esperado. Além disso, as amizades que cultivamos tendem a ser cada vez mais digitais e efêmeras, levantando questionamentos sobre sua autenticidade. A incerteza se faz presente: esses laços virtuais representam conexões verdadeiras?
Inadvertidamente, caímos em armadilhas de autossabotagem, infligindo danos a nós mesmos. Experimentamos uma solidão palpável no mundo concreto, onde o calor humano dos abraços e a contemplação de um pôr do sol sublime se tornam experiências raras. Quando olhamos para trás, somos tomados pelo arrependimento de não ter valorizado cada momento ao lado daqueles que amamos.
[Verso 1]
Vejo com emoção com face de brisa leve
Polindo meu coração como a pureza da neve
Levando em seu semblante
A melodia da flor
Guiando feito mirante a estrada do sonhador
Os sonhos fazendo trama nas linhas do pensamento
É planta criando rama e raiz de sentimento
[Verso 2]
Que o doce da mel da ilusão
Não me falte em momento risonho
Que venha com sedução
Para alimentar meus sonhos
[Refrão]
Quando a palavra me escapa
Só sentimentos permeiam
Como uma brasa quente
Correndo na minha veia
[Final]
E assim vou seguindo a trilha,
Com sonhos a me guiar,
Como o brilho de uma estrela,
Sempre pronto pra sonhar.
"Escreva como quem deixa pegadas na neve – sabendo que vão derreter, mas insistindo porque o ato de andar já é a resistência."
A Branca de Neve nunca acordou — E talvez você também não tenha ainda. Desperte do seu próprio sono profundo — e vá, você mesma, rumo ao seu castelo.
"A vida é leve como o cair da neve, se soubermos decifra- lá, mas quando não decifrada acaba sendo pesada como uma pancada"
Ao pico de cada montanha;
Cai a neve;
Sua beleza é de esplendor;
Cobre os vales;
Rios e mares;
Eis o descanso;
Não há canto;
Não há uma única voz;
Ouço apenas o " vento".
MAIS ALVA QUE A NEVE
A confiança é tudo para mim, e a minha tristeza em meus olhos querem te dizer algo, e meus sorrisos te aproxima de Deus, sou amável com você e te guio por todos os lugares não desconfie de mim, o amor não tem tristeza não tem inveja e nem rancor, ele é puro e amável e es agradável para os olhos humanos sem temor a nada sem nada e o nada, meu coração e minha paixão te desperta, e quero sentir o amor e ser amado(A) por você meu grande amor eterno amor, e o medo se abala, o tempo não conserva mais os meus olhos e eu só com desespero fico só e te guio como uma paixão eterna do meu doloroso amor
Já fui neve no mar, já fui espada na mão (José Afonso)
No passado sofri de algumas vaidades. Mas calei que prefiro ser neve no mar do que poeira pisada, caída no chão. Ser a neve que se funde com o mar é ser a frescura que sabe de antemão que muita gente lhe vai perguntar: quando cantaremos o Hino da Libertação?
No passado sofri de algumas vaidades. Mas agora, que vivo sem sedução, digo: ser neve que se fundiu com o mar é ser como a estrela que se fundiu com o céu (coisa que, antes, a estrela sempre temeu) e nele brilha mas sem chamar à atenção.
No passado sofri de algumas vaidades mas não falei de ser espada na mão. Hoje, que sou a neve caída no mar, muitas vezes me interrogo: ser lâmina afiada em ereção não será entrar no estranho jogo dos que põem pessoas a sangrar e querem sentir vida a pulsar no seu coração? Mais logo, quando a Musa Menina chegar, me dirá se tenho ou não tenho razão.
