Neve
É inverno, as folhas se escondem embaixo da branca neve, os galhos se mostram tristes e secas sem nenhuma forma de ternura, os ventos os fazem balançar como se ainda houvesse uma esperança de renascimento diante de tal situação. Há espera da chegada final da longa jornada fria se mostra mais presente do que ver as flores brotarem com tal beleza e cheiro na primavera. Corações parecem congelados e se trancam pra não ver que lá, por menor que seja ainda existe uma beleza que brilha no fim do túnel fechado e obscuro. Acostumamos á nós escondermos debaixo dos casacos mais quentes, sem mostrar realmente a fervente emoção que sonhamos viver, debaixo das luvas mais fofas, sem apalparmos o verdadeiro amor que queremos encontrar, nas botas mais peludas sem sentirmos o calor do chão com nossos pés descalços. Algo parece ter acontecido tudo se mostra diferente, as estações parecem não querer mudar. Nós abatemos com tamanha angústia e mesmo com tantos motivos, se renasce um novo dia, uma nova manhã, um novo pensamento, uma fé nós invade e mostra que há um futuro muito mais colorido nos esperando, que a felicidade fará nossos momentos congelados, desfrisarem e ver que existe um jardim de imensa alegria com cúpidos á ponto de acerta nossos corações com arco-flechas inundadas de amores eternos.
Em toda aquela neve, ela não sabia se sentia mais alguma coisa, porque, você já tinha cortado o coração dela em pedaços.
Anna: Arendelle está debaixo de neve.
Elsa: O quê?
Anna: É que tu espalhaste o inverno interno em todo lado.
Elsa: Não pode ser!
Anna: Não faz mal, nós podemos resolver.
Elsa: Não posso nada, eu não sei como.
Anna: Podes, eu sei que podes.
O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa
mesmo ao som de tão pouca intensidade
O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo
A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar
Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu...
A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso...
Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as...
O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável
Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover
As cortinas se enrugam a passagem se fecha
Na vida tudo é passagem, a vida segue o amor acaba os anos envelhecem o tempo não para a neve derrete o novo é velho.
Está está a chegar o nosso inverno, inverno sem neve, mas com nevoeiro que o incolor ar fica branco e tira-nos a visão, o nosso inverno dâ-nos noites brancas sem luar, sem céu com as suas estrelas cintilantes, o nevoeiro é tão nevoeiro que a natureza desaparece no seu branco, os animais do inóspito lugar assustados chocam com as árvores, o chofer põe ao máximo os faróis mas em absoluto apenas o branco de nevoeiro, na minha concupiscência experimentei a minha lanterna de 12 pilhas para mostrar o arco-íris à minha namorada, mas, a velós luz não conseguiu transpor o branco da névoa densa. Ora ora, não é que o som da buzina ás cambalhotas chegou aos nossos ouvidos, rompeu o disruptivo nevoeiro para evitar que o acidente acontecesse e aí começou a conversa das buzinas até o nevoeiro ceder para o orvalho.
Amor é neve em avalanche sobre piso de sal, o desfecho derrete, lágrimas, enchente e destroços trás ao coração.
A neve que cai, modifica o cenário... Ontem foi verão, hoje é inverno. As estações se sucedem, modificando tudo ao seu redor, assim como na natureza, o tempo também nos modifica... E temos a oportunidade de ficar cada vez melhor.
Leve-me em sua lembrança, garota branca de neve, que o amor exala a mais bela fragrância, e se no coração não pode por acaso levar, garota de sonho e neve, me leve junto com seu olhar.
A maçã expulsou Adão e Eva do paraíso, adormeceu a Branca de Neve e deu sentido ao iPhone — e você ainda acha que a serpente é a vilã da história?
O que me resta é só neve em minha mente, o puro e vazio sem nenhuma alma, apenas eu caminhando no inferno gelado e com coisas negativas em minha volta.
E a neve tão fria,
Cansada de ser pisada
No caminho de casa
Resolveu se mudar para outra região.
Revelou para uma nuvem sua teoria.
Gostaria de ser amada, não pisoteada. Daí a necessidade,
De obter o menor contato com a humanidade.
E a nuvem compreendeu a situação.
Disse que durante 9 meses o sossego que tanto procurava, teria,
Embora seria obrigada a voltar assim que o inverno se instalasse.
Só assim para conseguir sua sonhada vida campestre.
E no Alasca, em seu novo lar, aos poucos esquecia
Dos sádicos que sempre diziam: "seria perfeito se hoje nevasse"
Mas eram os primeiros a utilizá-la como faixa de pedestre.
A neve matinal se despede da longa noite, fria… Parece uma artesã a bordar a minúcia das rendas com a sua luminosidade, acumulando invernos.
Sou tão clara quanto a neve e tão escura quanto as trevas. Pra saber a direção, tem que ter o mapa do meu coração, senão, é fria, é abismo na certa.
O Astronauta de Neve
Até hoje eu nunca vi um gato acompanhando um mendigo, por que será?
Parecia que um homem tinha apenas duas escolhas: acotovelar-se no jogo da ambição ou ser um mendigo.O homem, quando sonha, é um deus, quando reflete, é um mendigo.
"Vivi, estudei, amei e até acreditei! E hoje não há mendigo que eu não inveje, só por não ser eu. Eu olho a cada um os andrajos, as chagas, as mentiras e penso: talvez nunca vivesses, nem estudastes, nem amastes, nem acreditastes; porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso."
O rico é sempre e em qualquer lugar, mais ambicioso e mais mendigo que o pobre.
Maltrapilho atrapalhado
Descalço em meio ao vidro
Sonha o mendigo
Entre sacos de lixo
E flores de ipê
Chão molhado
Aterrado em Neve e Lama
Diante
Do insólito
O estrambótico
Ouviu
Dizer
De país
Atropelado
Pela
Estupidez
Arrogante
Do
Impensável
Ocupado
Pelas
Tropas
Do
Desatino
Reagiu
Não reagindo
Ignorou
O insensato
Tocou
Sua vida...
Inédito
Impasse
Na
História
"Escreva como quem deixa pegadas na neve – sabendo que vão derreter, mas insistindo porque o ato de andar já é a resistência."
Flocos de neve, linda expressão do inverno, caindo suavemente sob uma natureza charmosa, charme de um verão intenso, boca primorosa, avermelhada, cabelos encaracolados, calor amável que se destaca ainda mais na frieza, um terno atrevimento, beleza inegável, fascínio que esquenta, espírito que entusiasma à semelhança do fervor de beijos sedentos, fogosidade que alcança a alma, assim, o frio passar a ser coadjuvante, o qual contribui bastante para enaltecer esta mulher calorosa tão significante.
