Nega o Amor
Em vez de eu passar o meu tempo precioso com pensamentos negativos ou brigas banais, sem confiar e acreditar na pessoa me levando a fazer coisas inúteis, por conta do ciúme exagerado me fazendo a fazer perfis falsos, me levando a testar a sua fidelidade. Eu prefiro passar o meu tempo precioso conquistando-a todos os dias da minha vida.
Nega-me e perderás
Nega-me o direito de conviver, perderás o privilégio de compartilhar,
Nega-me o prazer de sentir, perderás o sentido em quase tudo,
Nega-me o sabor de ama-la hoje, perderás o meu amor por toda vida.
" Eu nunca negaria minha amizade e meu respeito a você, nem que tentasse conseguiria fazer de conta que você não existe...
"" . Fracasso é o pensamento negativo que diz que você não vai conseguir, fé é a força que o ajuda a ir e sucesso é quando você depois de muita luta, chega ao topo da montanha...""
"" Um dia , alguém irá olhar dentro dos seus olhos e sua alma não poderá negar o que seu coração pensa e deseja fazer...""
metade de mim grita teu nome
a outra metade não te nega
mas prega
que é você quem tem que vir
metade de mim chora tua falta
a outra enxuga às lágrimas
e fala
não chore por quem não te quer.
metade de mim é alma e amor
a outra metade furor
quem sabe um dia tua luz me cure
da insanidade que há, nessa minha dor
Vivo acreditando em dias melhores
uns me surpreendem pelo excesso
outros pela negação
aos momentos vividos
entregues com amor
a vida acontece
como numa tarde de sol
Eu acredito que há uma história para nós dois
estamos no meio dela e não há como negar
até o destino tem ajudado, nos colocando lado a lado
mas o que acontece com a gente afinal?
Se na hora da decisão
há um não
é melhor nunca mais
pois o que é negado
é pensado e até planejado
para não acontecer...
"" Seria tão fácil negar, dizer não
tudo poderia ser diferente
mas quem convence o coração
amar é o motivo
ser feliz a verdadeira emoção
saudade
viver a paixão
qual é o preço a pagar
se tão caro é o sorriso
como conquistar
se tudo que se tem é a solidão...
Estes religiosos fanáticos, que curavam tudo, agora negam a COVID, pois descobriram que não curam nem uma #gripezinha
CAPÍTULO I
APRENDER A FECHAR AS PORTAS DA ALMA.
Filtrar os acontecimentos não é negar o mundo. É restabelecer hierarquia interior. O que tudo invade é porque tudo recebeu o mesmo peso. A alma, quando não seleciona, adoece por excesso de realidade.
O primeiro filtro é o discernimento do que merece permanência. Nem tudo que acontece fora exige hospedagem interior. Há fatos que devem ser reconhecidos e depois deixados seguir. A tradição sempre ensinou que a sabedoria começa quando se aprende a distinguir o essencial do ruidoso.
O segundo filtro é o ritmo. A vida moderna impõe simultaneidade. Antigamente, as dores vinham uma a uma. Hoje chegam em bloco. Recuperar o ritmo humano é reduzir a exposição. Escolher quando ouvir. Quando ler. Quando silenciar. O excesso de informação desorganiza a sensibilidade e dissolve as defesas naturais do espírito.
O terceiro filtro é o recolhimento consciente. Não se trata de fugir do mundo, mas de retornar a si. Momentos de solidão escolhida restauram limites internos. A interioridade sempre foi o lugar onde o ser humano reorganiza o sentido antes de voltar ao convívio.
O quarto filtro é a linguagem interior. Aquilo que não se consegue nomear tende a invadir de forma difusa. Dar nome ao que afeta é conter. Pensar é organizar. Escrever é delimitar. O que ganha forma perde poder invasivo.
Por fim, há o filtro ético. Nem toda dor alheia é incumbência pessoal. A compaixão verdadeira não se confunde com absorção. Ajudar não é carregar. É sustentar sem se perder.
Filtrar os acontecimentos é um exercício antigo. Sempre foi assim. O mundo nunca foi leve. Leve precisa ser o olhar que aprende a escolher o que entra. Porque quem não fecha as portas da alma acaba transformando a própria sensibilidade em campo de batalha.
Eis exemplos claros, ancorados na experiência humana tradicional, sem romantização do excesso moderno.
ANTIGAMENTE, AS DORES VINHAM UMA A UMA. HOJE CHEGAM EM BLOCO.
Antigamente, a dor tinha rosto e tempo. Um luto era vivido até o fim antes que outro começasse. A escassez de notícias fazia com que o sofrimento fosse localizado. Morria alguém da aldeia. Havia o velório. O silêncio. O luto compartilhado. Depois, a vida retomava seu compasso. A dor era profunda, mas circunscrita.
Hoje, em um único dia, o indivíduo é exposto a uma tragédia distante pela manhã, a uma violência simbólica ao meio dia, a um conflito social à tarde, a uma crise econômica à noite e a uma dor íntima antes de dormir. Nada se encerra. Tudo permanece aberto. O espírito não encontra fechamento.
Antes, o sofrimento vinha pela experiência direta. Hoje vem pela exposição contínua. Não é vivido. É absorvido.
RECUPERAR O RITMO HUMANO É REDUZIR A EXPOSIÇÃO.
Escolher quando ouvir. Antigamente, escutava se quando alguém batia à porta ou quando a comunidade se reunia. Hoje, escuta se o tempo todo, mesmo sem consentimento. Recuperar o ritmo é desligar o fluxo. Não atender a todas as vozes. Não se sentir moralmente obrigado a reagir a tudo.
Escolher quando ler. A leitura era um ato deliberado. Um livro. Um texto. Um tempo reservado. Hoje, lê se fragmentos incessantes. Manchetes. Opiniões. Julgamentos. Reduzir a exposição é resgatar a leitura lenta e profunda e recusar o consumo contínuo de conteúdo que apenas excita a angústia.
Escolher quando silenciar. O silêncio era parte da vida cotidiana. Caminhadas. Noites sem estímulo. Trabalho manual. Hoje, o silêncio causa desconforto porque revela o cansaço oculto. Recuperar o ritmo humano é reaprender a ficar sem ruído, sem resposta imediata, sem explicação.
O TERCEIRO FILTRO. O RECOLHIMENTO CONSCIENTE.
Antigamente, o recolhimento era natural. A noite encerrava o dia. O inverno recolhia a vida. A velhice diminuía o ritmo. Hoje, recolher se é visto como fraqueza ou improdutividade.
O recolhimento consciente é escolher sair de circulação por um tempo. Não responder imediatamente. Não opinar sobre tudo. Não se expor quando o interior pede abrigo. É a pausa deliberada que impede o colapso silencioso.
Exemplo concreto. A pessoa que sente o mundo invadir não precisa explicar se. Ela precisa se recolher. Caminhar sem destino. Escrever sem publicar. Pensar sem compartilhar. Orar sem espetáculo. Esse recolhimento não é fuga. É higiene da alma.
Porque o espírito humano nunca foi feito para carregar o mundo inteiro ao mesmo tempo. Ele precisa de intervalo. De fronteira. De retorno ao seu ritmo ancestral. E quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir.
COVARDIA.
"Negar o reconhecimento de quem já nasceu sabendo constitui uma das formas mais profundas de covardia contra a própria consciência."
Não gosto de ''gente pela metade''.
Não gosto da arrogância.
Não gosto da futilidade.
Não gosto da complexidade.
Não gosto da apatia.
Não gosto do choro.
Não gosto de amor mal resolvido.
Não gosto da falsidade.
Não gosto da negatividade.
Não gosto da desconfiança.
Não me atrai nada que não nos faça bem.
É admirável as pessoas que findam uma relação amorosa mas conseguem seguir em frente sem levar consigo a negatividade que ficou para trás. Nenhuma mulher vai ser só sua enquanto você for de todas.
Todo fim de relacionamento é triste pois o apego faz com que a melancolia chegue com intensidade, mas se valorizar e seguir em frente é necessário. Não se economiza amor, não é assim que se vence.
Se desconfiar de uma boa pessoa, no final das contas, será surpreendido positivamente; Se confiar numa pessoa má, antes do fim das contas, será vítima.
