Necessário
Bom dia! Um novo dia chega e nos convida a recomeçar... É necessário acordar, em todos os sentidos, e abraçar com vigor esta nova jornada... Os dias não são iguais e nem nós somos iguais: de um dia para o outro muitas transformações acontecem... Que o nosso crescimento seja dinâmico e alegre, pois viver é muito bom... Feliz dia!
Bom dia!
Para tudo existe
uma solução,
mas é necessário
ter paz no coração...
Viver é a nossa
principal ocupação.
Feliz dia!
Bom dia!
Simbora para mais uma jornada...
Sabe, cada novo dia, é necessário repor a quantidade necessária de coragem, pois a vida se torna exigente, cada vez mais, diante de desafios que precisam ser enfrentados
Na vida tenho o necessário para ser feliz, tenho Deus vivo dentro do meu coração... Tenho saúde, otimismo, coragem, fé, esperança, amor e, alegria! Bom dia, cheio de paz para todos nós!
Domingo chegou inspirando leveza e apresentando outras ocupações... descansar faz bem, é necessário...repor as energias, fazer coisas diferentes, rir sem pressa, olhar o infinito sem a preocupação de estar perdendo tempo... enfim, hoje é dia de alegria, de estar com a família e amigos, e nada de reclamações, mal humor, desânimo, ou tristeza...pois a vida é breve e que a passagem por este mundo deve valer a pena. Então, está esperando o que para aproveitar cada minutos e segundos desse dia abençoado? Simbora rumo a felicidade! Bom dia, com Deus no coração, e com muita saúde, paz, amor, e alegria para todos nós!
"Para construirmos algo de sólido na vida é necessário bastante tempo de dedicação. Muitas vezes, num ato inconsequente, rapidamente podemos colocar tudo a perder."
“É necessário que as pessoas criem dentro de si essa atmosfera permanente de meditação e oração, vivendo nesse ambiente, como quem vive em plena luz do Sol.”
O equilíbrio se faz necessário entre a RAZÃO e a EMOÇÃO; pois devemos administrar nossas escolhas sempre com a razão, sem esquecer-se que a emoção é que dará sentido a tudo o que fizermos!
É preciso distinguir entre o que é necessário e o que queremos em nossas vidas. Isso nos poupa de cargas excessivas.
ÀS VEZES...
É necessário ficar quieta
Ter o silêncio como companheiro
Viver com nossos fantasmas
Melhor amigo, o travesseiro.
Decifrar os nossos medos
Avaliar os sentimentos
Fazer uma higiene mental
Desembalar os pensamentos.
Buscar sempre a verdade
Envelhecer com cada cicatriz
Admirando nossa peculiaridade.
Na busca de cada certeza
Se orgulhar das nossas rugas
As marcas do tempo é nossa riqueza.
Irá Rodrigues.
O FUTURO DO TRABALHO, EMPREGO E DA LEGISLAÇÃO SOCIAL
Para analisar o futuro é necessário compreender o passado. É preciso entender a história para não termos um ataque histérico com a realidade.
Podemos assim dizer que, etimologicamente, o trabalho vem do latim tripalium. Um instrumento de tortura com três paus que pesava sobre os animais ou escravos forçando-os trabalhar.
Em poucas palavras, a organização do trabalho se divide em três aspectos; o trabalho escravo que o trabalhador é considerado como um “objeto” passível de ser negociado, ou até mesmo morto. Surge, logo após, a servidão onde o prestador de serviço já era reconhecido como pessoa, desde que seja submisso ao seu senhor feudal. Logo advém a corporação de ofícios, compostas pelos mestres, detentor do conhecimento do ofício, pelos companheiros, auxiliares do mestre e pelos aprendizes que eram jovens com intuito de aprender o oficio. Assim são os primórdios do trabalho assalariado.
Os trabalhadores eram submetidos as mais bárbaras condições de trabalho. Um serviço desumano de se notar e vergonhoso de se examinar, eram considerados “instrumentos” de lucros, estimulado na proporção de seus esforços.
De um lado temos os empregadores que detém o capital e a oportunidade de ofício, de outro lado temos os empregados capazes de satisfazer as necessidades dos empregadores com o trabalho.
A forma de trabalho foi evoluindo de tal maneira que, havia muitas injustiças e abusos dos empregadores perante os empregados. Entretanto depois de séculos de lutas insaciáveis contra injustiças, hoje temos outra realidade, onde o Estado tomou para si a resolução desses conflitos tentando amenizar cada vez mais a violenta desproporção entre o capital e o trabalho. Pena que, alguns tenham atitudes que retroagem tal evolução do trabalho. Havendo hoje em dia é uma grande inversão de valores no que tange a força do capital perante o oprimido trabalho.
Para poucos empregadores, medíocres e burocratas, o que interessa é o lucro. Advindo de arrochos salariais, explorações de empregados, assediando-os de tal forma que usufrui todas as maneiras possíveis, esgotando-os propriamente ditos. Esquecem que a empresa é na realidade grande instituição social.
É claro que, de uma certa forma, tem que haver rigidez, ou seriedade necessária, pois senão os empregados deturpam essa liberdade de ser conduzidos e surgem consequentemente determinadas incertezas.
Se todos empresários “empregadores” pensassem no real propósito da importância social que detém, a relação de emprego estaria melhor. Antes de tudo, os empregadores têm que olhar nas almas de seus empregados e trata-lo como colaboradores, sua linha de frente da empresa. Em vez de considerar como apenas funcionários subordinados. Logo os lucros virão por consequência. E sua lucratividade terá de ser sustentável perante a decorrência da não exploração do “mais-valia” de seus empregados.
É adequado ver a realidade de cada empregado, preponderando às condições financeiras, culturais, religiosas (sem interferir nas suas opções), o envolvimento com a família e, muito mais.
Assim nossa legislação tem que acompanhar tal desenvolvimento, uma vez que leis sem bem estar significa problemas sociais. As Leis Trabalhistas, numa metáfora, trata-se de uma árvore gigantesca cheia de galhos e frutos caindo pelo chão sendo desperdiçados. Ao passo que a REAL REFORMA TRABALHISTA, é o corte desses galhos danificados com o tempo e o recolhimento desses frutos podres para não contaminar os sadios. Levando em consideração que deixe o tronco e os galhos mais resistente para que a árvore cresça forte e sadia, aonde consideramos o Emprego, os Direitos e Garantias Fundamentais conquistados através de muitas lutas.
É imprescindível fazer uma lapidação nas letras mortas da lei, deixando inerte a lei que tange os Direitos Sociais adquiridos sustentado o Emprego. Nem que para isso a Sociedade seja consultada.