Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
“Morremos e renascemos em ciclos. Algumas mortes são restauradoras; algumas vidas, torturantes. E assim seguimos, até que o ciclo se encerre.”
Amor é compartilhar de si para o próximo, sem esperar nada em troca.
Um dia morremos, e não levamos nada do que recebemos; fica apenas o amor que demos.
'MORTE XX... '
O que acontece quando morremos? Talvez o 'nada' tome proporções maiores. Sonhos se esvaem? Sonhos... Nunca tivemos sonhos. Nunca tive sonhos. O que tive (emos) foram sensações esporádicas de uma vida (se é isso que temos) cheia de infelicidades (se é que isso também existe)...
A morte vem como se nunca tivéssemos existido. Existimos, mas pouca diferença faz. Plantamos, mas não colhemos. Ninguém vai colher absolutamente nada, porque o nada é precedente. É anterior ao que éramos. Nasci em fevereiro de 1978, e voltarei anterior a essa data, pois nunca existi de verdade...
O que quer que eu faça, ficará nas datas que sobrevivi, nesse intervalo entre morrer, e morrer uma segunda vez. Lembranças... Lembranças para quê? Se os que tiverem lembranças, ficarão ao meu lado um dia. Enterrados com suas memórias que nunca existiram. Nascemos com o choro e morremos agonizando. Precisamos aprender a viver e a morrer pacificamente, como a pior aversão do sol, que faz bem... mas queima a pele...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Mulher
Um dia morremos de amor, mas no outro renascemos puras, como um lírio sob a sombra da lua, exalando toda nossa beleza, e perfume de mulher.
Quando morremos no sonho, o despertar nos resgata, pois o mistério da morte é um silêncio que nem mesmo a imaginação ousa sustentar.
Legado não existe depois que morremos. Ele, é simplesmente o agora. Existir já é o legado de todos nós!
Verdade morre quando a mentira esta viva em suas fraquezas e experiências...
Morremos diante a vida passa diante nossos olhos...
Querendo ou não mais no profundo ainda existimos ate todos esqueçam que fomos.
Mesmo que sejamos gloriosos...
Aprendi…
Aprendi que podemos suportar a dor…
Que por mais que pareça impossível
não morremos por amor…
Estou viva…sobrevivi..
Aprendi que podemos vencer e sobreviver a qualquer desilusão…
E graças a ti aprendi que…
O amor é realmente o que mais importa, mas só quando e compartilhado.
E que, toda mudança inicia um ciclo de construção,venci o medo de partir em busca dos meus sonhos.
A verdade é uma só, crescemos apressados para sermos adultos e morremos vagarosamente querendo ser crianças. E lamentavelmente o mais que chegamos perto disso é quando terminamos nossas vidas frágeis, sem grandes ambições, mais crédulos, a maior parte do tempo com sono, mais dependentes, mais amorosos, com quase nenhum cabelo e quase sem dentes.
Você já parou pra pensar que você está morto à muito tempo:
porque morremos no exato momento em que nascemos?
"O pensamento e a visão ds pessoas em relação a outras..morremos em instantes diante cada pensamento e cada visão"
Outro dia me perguntaram por que gosto de caveiras. Respondi:Ora, porque todos nós morremos e as caveiras fazem recordar que debaixo desta capa que tantos insistem em supervalorizar, somos todos iguais.
Nunca morremos do lado do nosso amor. O amor verdadeiro não está conosco. Se encontra no passado. Inventamos que amamos uma pessoa e que iremos amá-la só para suprir a ausência de um amor que nunca nos amou.
De que valeria a dor da morte, senão à transformação? A cada passo morremos o que fomos e arregalamos um recem nascido olhar ao que queremos ser...
Um choro forte, um sorriso aberto...assim orvalhamos os solos fertilizando-os com poesia...uns plantinhas fraquinhas com seus caules tenros, em meio aos frondosos troncos, que nos protegem e nos permite resistentes e crescer fortes..
Morremos um para o outro por dia. O que sabemos de outras pessoas é apenas nossa memória os momentos em que nós conhecíamos eles. E eles mudaram desde então. Para fingir que eles e nós somos o mesmo é uma convenção útil e conveniente social, que por vezes têm de ser quebrado. Devemos lembrar também que em cada reunião estamos cumprimentando um estranho.
