Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas

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⁠Quando o peso da existência parecer insuportável e a ideia de desistir se insinuar na alma, não sucumba. Incline-se diante do sagrado, pois é na rendição ao divino que se revela a verdadeira força para continuar.

Inserida por Izaiasafonso

⁠Nos dias de angústia, não se esqueça de que há um Pai que cuida de você. Clame por Ele.

Inserida por Izaiasafonso

⁠Por mais árdua que a vida possa parecer, ela ainda é preferível à morte. Portanto, não desista: lute com determinação para transformar a situação em que se encontra.

Inserida por Izaiasafonso

⁠"O propósito em Daniel não nasceu no palácio, mas antes, no secreto da sua comunhão com Deus."

Inserida por milton_oliveira15

Não te lembras de voltar ao passado.

Inserida por Aldir2023

⁠Inovar não apenas a criar algo novo. Ét ter coragem de questionaro queja existe, desafiaro comum e transformar ideias em valor real. Quem nova, lidera. Quem se acomoda, segue.

Inserida por fabio_pradal

⁠"Não importa o que vc ja fez ou faz, o primeiro bom dia e o último boa noite não é destinado a você haverá sempre alguém que sem esforço levará tudo."

Inserida por bookstagrambrasil

⁠Não te colocarei no papel

Você é a poesia que nunca escreverei.
Talvez por isso seja a única que me atravessa inteira.
Habita a profundidade do meu ser,
num espaço onde nem a razão alcança.
Fica ali, inquieta,
como quem nunca foi,
e ainda assim, nunca deixou de ser.
Não preciso escrever teu nome,
nem de apresentações
nos reconhecemos no escuro,
onde só a cumplicidade respira.
Te escrever seria te tornar concreta demais.
Prefiro te guardar onde ninguém toca.
Te nego no verbo,
mas te carrego no pulso,
feito veneno escolhido,
bebido em silêncio.
Transbordas em mim,
mas eu me contenho
porque quem transparece, sangra.
Eu aprendi a sangrar por dentro.
O que há entre nós não cabe na lógica.
É um corpo que sabe,
uma alma que hesita…
um erro que eu cometeria mil vezes.
És desejo vestido de ausência,
lembrança que nunca aconteceu,
febre contida no gesto calmo.
E por mais que eu siga só,
como as estrelas
longe, intacto, em silêncio
há em mim um canto,
imoral, teu, intacto,
que ainda arde.
E se não te escrevo,
é porque não suporto a ideia
de alguém ler tuas entrelinhas
e ocupar o lugar que só eu sei.
Augusto Silva

Inserida por augusto_silva_1

⁠A felicidade não é um destino assegurado, mas a liberdade de buscá-la é o que torna a vida possível.

Inserida por OSMANFREITAS

⁠A cultura regional é a alma de um povo sussurrando ao tempo: “Não me esqueças nem por um momento.”

Inserida por yhuldsbueno

⁠Não é arrogância, é amor-próprio. Quem não sabe valorizar, acaba perdendo o que poderia ser único. Sou feito de intensidade, não de metades. Não me encaixo em amores mornos, em presenças pela metade, em promessas vazias. Ou me vive com coragem, entrega e verdade… ou me admira de longe, em silêncio, porque para viver alguém como eu, é preciso ter peito, alma e fogo.Porque intensidade não se negocia. Quem não sabe valorizar, perde. Quem carrega intensidade na alma, não se contenta com metades. Ou me vive por inteiro… ou me observa em silêncio, de longe.

Inserida por danrattess

⁠Exclusividade não é promessa, é postura. E a minha é simples: se é você, não existe mais ninguém. Quando eu escolho, o mundo lá fora perde o sentido. Eu sou de uma pessoa só.

Inserida por danrattess

⁠Carta que nunca será enviada
Eu não confio mais em você. E, pra ser sincero, eu nem sei mais quem é você. Por muito tempo, eu acreditei que te conhecia. Que havia em você algo que me despertava curiosidade, vontade de estar, de ouvir, de entender. Mas hoje, não há mais nada aí que me faça querer permanecer. Nenhuma faísca. Nenhuma vontade de tentar te conhecer de novo.
Eu te ouvi assumir seus erros. Ouvi você dizer que estava sobrecarregado, que descontou em nós o que não era nosso. E, veja bem, não estou aqui pra invalidar sua dor — nem a sua nem a minha. Mas também não vou fingir que não escutei, no meio disso tudo, você deixar claro que esse arrependimento não era sobre nós, não era sobre o que causou, era sobre você. Sobre você se sentir bem consigo mesmo. Sobre você tirar esse peso das costas.
E tá tudo bem. Sabe? Eu até entendo. Cada um lida como pode. Mas eu, André, acredito que arrependimento nasce quando a dor que você causou no outro pesa mais do que o desconforto que você sente consigo mesmo. Quando se pede desculpa só pra aliviar o próprio peito, sem se importar com o peito do outro... pra mim, isso não tem valor nenhum.
No fundo — e aqui está talvez a parte mais cruel disso tudo — eu sinto falta do que eramos. E é essa saudade que me faz, teimosamente, pensar em dar mais uma chance. Só que... chance pra quê? Pra quem? Porque você não é mais aquele que eu achei que conhecia.
Quando voltei, senti que não havia mais espaço pra mim. Você já tinha outros. E eu, que sentia sua falta, percebia, na mesma medida, que meu sentimento não fazia diferença nenhuma. E segui... me mantendo no meu lugar, no silêncio que você me deixou.
Aí sua vida virou de cabeça pra baixo. E me pergunto... desde quando sua identidade dependia tanto de quem estava do seu lado? Desde quando você só conseguia se amar se alguém te amasse de volta? Porque, de repente, você não era mais aquele cara doce, gentil, atencioso. De repente, tudo virou distância, silêncio, respostas curtas e olhares pesados.
Você demorou tanto pra me contar... e nem era sobre o que você viveu. Era sobre a distância que você escolheu criar enquanto eu só esperava que você me visse. Que você, ao menos, me notasse. E mesmo quando soube, eu só fiquei chateado. Chateado, não bravo, não ferido a ponto de te julgar como você achou que eu julgaria.
“Vocês me conhecem”... Pois é. Nem você se conhece. Eu só achei que conhecia. E achei, também, que você me conhecia.
Eu estava disposto, sabe? De verdade. Eu estava pronto pra deixar tudo isso pra trás e seguir, do jeito que desse, do jeito que fosse. Mas a forma como você lidou hoje... a frieza, a esterilidade, a forma como você distorceu tudo, me deixou com a certeza de que não. Eu não quero mais você na minha vida.
Sim, eu iria sofrer por te perder. Mas, agora, não mais. Não, não mais.
Precisava de uma opinião. E ouvi sobre o sentimento de pena. Eu... infelizmente, não cheguei a esse nível de empatia. Me protejo. Me cuido. E fico onde estou. Não me coloco mais onde não vejo mais futuro.
Os caminhos mudaram. E tá tudo bem.

Inserida por andrelemour

Esteja e permaneça calmo!!!
As situações são normas causais da vida.
Porém, não precisamos devolver na mesma repulsa oque podemos definir como provocação…
Pense nisso.
Viver é só e apenas um estágio que passa antes mesmo de muitos chegarem aos cento e poucos!
Aproveite o máximo de TUDO!
Doe-se apenas 20% e gaste o resto consigo!

Inserida por dalainilton

⁠Quanto a mim, quando desejei aprender, era para adquirir conhecimento, e não para ensinar; sempre acreditei que, antes de instruir os outros, era preciso começar sabendo o suficiente para si.

Jean-Jacques Rousseau
Os devaneios do caminhante solitário (1782).
Inserida por PensamentosRS

⁠Não tenho nenhuma preocupação nem nenhuma pretensão de como serei lembrado. É minha vida que está nas fotos e nada mais.

Sebastião Salgado
Sebastião Salgado: 'Só me falta morrer agora', disse fotógrafo em entrevista de 2024. O Globo, 23 mai. 2025.
...Mais
Inserida por pensador

⁠Sei que não viverei muito mais. Mas não quero isso. Já vivi tanto e vi tantas coisas.

Sebastião Salgado
Photographer Sebastião Salgado at 80: ‘They say I was an aesthete of misery’. The Guardian, 8 fev. 2024.
...Mais
Inserida por pensador

⁠Priorize a tua saúde mental. Não negocie a sua paz.

Deixou de fazer bem? Evita saber sobre o assunto e remova qualquer energia que lhe apareça de forma negativa

Inserida por Paulogabriel

⁠Minha visão é pessimista em relação à minha espécie, o ser humano, que não evoluiu em nada. Nossa espécie se isolou.

Sebastião Salgado
Photographer Sebastião Salgado at 80: ‘They say I was an aesthete of misery’. The Guardian, 8 fev. 2024.
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Inserida por pensador

⁠não é solidão.
é invasão consentida.
um tipo de presença que não pede licença
porque sabe que ainda tem a cópia da chave.



o lado esquerdo da cama cede.
não por hábito.
mas por teimosia do lençol.
o corpo ausente continua exigindo espaço ~
e eu cedo.



a toalha continua úmida.
não sei se é da última vez
ou de alguma memória que escorreu
quando eu não estava olhando.



o som do gelo ainda cai no copo.
como se tivesse a quem servir.
mas ninguém brinda comigo.
nem o silêncio.



a morte não te levou.
ela só desfez o contrato.
ficou com o nome,
com os papéis,
com a parte que convence os outros
de que você se foi.

mas o resto ficou.
os ruídos leves no corredor.
o perfume que reaparece ~ sem explicação.

essa mania absurda de eu ainda saber
o ritmo da sua respiração
mesmo sem você.



ninguém me disse que o luto fala baixo.
que ele deita do meu lado
e às vezes respira junto.

que eu ainda viraria de lado à noite
esperando um corpo
que aprendeu a não chegar.



não sei se sinto falta
ou se me converti naquilo que faltava.
na forma da ausência,
no vulto do costume,
no intervalo entre a porta abrindo
e ninguém entrando.



não sei mais se sinto falta.
ou se já sou feita só disso.
da tua falta com forma.
com corpo.
com tempo marcado.
com trilha sonora que insiste
em tocar quando não devia.



isso não é saudade.
é ocupação indevida.
com senha do wi-fi.
com chave da porta.
com espaço no armário.

uma ausência que não partiu.
só se instalou.
e tem me mantido acordada
no mesmo ponto
em que você deixou de me amar.

como se esse ponto fosse
casa.
fim.
ou castigo.

Juliana Umbelino • O Luto Sou Eu

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Inserida por Umamineira