Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
A pergunta é... quem vai te amar como te amei?? ;)
Ninguém, de tanto quebrar a cara com decepções um dia você percebe que só quem pode te fazer feliz sou eu, não podemos saber se vou te esperar por tanto tempo talvez sim pois amor verdadeiro não acaba mais orgulho destrói sentimentos.
Me apaixono mesmo é pelo diferente, pelos detalhes que ninguem vê, pelas imperfeições que tornam o outro perfeito para mim, pelo olhar que me olha e me vê. Me apaixono pelo cuidado,zelo, atenção...Pelas palavras que não foram ditas mas que me foram reveladas atraves do olhar.Pela verdade...Me apaixono pelo simples, pelo amor que me ensina a viver ,e pela vida que todos os dias me ensina a amar.
A verdade é que ninguém curte ser maculelê poha nenhuma! Experimente dar dinheiro pra um Hippie em Copacabana e as chaves de um Jeep?
Respiro o ar
Abro os braços
Sigo as nuvens
Palmas para o
Nascer do sol
Uma silhueta
Ninguém abre
Longe
Volta
Digo-lhes com certeza; é utopico achar que no delito ninguém esta vendo, o mundo tem olhos e ouvidos que alguns não percebe.
Ninguém escolhe por quem vai se apaixonar,mas tem como saber se esse amor é verdadeiro.Pois ele permanece,enfrenta todas as barreiras,supera todas as distâncias,passa por muitas saudades,mas ainda assim permanece intacto.....
As pessoas adoram dizer que para realizar um sonho basta apenas acreditar... Mas ninguém lembra que alem de acreditar precisa se trabalhar duro! Longas horas e sem descanso para que os sonhos realmente se realizem! Portanto, para aqueles que estão sentados no sofá "acreditando", lembrem-se que nada se conquista com sombra e água fresca!
Saudade é ... (Neologismo)
"Saudade é verbo. Que ninguém duvide disto. Se até ‘verbo’ é substantivo, eu que sinto, defino.
Não guardo registros, para não gerar memória, e forçar saudades. Acredito que as maiores mágicas da vida, não pedem explicações. Depois de explicados os encantos se desfazem, os brilhos nos olhos se apagam e a alma se esvai.
Duvido de tudo que insista em me definir ou se auto-explicar. Desconfio de tudo que seja intenso, que não tenha senso ou que finja gostar. Gosto de gente de verdade, que acorda com a cara amassada, olhos sujos e boca com gosto de noite dormida.
Coração não é terra de gente. É mar de pirata. É picadeiro de saltimbanco. É teoria demais pra mentes pouco praticadas. É músculo que não sente dor, mas dói sempre que a mente conjuga saudade. Verbo irregular, pretérito imperfeito, uma das sete pragas do Egito, peste bubônica, lepra, câncer, ou, todo mal que há.
Felizes os que dormem noites tranquilas ou só sonham antes de dormir, livres assim de todos os pesadelos que os possam esperar. Viver é a arte de acordar, todos os dias, esperando apenas o jogo virar. É torcer para na próxima esquina, aquele alguém, sei lá, de repente, te encontrar.
Amor é palavra que sentimento ou neologismo nenhum seria capaz de explicar. São conjuntos de sensações nervosas que cérebro nenhum consegue aguentar. Findando em saudade, como o encontro do rio com o mar.
Ah, se todos os mistérios e segredos me fossem revelados. Ah, se todos os meus desejos me fossem saciados. Se todos os meus sonhos fossem realizados. Se todos os meus passados fossem apagados, os presentes simplificados e os futuros unificados…
Saudade é verbo. Que ninguém duvide disto. Se até ‘verbo’ é substantivo, eu que sinto, defino. Defino mesmo sem saber se quer o motivo pelo qual, de fato, sinto. Mas, sentir também é verbo, verbo pelo qual meu coração se apaixona. Coração, que não é terra de gente. É mar de pirata. É picadeiro de saltimbanco. Verbo irregular, pretérito imperfeito, uma das sete pragas do Egito, peste bubônica, lepra, câncer, ou, todo mal que há."
E nada e ninguém vai tirar essa felicidade de mim. Estou mais leve, estou mais alegre, estou de bem comigo mesma, estou bem assim.
"Ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar”
ninguém vai rir de alguém que tenta usar toda sua força de vontade. Essa
deve ser a batalha de um homem
"E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo, porque diz: o velho é melhor.» (Lucas 5,39). A novidade é sempre mal aceita por quem carregou durante toda a vida conceitos e princípios com os quais se identifica, mas que já perderam valor nos dias atuais. Resistimos descartá-los porque aprendemos a gostar deles, mesmo ultrapassados...
Pode crêr...
O que a gente falha, todo mundo vê
O que a gente acerta
Ninguém quer saber.
Por isso que eu não ligo para o que os outros dizem
Pelas suas próprias atitudes eles no fim se contradizem.
Ninguém usa um retalho de pano novo
para remendar uma roupa velha;
pois o remendo novo encolhe e rasga a roupa velha,
aumentando o buraco.
Ninguém põe vinho novo em odres velhos.
Se alguém fizer isso,
os odres rebentam,
o vinho se perde,
e os odres ficam estragados.
Por isso,
o vinho novo é posto em odres novos.
Marcos 2.21-22 (leia 2.13-22) – BLH
Esta passagem representa conflitos milenares: o velho contra o novo, a tradição contra a inovação. É fácil confundir novo com novidades e inovação com modismos populares. O novo e a inovação não têm valores em si. O velho e a tradição não são necessariamente descartáveis.
Jesus representava o novo e a inovação, mas estava longe de simplesmente introduzir novidades e modismos. O pano novo não deixou de ser pano, nem o vinho novo, vinho. Jesus era judeu, e não deixou de o ser. Não veio para estabelecer uma nova forma de judaísmo ou uma nova religião. Não revogou a lei. O “novo” era a retomada da essência da lei, o amor.
O amor é o juiz final de todas as pessoas e todos os sistemas institucionais, sejam “seculares” ou “sagrados”. Jesus simplesmente vivia criativamente o amor dentro dos sistemas da sua época. A mensagem que as duas figuras, pano velho e odres velhos, transmitem é profética: qualquer sistema institucional incapaz de enquadrar o amor é condenado.
O velho não tem nada a ver com a passagem do tempo. Tem tudo a ver com a perda de flexibilidade. Há pessoas jovens, já na velhice com a cabeça feita e a mente fechada. Há pessoas de muitos anos de vivência com a abertura para o crescimento e a ampliação de horizontes.
Falando de pano novo, roupa velha, vinho novo e velho e de odres velhos e novos, Jesus está falando de nós. São aspectos da nossa espiritualidade. Podemos nos tornar fechados e inflexíveis, defendendo uma ideologia rígida e exclusivista. Ser roupa velha ou pano velho depende da nossa mentalidade, não da nossa idade cronológica. Ter uma fé intolerante, restrita ao templo, com conjunto de normas inflexíveis e exclusivistas é sinal de velhice, independente da faixa etária.
Para desfrutarmos do pano novo e recebermos o vinho novo é preciso, também, nos tornarmos novos! É o caso de “receber o Reino como uma criança”. O espírito jovem nos possibilita nos integrarmos no Reino que Jesus proclamou.
Uma das marcas deste século é a radicalização religiosa. O amor é deixado de lado a favor da defesa dos “ismos”: cristianismo, islamismo, judaísmo, fundamentalismo, sectarismo, etc. Como resultado da rejeição do novo pano e vinho de amor, as roupas e os odres velhos estão rasgando e quebrando. A roupa velha não consegue ser remendada e os odres não conseguem conter o novo vinho.
Jesus é o nosso exemplo de pano, vinho e odres novos. Sua fé era festiva, convite ao casamento. Nada de práticas religiosas rígidas. A sua presença inspirava alegria. Ele proclamava e vivia uma qualidade de vida ao alcance de todos.
Ao vivermos o amor de maneira criativa, somos pano, vinho e odres novos pela graça divina. O “viver o amor” está ao alcance de todos. É o Reino de Deus entre nós.
Um bom líder é aquele que lidera sem que ninguém saiba o quão poderoso ele é, pois, sua humildade perpetrou nele o melhor líder!
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