Não Tenha Medo de Mim
A internet é igual ao Funk. Todo mundo tem medo, mas ninguém para de usar. Parece uma parada tipo "pulsão da morte" em Lacan - dor e prazer. Pronto é isso: Mr. Catra é a reencarnação de Freud.
Cuscuz da Graça!
A seca ainda mete medo
no sertão de pouca luz
esse aqui é nosso enredo
só com a graça de Jesus
mesmo nesse alvoredo
permite de manhã cedo
ter um prato de cuscuz.
Mergulhe
Na insegurança do
dia ou da noite
apenas mergulhe
Mergulhe sem medo de descobrir o quanto vai ser gostoso nadar em águas desconhecidas
O lago do prazer é profundo proibido mas se eu não me lançar jamais provarei o quanto me faz bem mergulhar. Águas misteriosas do prazer .
Nós braços desse mar novo existe tanto segredos a ser desvendados nos toques de desejo absoluto
Quero beber do prazer
Quero mergulhar e provar cada gota desse mar misterioso que é seu corpo ...
Elienai Candido
Mergulhe
Presenciei um cachorro chorar por um desconhecido, e crianças chorarem com medo, talvez está fosse a semelhança.
Eu sou criança
tenho medo não adianta
tenho medo de ser destruído por esse mundo tão obscuro destruindo quem esta encima do muro quem não tem uma opinião própria e prefere se esconder
e não ser quem é de verdade
O medo da classe capitalista dominante sucumbir o profissional já dominado faz com que ele não procure os seus direitos.
Diante de algumas situações, permitimos que o medo governe nosso pensamento e, consequentemente, nossas ações. A gente se desespera, quando na verdade tínhamos que apenas crer. Mesmo que tudo ao seu redor indique o fim, acredite e não temas. A fé é mais poderosa que o medo!
Medo
O medo é um bichinho insuportável,
é o próprio vírus da emoção,
quando faz companhia trava iniciativas,
retrocede a evolução
e coloca seu brinquedinho de estimação num casulo bem fechado.
O medo é terrível emperra iniciativas,
impede que se exponha o que vai no interior.
A cabeça pesa, fica baixa, os olhos espantados e a garganta leva um nó.
Pergunta-se... de que temos medo?
Do desconhecido? ...da morte?
De assaltos, brigas, desentendimentos, doença,perdas diversas...
enfim poderia se fazer uma lista interminável de razões de apoio ao bendito medo.
O medo deve ser nossa companhia apenas como maneira de prevenção,
não de dominação
para que se evite encorajar em excesso.
O medo deve ser conselheiro
não carrasco que esteja pronto para fazer execução.
Bom que se saiba que a emoção chamada "medo" é altamente poderosa
para atrair o fator que nos desagrada e que desejamos afastar.
Então...
quanto maior é o medo maior é a atração para atrair o temor ou objeto temido.
Portanto...
hoje vamos nos vestir de coragem, usar os sentimentos que atraem a alegria,
sensações que transbordem de bem estar
banhar-se da proteção na fé consciente de nossas crenças e objetivos
Nada nos detém ante objetivos determinados
e emoção impulsionada pela fé,
a mente se abre,
o momento se ajusta
e o milagre acontece!
“Não é medo de se envolver; o medo é de ficar refém do amor.
Talvez vagamos a vida inteira em busca de algo que nos satisfaça espiritualmente, para que a partir daí possamos amar intensamente e talvez conhecer a "tal" felicidade.
Talvez esse seja um dos nossos maiores erros, economizar quem somos, e negar-nos a algo ou alguém.
O amor é o sentimento que mais causa sofrimento no ser humano, pelo simples fato de não saber amar e possuir medo de se entregar a alguém. Temos ai a dupla questão, sofrer por amor ou sofrer pela falta dele.
À mais amar é sofrer? Não. No entanto na maioria das vezes, transformamos uma tarefa simples em algo complicado. Pois alimentamos a todo momento expectativas sobre o outro, e queremos a todo custo que este, as tornem realidade, quando ninguém tem a responsabilidade de ser aquilo que queremos. Amigos, Família, irmãos, namorados(as) - amores incessantes que quando de fato é verdadeiro, se transformam em subsídio para superar as dificuldades da vida.
Devemos buscar por alguém, que nos enxergue melhor do que somos; alguém que não desista de nós depois do primeiro erro; alguém que diante de tanta correria do dia a dia, pare para simplesmente nos olhar nos olhos; alguém que não faça nada por nós, mas que esteja ali nos dando força em todos os momentos; alguém que mesmo mau morado não deixará de nos atender quando ligarmos tristes as duas horas da manha para conversar; ... alguém que mesmo diante de nossa inutilidade continue dizendo eu não sei viver sem você... Talvez esse seja o sentido da vida... não dar o que temos, mas sim, dar quem somos.
Não é medo de se envolver; o medo é de ficar refém do amor.”
É na desordem dos meus
cacos internos que me
arrumo e me encontro .
Nunca tive medo e
muito menos
cansaço em insistir nos
meus sonhos.
E quando anoitece ...
Mergulho no meu profundo
e ressurjo olhando a vida e
o mundo
muito mais leve ...
Eu sempre acordo confusão .
Mas adormeço
com minha alma em paz
e meus pés no chão.
"Se o começo não valeu a pena, recomece, se a estrada teve um fim, construa uma nova, se o medo te impediu de fazer algo, simplesmente se sobressaia sobre ele, se te julgarem, ore por essas pessoas, quando você achar que não vai dar certo, pense consigo mesmo vai dar certo porque Deus está comigo, olhe-se no espelho e diga a si mesmo eu estou sensacional hoje ao invés de dizer nossa como estou acabada(o), Deus nos coloca provas todos os dias, as vezes passamos como as vezes não, pois, tudo tem um motivo para que um dia tenhamos um futuro que nos surpreenderá para sempre."
"O choro e o medo podem tentar te dominar, mas a fé e a força de vontade te darão garra para seguir em frente".
O que causa terror ou pânico não é exatamente a manchete que muita gente se recusa a ler por medo do feio e horrivel, ou por indiferença com uma dita crise.
Depende do controle emocional de cada um de nós no momento da notícia alarmante, da associação que fazemos sobre o que deslumbramos com o que alguém querido já sentiu na pele.
Como num acidente de trânsito grave, numa cena violenta no ambiente de trabalho ou doméstico, a questão é que o campo de atuação profissional, a personalidade e o estado emocional resultam em reações diferentes para cada pessoa.
No caso de alguém que assiste socialmente famílias marginalizadas e realmente desesperadas, o profissional, mesmo acostumado com esse caso, ao sair do trabalho difícil, visualizar do outro lado da rua outras famílias em total descaso, como as mães de presidiários nos portões das cadeias públicas, passando fome, sede, mal-estar e ansiosas em descobrir se seu filho, neto, marido, pai ou irmão continua vivo, o profissional despenca com essa senhora de idade que desmaia ao descobrir a verdade.
Portanto, não posso justificar meus excessos com minha rotina árdua, mas realmente existe uma profissão de paixão que não é fácil de voltar para casa leve e de consciência feliz.
Não é só compaixão, ou compreensão, é uma missão por vezes impossível e que mesmo com autonomia escrita nas literaturas, na prática somos apenas secretários do Estado, a mercer da boa vontade do sistema.
Imagine só a demanda gigante de colegas frustrados e migrantes em outras profissões por desistirem da classe, por vezes classificada como insistente e não assistente.
É por isso que não sei falar com menos excessos, não é um pânico meu, ou discurso de gente exagerada, é minha rotina cansativa e tantas vezes sem vontade, depois de testemunhar tanta dor.
Meu problema com isso é o positivismo, eu não sou seguidora dele, não é isso, mas o que me levanta é a ideia de que ainda podemos ser protagonistas, nós, o povo.
Eu acredito que alguma coisa boa vai acontecer, mas até lá eu fico indiguinada mesmo, desabafo com quem se disponibiliza e até mesmo me ajuda a ver por outro ângulo.
A essa hora de sábado, não estou falando de romance e de relações pessoais, estou pensando na sociedade mesmo, essa que está condenada em uma suposta crise que afeta a massa dominada de sempre e é desculpa para todos os problemas sem solução.
Enquanto me distraio escrevendo sobre romances que me apresentam ou que percebo no mundo que conheço, esqueço da vida por alguns instantes de um sentimento bonito.
Só que, em alguns intantes, eu preciso surtar sobre o que está em mim e jogo para fora o que não cabe mais aqui dentro, mas eu tambem já disse que escrevo sem remetente e ainda assim, sempre preciso lembrar ao vento, que passa por aqui todos os dias, levando partes minhas ao desconhecido, que se sente atingido por uma indireta e eu sei que é assim que acontece mesmo, pois eu já vivi essa sensação também.
Enfim, são apenas textos desligados a cerca de emoções das minhas observações de tempos diferentes que me lembro e começo a descrever.
a morte ensina o que em vida não conseguimos por medo, desapegar, a matéria, ou a alguém, a marte não é inimiga, e opostamente a vida? ou faz parte dela? se faz parte à vida não vive sem a morte e vice e versa. toda divisão, isso sim, seria bom? toda união independente de não ser o que, não deve ser bom? o que quero falar afinal é que A Morte me ensinou a dar valor a Vida! já um passo dado!
Meu palco...
O meu palco é onde eu piso sem medo de cair, ali, sou artista, diretor, coreógrafo, sou eu, em frente a um espelho onde nada passa despercebido.
by/erotildes vittoria
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