Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
A vida humana e espiritual é constituída de infinitas consequências, desencadeadas por uma causa Divina que se chama Deus.
Abrindo uma exceção e falando de política:
Nem peito de frango, nem peixe, nem leite, nem ovos, nem picanha!
Vamos procurar uma alternativa mais saudável? Para os 'culpados' e para as 'vítimas'?
GO VEGAN!
Se é que me entende!
Trevas e Luz, juntos estão, em eternal comunhão, vivendo uma paxá o, o amor pela vida e o rancor quando ela expira. Na luz tudo vive e nas trevas sobrevive. Nesta paixão dois estão: Luz a vida, trevas a morte, dois consorte. O começo e o fim, sim, somos em fim, um presente da vida para seu amor... O fim
Essa vida e uma coisa loca maluca você esta lá feliz da vida ai vem alguém para acabar com você só, que do nada você reencontra novas forças para continuar ai você pensa meu deus mas eu já não tinha mais forcas já tina desistido {ai eu te falo você pode ter desistido mais DEUS nunca desiste de você }
Uma parte do céu é azul; outra, esverdeada; outra, vermelha e outra, ainda, acinzentada.
Cada cor do céu, contudo, tem um tom de amor: amor por quem chora ou por quem faz chorar; amor por quem ri e por quem desespera; amor por quem não faz nada e por quem esbraveja.
Cada parte do céu tem uma cor, porque cada cor representa uma parte de DEUS, e é em cada uma dessas partes que cada um de nós, seus filhos, seremos acolhidos por ELE.
Pintemos o nosso céu de acordo com as cores disponibilizadas por ELE. Escolhamos as tonalidades certas.
O poder do romantismo físico de um ser está noutro ser, e no do espírito dos seres...Em uma boa livraria.
Ele é como uma roda sem movimento, uma pedra bruta, um olhar cansado, uma vontade por vir, um desejo prestes a eclodir, uma capa que não esconde, talvez uma lágrima que escorrerá pela face adulta demais. Ele é como é, aliás nunca foi. Ele acha que o "muito" é muito, e isso o restringe de ir além de tudo. Ele diz isso, querendo gritar aquilo, nesta nova ânsia de continuar sem saber onde as coisas vão dar, mas eu sei onde elas irão terminar. Ele é de lua, porém, sem fases, uma monotonia aguda, uma dor que não se sente em mais ninguém, apenas nele. Ele vai ao trabalho e não olha dos dois lados da rua ao atravessar, ele gosta desses pequenos perigos. Ele se um dia for, ele será grande. Grande como o céu no seu infinito, pois, é isso que se torna quando se encontra a si mesmo, no meio das canções, dos poemas e das filas de supermercado: infinito. Ele nota simplesmente o sol que o atravessa pela janela do apartamento financiado em eternas prestações, mas, que seja essa a sua realização, a sua conquista universal e a dignidade ilibada. Ele é igual a tantos, porém, com a coragem de ser "ele", e é tão engraçado e desesperador, tão cruel e visceral, tão agridoce e sem nexo. Ele já não buscas tantas respostas e muito menos, tantas verdades, porque ele descobriu o que é ser ele mesmo. Me dê um copo d'água e um pedaço desse chão, firme e sólido. No campo "eu" ainda me importo, compro e finjo que vivo. Gosto de dançar sobre o meu corpo e circular sobre ele. No campo "você", ah! Não irás compreender.
Queria apenas dias claros, porque quando cai a escuridão da noite, me vem uma vontade de ter você aqui neste manto estrelado.
vou ao relento de mim em pequenos vôos, levo uma lágrima a esboroar-se p'lo rosto, e a serenidade duma borboleta por entre os cheiros da aurora...
dica do dia :
Café da manhã: consuma uma boa quantia de otimismo. Frutas, um prato de cereal e uma xícara de " hoje tudo vai dar certo "
Almoço: Substitua o gorduroso medo, por uma salada de coragem. Modere no chocolate e exagere nas gentilezas.
Jantar: Hora de ser leve e abstrair as coisas ruins. Jamais ingerir magoas. Faça um prato de amor e divida com alguém.
Alimente-se de vida!!!
Tenho aprendido todos os dias de minha vida que há uma relação íntima entre felicidade e paz de espírito. Portanto, não adianta buscar uma sem ter a outra.
Se seu espírito estiver em paz a felicidade se encarregará de fazer a parte dela.
UMA VISÃO, PESADELO
Ela era velha, simples e horrenda.
Unhas compridas, cabelos grisalhos,
Voz semi-rouca, veste em frangalhos.
Tinha um olhar temível e frio,
Da boca, gemidos qual foz de um rio,
Amedrontavam, distantes pássaros no ninho.
Sua cabana agreste e escura,
Coberta de palha, escorada por lenha,
Ao centro de uma sala, uma mesa jazia.
Por cima, um signo: a serpente da magia.
Ao lado, um quarto, um altar e esteira,
Onde suas preces não eram de uma freira.
Falou-me tudo, de tudo:
Do nascer, do morrer.
Do homem, a ignorância
Haveria de sofrer.
Meu presente e meu futuro,
Sim! Um pouco eu pude crer.
Falou-me, ainda, sua voz sempre rouca,
Das provas que eu um dia iria sofrer,
Das lágrimas que eu chorei por tudo,
De momentos que eu vivi por nada.
Meu futuro... prometeu
A felicidade que eu a conheceria.
Doze badaladas ouvi tocar;
Gargalhadas, gemidos, árvore a se agitar.
Já se foram os espíritos – disse;
Só resta um altar.
Nele uma velha que o mundo desconhece
Flertou comigo por um tempo
E fez o meu sonho despertar...
Clamor da Pátria
Dizem que eles são,
alvo de conspiração.
Uma parte pela mídia,
outra pela oposição.
Se acomodam confortáveis,
no lugar de grande vítima.
Travam guerra contra os nossos,
tratam os seus de forma íntima.
Tome cuidado em ser descrente,
que aqui viva brava gente.
E por isso não se iluda,
Um filho meu não foge à luta.
Ouça agora o meu conselho
não se dobre de joelho.
Ao contrário tingirão
a Auriverde de Vermelho..."
O decote dela pode até ser uma fissura,
Uma passagem de olhares discretos,
Mas nunca uma vala, uma cova,
Uma uma abertura para palavras sujas,
Pois as palavras sujas morrem nos ouvidos dela,
Causando assim um luto de: Eu luto por respeito!
