Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
Evita dizer o que foste, quando tiveres que me aconselhar.
Pois deves mostrar que tens uma boa direção, e não que foste melhor que eu.
O poder de uma vírgula.
Num zoológico havia um macaco que sabia ler e escrever. Na jaula onde ele ficava havia uma placa dizendo: "Não dê comida aos macacos ou seremos obrigados a expulsá-lo do zoológico. Obrigado!".
E ninguém, naturalmente, dava nenhum tipo de comida aos macacos por conta da ordem dada na placa.
Mas, um dia o macaco conseguiu subir até a placa; e com muita astúcia conseguiu fazer um simples rabisco parecido com uma vírgula na frase da placa. Então, a ordem se transformou em: "Não, dê comida aos macacos ou seremos obrigados a expulsá-lo do zoológico. Obrigado!".
A partir daquele dia, todas as pessoas que passavam por ali eram obrigadas a dar comida aos macacos!
A efemeridade da vida é uma expressão muito usada para lembrar que a vida é passageira, e por isso, é imperioso que cada instante seja vivido intensamente.
Então: Eu acho que a vida é tão efêmera que eu não me dou mais tempo para sentir vergonha, mágoa ou raiva por qualquer coisa que eu tenha dito para alguém ou alguém tenha dito para mim. No final, são somente momentos e escolhemos a cada instante como vamos nos sentir com relação a eles. Sabe o que eu escolho? Ficar em paz comigo.
Ao ponto que “contemplamos” o desabrochar de uma flor trazemos ao corpo equilíbrio, a alma paz, a consciência pausa, aos olhos brilho, a boca silêncio e ao coração amor... Sabendo que por conta do desenvolvimento faltaria espaço as flores, então criou Deus o dia, a noite, o horizonte, o mar, as montanhas, as selvas, os pássaros e uma infinidade de elementos para que ficássemos efetivamente bem; O que mostra que o que falta a felicidade sem dúvida, é saborear o alimento oferecido pela contemplação, que com certeza nos aproximará do Criador.
Se um dia um mudo girar pra nós outra vez, eu tiver livre e você também quero poder tentar mas uma vez.
A vida.
Somos ensinados que a vida é uma dádiva e que devemos festejá-la.
E é isso que fazemos, uns mais, outros menos, algumas pessoas todo o tempo, acreditando que no final tudo vai dar certo.
E vamos tentando, apesar dos pesares, de parecer que a imprensa só serve para mostrar problemas onde existam, descobrir uns que estão escondidos e em algum caso inventar para aumentar a audiência.
Alguém deveria medir o tempo que a imprensa gasta para divulgar as coisas ruins, os crimes e os desastres e obrigá-la a mostrar em igual tempo (pelo menos) coisas boas e dar ideias construtivas para que a gente continue a pensar que a vida vale a pena, que o pior já passou, e não pensar que o melhor foi o passado.
Passei a vida evitando pequenos acidentes, para perceber que o fim é o grande desastre.
Por muitas vezes, escrever um texto é uma saída para um mundo de fantasia e emoção.
Mundo esse que queria realmente viver.
A luz facilita a visão de uma infinidade de coisas, mas, também, pode ocasionar a cegueira para o fato que não queremos perceber.
SE TUDO MUDOU
Talvez hoje seja o começo de uma nova vida.
Talvez hoje possa estar diante da resposta de muitas de minhas preces.
Talvez hoje eu acredite que haja esperança.
Talvez hoje eu sonhe que tudo vai ser diferente.
Quem sabe o dia de hoje seja o dia.
Quem sabe amanhã vou acordar e ver a mudança.
Quem sabe vão olhar pra mim de uma forma diferente.
Ou quem sabe vou estar iludido acreditando que tudo mudou.
Se tudo mudou, eu sou feliz!
Se nada mudou, eu também sou feliz!
Admito essa minha indecisão.
Se tudo mudou, a saudade vai existir!
Se nada mudou, a saudade poderá ser morta!
Apenas o tempo dirá o que vai acontecer!
Já falei aqui que tenho um menino o Felipe, e a cada mês ele me vem com uma. Desta vez foi um pedido inusitado do número de minha conta bancária e vou explicar: - Estava esgotado quando cheguei em casa, só queria um banho e cama, quando ao abrir a porta me veio o Felipe: - Pai! o quê? - Eu preciso de sua conta bancária e o número de sua conta bancária e da agência. Fiquei surpreso e imediatamente, lhe perguntei em tom ríspido, dado que sempre é algum problema. - Pra quê? - Eu preciso, pois o Google, tem que me depositar 100 dólares. - O quê? - Como é isso? me explique? - É que eles me devem. - Devem como? - É me devem. - Eu quero saber direitinho. - Bom... Você sabe que eu gosto de jogar no computador, não sabe? - Sei! vivo brigando com você, por causa desta porcaria. Pois é, criei um canal no youtube e resolvi filmar as minhas partidas e colocar no meu canal. = Uai? - tem isso de você ter um canal? - seu mesmo? - é meu mesmo. - E como funciona? -Eu mais calmo e por óbvio, todo interessado na coisa, entreguei o cartão. É simples você cria o seu canal e cada visualização o google, lhe paga uma grana e chegando nos mil, começam a te dever. Poxa Felipe, legal isto e como eu faço para ir no seu canal? deixa eu te mostrar: - Pegou o Laptop e entrou no Youtube, lá num nome meio em Inglês, Português e Japonês, entramos e vi o primeiro vídeo e é uma linguagem literalmente de outro planeta. A única coisa compreensível era> - E ai Galera! E ai galera! - E ai Galera! o resto só com um decodificado de Vulcano. Mas tudo bem, cem dólares são cem dólares, ainda mais nesta crise. Partimos para um segundo vídeo e a mesma coisa se repetiu, só que ai o título do vídeo me chamou a atenção, era UMILHaÇÃO do não sei o que. Felipe, pô meu, humilhação é com H, que merda é esta? E ele com aquela calma peculiar, me disse: - E você acha, que a galera, vai achar umilhação com H, presta atenção pai. - Na hora que forem procurar no youtube, por Humilhação e o restante impronunciável, alguém vai lembrar deste inútil H. Como assim? Pai! - todo mundo escreve é assim, com u, sem H mesmo. Tá, mas aqui em casa é com H e eu exijo que vc edite este treco e mude o título. - Não vai dar não. ele me respondeu e porquê não? Vc acha que se eu colocar o inútil do H, alguém vai achar o meu canal? Vou perder dinheiro. Sem chance.- Todo mundo escreve humilhação sem H, é fato, a galera, sabe que é inútil, gasta mais tempo nas provas e só serve para ocupar espaço, é por isto que este país não vai para frente. Depois de toda a ladainha, eu fui e falei: - Tá bom, fica do jeito que está, mas eu vou cobrar uma multa de 20% pelo erro crasso de português. - Que país é este, que injustiça, é emu trabalho e você dá uma de governo e me cobra imposto? - Não é imposto, é uma multa pelo erro. Pior ainda, eu já falei, que é por isto que este treco tá deste jeito, agente tenta melhorar as coisas e vem o pai da gente e impede a criatividade do filho. Quer saber? - O quê? respondi ríspidamente. - Eu vou embora deste País! - Ah é! e como você vai? escrevendo errado do jeito que você escreve? É! - então tá, o que eu vou fazer? - vai fazer e muito, pois enquanto nós estávamos discutindo, esta sua besteira de multa, eu no outro computador já comprei a ássagem para Londres, ou você esqueceu que seu cartão da conta é o mesmo do de crédito. - minha reação, foi a amais doce possível... vem cá seu fiedamãe...
Se a bíblia diz que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, então o corpo de uma criança é o Santuário de Deus.
A discórdia é a isca do mal para uma possível violência. Seja fisgado e levará a marca desde anzol em sua vida
Ela cansou de uma vida de rabiscos.
Ela rabiscou sorrisos, olhares, piscadelas, lágrimas e os rabiscos mais dolorosos marcados no coração. Perdeu a paz, o tempo, o sono, a esperança, a vontade, desejos, caminhos, maquiagens, vestidos, sapatos, ela perdeu tanto vivendo uma vida em rascunhos. Rascunhou uma vida com o ex, com o curso que não terminou, com a festa que foi e só se frustrou, com as amigas que lhe magoou, com a família que não a apoiou, com a ressaca que a assolou, com a faculdade que não começou. Enfim, uma página em branco ela pegou e com uma caneta ela recomeçou a escrever os olhares, as lágrimas, os caminhos e o amor tudo de novo, tudo novo. E se tudo o que fizer tornar-se um grande rascunho cheio de rabiscos, ela amassa o passado joga junto a pilha no canto do quarto e escreve um novo presente. Ela quer um olhar onde encontre toda a segurança que precisa, um abraço com todo o conforto que deseja, um homem com a segurança que a conforta, ela quer uma história só com a parte do feliz, pois de finais o canto do quarto já está cheio. Hoje se ela pudesse por uma placa diante do seu coração sua descrição seria: "Há vagas apenas para quem quer ficar". Por isso, ela tornou-se tão difícil: ela quer uma história nova, clara, transparente e fiel, não parece muito, mas é tudo o que precisa para ser feliz.
Sobre hoje
Uma imensa e vazia utopia
Um emaranhado de sensações dormentes
Descontento-me com a minha súbita alegria
Não tanto bem que esta dor me faz
Uma rosa murcha eu vi
Nunca algo tão belo assim me definiu antes
Sou sim um rompante de emoções, instantes
Por isso deito o pensamento em pé aqui
E ouvi,
Antes de ver, sua voz
Veloz o sangue segue o seu caminho
E eu finjo estar tudo doze por oito
Enquanto o coma e a adrenalina
Invadem o meu corpo
Hoje.
Assinatura sobre as coisas
Algumas situações durante a vida permitem que tenhamos uma assinatura sobre as coisas.
Trata-se de uma espécie de vocação para que tudo tenha uma identidade. O bom e o ruim. Caso você seja alguém que faça essa distinção. Não há o querer identificar a situação, mas sim a necessidade extra de assinalar com qual identidade a questão se apresenta e por quê.
É a imagem focada. É o texto em negrito. É o detalhe assinalado.
As questões podem ser anônimas, mas não devem. Há que se tentar integrá-las a algo bem maior e mais interessante para uma análise futura.
Importante que se busque o que delas há em você e o quanto de você elas se apoderaram.
Uma coisa é certa, ou quase: existe uma correlação entre as questões que se apresentam e as que lhes são apresentadas.
É confortável, mas, nada inteligente sentir que há um acaso por trás de tudo.
O acaso está à frente.
À frente de questões que você busca, se empenha para resolver, mesmo e quando pensa o contrário.
Na reclamação há uma busca qualquer latente. Pode ser uma questão propriamente dita. Pode ser apenas a sua maneira de entalhar sua assinatura sobre todas as coisas.
Pense nisso.
UM FAVOR QUE ME FIZERAM
A correria do dia a dia nos faz esquecer muitas coisas, uma delas , pode-se dizer que é pagar a conta de luz. Então esse fato, ocorreu. E o empregado chegou para cobrar a dívida em uma sexta-feira, mesmo pagando a dívida, a energia seria cortada, norma da empresa, consequentemente, a religação só seria na segunda-feira. Por vários motivos burocráticos não seria possível a assistência naquele momento, enfim ,revoltei-me no primeiro momento, imaginava, como sobreviveríamos sem ventilador, sem geladeira, sem liquidificador , sem televisão e pior, quando o celular descarregar, já que internet também não haveria naquele momento. Pensei em sair de casa e me refugiar na casa de meus pais o final de semana.
Contudo, algo foi tomando conta de mim, inequívoca sensação de bem-estar, ao perceber que poderia eu proporcionar um dia diferente aos que estavam ao meu redor. De repente, fomos, sentar e contar histórias de Trancoso, cantarolar, o ato de acender uma vela , despertou em minhas filhas uma alegria antes nunca visto, “a descoberta do fogo”. Minha angústia maior, ainda era a hora de dormir, no entanto , naquela noite, um vento branco e fresco chegou, assim, conseguimos ultrapassar a noite, que aliás, nada de nariz entupido no dia seguinte.
Então , os dias sem energia, se transformaram em dias em luz, pois força tínhamos muito para gastarmos , ao invés de deitarmos no sofá e nos entregarmos aos artifícios do mundo moderno, ciladas do consumismo para nos laçarmos e rotularmos o que devemos fazer, assistir, acessar; descobrimos possibilidades de companheirismo e convivência.
Nessa situação, vivíamos como uma família se descobrindo a cada momento, através de ações que nos proporcionamos , permitimo-nos conhecer a casa, por pequenina que seja, passou a ser infinita naquele momento. Assim, deduzi que na verdade não foi um mal , mas sim, um favor que me fizeram!
Gosto de levar comigo, sempre, uma verdade que me deixa leve.
De que fazer o bem, é um bem que conquistamos.
Uma espécie de patrimônio que o espírito conserva, pelo simples fato de ser solidário, de saber amar, de dividir.
Porque com certeza, mais que um ato bonito, fazer bem ao outro é permissão sagrada.
