Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Não sei como Vocês definem isso, mas para a mulher que me deu a vida fé era uma virtude essencial e ela carregava para onde ela fosse.
É comum as velhas andarem de panos e nas pontas de seus panos elas guardam dinheiro e outros pertences, tipo bolsas para o ocidente. Nas pontas de seus panos muitas vezes estavam os kwmazas do mata-bicho ou do jantar, yeah a certeza da felicidade dos filhos estavam lá. A maneira como elas expressam seu amor, muitas vezes sem palavras, mas por meio de ações práticas e constantes, é um testemunho da profundidade de seu compromisso e de sua força interior. Não são do tipo que precisam dizer eu te amo aos filhos, o amor delas é materializado em suas ações, nos valores da cultura, na força que supera todo tipo de dificuldade. A imagem mental que carrego é de resiliência feminina que enfrenta e supera dificuldades, que junta família e resolve problemas, que cuida é vê em seus filhos o seu alicerce de amanhã. J.R
Não sei qual final da minha história. Aliás, ninguém sabe o final da sua. Mas na minha história, ninguém nunca vai ler: "ela foi covarde".
Eu não sei quem sou, mas Cristo, sei bem quem tu és. E sabendo quem és, em ti encontro e descanso quem sou.
"Sim é meu velho defeito,
Eu não sei dizer Adeus
O meu Adeus não dura um dia
A vida teima em não ensinar me
As pessoas ficam mas nunca sabem o quão importantes são
E se torna um perpétuo estado e agoniante inconstância de interação"
Não sei se já tiveram a sensação de ter perdido as pessoas que amam.
Não estou falando de morte.
É muito mais complexo doque isto.
A morte bastaria para min, bastaria ter a certeza de algo que certamente isso não me atormentaria.
Sim, me atormenta pensar que perderei vocês um dia, a cada ida levam-se consigo uma parte de min.
Com certeza não conseguiria demonstrar em palavras o quão isso me atormenta.
Me atormenta saber que em algum lugar no tempo e nesse espaço eu posso as perder.
Não vou me estender, Irei acabar por aqui, espero que em algum dia vocês possam se lembrar de min.
– Aonde acha que o John está?
– Eu sei lá.
– Ele se foi; foi embora deste mundo.
– Não acha que ele foi pro paraíso?
– Seria o inferno pro John.
– Nem inferno, nem paraíso; ele só não está mais aqui.
(Diálogo entre Arthur e Thomas Shelby)
Te amo
Não sei porque te amo
E não espero
Que me ame
Na mesma intensidade
Te amo assim
Convalescente
Te amo porque não sei
Mais viver
Sem te amar
Te amo porque
Não sei
Como vivi
Ou pude sobreviver
Sem te amar
Te amo já
Antes de adormecer
Te amo de forma
Que de tanto amor
Não posso mais
Te odiar
Te amo desse jeito
Te amo apenas
Porque
Te amo.
Não te sei decifrar
Estou perdida entre o antes e o "nós"
E a minha vontade de voar
Faz-me voar é tudo o que te peço
Faz-me perder o medo das alturas
Faz-me sentir que não vou cair
E dá-me a segurança da tua mão se precisar de me levantar
Faz dessa serenidade que tens na voz uma constante
E ama-me
Ama-me como se fosse a única mulher que merecesse o teu amor
Permite-me o poder de te tirar o chão
E caminharemos juntos em caminhos infinitos
Porque se me souberes amar...
Onde não houver chão... voaremos
Não sou ateísta, e não sei se posso me chamar de panteísta.
Barbara Gomes da Silva
E hoje o dia tá um pouco mais difícil. Coração apertado, sei lá. Não tem sido fácil.
Preciso conseguir me reerguer.
Tem dias que a saudade é um pouco maior, a dor vem mais pesada.
Enfim
30/06/2022
Complicado né, eu sei o que você sente quando eu passo por você e você não pode me ter denovo.. mas a vida é assim , quem mandou não dar valor ... agora tá aí morrendo de amor , de ciúme, de raiva , de desejo me vendo beijar a boca de outra pessoa..
não sei oque me faz pensar que se eu tentar novamente vai dar certo, por que pra mim já está mais do que claro que não vai dá.
pois nunca deu!!
não importe quantas vezes eu tente, sempre acaba dando errado no final.
Hoje eu acordei
E não te encontrei
Parei pensei
Sei que não está
Mas não vai demorar
E vou te encontrar
E assim poderei te amar
Sei que não vai me deixar
Para sempre vou te amar ....
Flecha tardia
Escrevo porque existe uma área no olho, que não sei nomear, onde a lágrima se deposita antes de rolar para as faces, uma espécie de pequeno leito, uma borda.
Escrevo porque meu corpo tem um ritmo: o coração, o ventre, o estômago, o sistema nervoso, as mãos, o útero.
Escrevo porque não sou eu quem escrevo, mas as palavras a se escreverem, urgentes.
Escrevo porque sou muitas.
Escrevo porque hoje é o amanhã do ontem.
Escrevo porque não é o tempo que passa, mas nós a passarmos e é em nós que existe a duração, esse desvio subjetivo do tempo, em que as coisas perduram, o passado se transforma em presente e o futuro deixa de ser um mistério para se tornar uma vontade.
Escrevo porque morro e ressuscito.
Escrevo porque as palavras são criaturas cheias de dimensões e as coisas podem ser outras.
Escrevo porque os fatos não existem como uma coisa imponderável e fixa.
Escrevo porque acredito. Intransitivamente.
Escrevo porque a morte se insinua em cada desistência.
Escrevo porque Paul Celan, um dia, falou de uma "flecha tardia". Ele a lançou e ela, no futuro em que estou, me atingiu. Quero lançá-la mais adiante.
Escrevo porque Manuel Bandeira disse que Teresa era uma lagarta listrada.
Escrevo porque sou pedra e planta.
Escrevo porque meus pais fugiram do velho mundo, porque existem ainda pessoas fugindo de um país a outro, porque sou também fugitiva, porque a fuga é a condição primária da perda e do encontro.
Escrevo porque não entendo quase nada, porque não sei o pensamento, porque não conheço ninguém.
Escrevo porque amo David Grossman, que escreve tão melhor do que eu.
Escrevo porque escrever é errar e precisamos fugir do acerto.
Escrevo porque habito na iminência e ela habita em mim e porque, na borda do precipício, ou pulo ou contemplo a vertigem.
Escrevo porque entre as palavras existe o silêncio que elas inventam.
Escrevo porque resistir é aumentar o grau de impenetrabilidade.
Escrevo porque é difícil.
Escrevo porque tenho filhos, uma transitoriedade, uma lembrança, um salto.
Escrevo porque existe a nuance, essa nuvem que sopra sobre as coisas fixas.
Escrevo porque sou dinamite.
Escrevo porque aprendi a raiva, nariz comprimido, olhos apertados, peito contraído, potência dirigida.
Escrevo porque o amor é redondo, geodésico, porque ele planta bananeira e porque ele é a casca, o sumo e o caroço.
Escrevo porque sou pó.
Escrevo porque as etimologias me convocam para novas histórias, porque elas querem ser reveladas e porque revelar é também, de certa forma, velar de novo.
Escrevo porque li que, na índia, existe um deus cujo manto é feito de sílabas e porque essas sílabas sustentam o mundo.
Escrevo para entender o que são os metros dáctilo e trocaico.
Escrevo porque Sócrates, antes de morrer, aprendeu a tocar uma fuga na flauta e porque, ao ser perguntado sobre isso disse: quero aprender mais alguma coisa antes de morrer.
Nem sei por que escrevo. Escrevo porque nem sei.
amor eu sei que sempre te falo q não quero te perder, mais esses dias agente anda tão sei lã, sim eu morro de medo de te perder, minha maior insegurança é quando agente não se fala, eu acho q vc já achou alguém mais bonita ou melhor q eu, msm vc falando q me ama sempre, eu tenho medo pq me ensinaram q tudo um dia acaba, mais eu não quero q oque agente tem acabe nunca.
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