Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Amar
Amar? Não sei, mas no peito sinto qualquer coisa pulsar quando você passa; é a estranha sensação, que em mim pressinto, deixa minha alma perturbada e lassa.
Sofrer? Talvez. Quando você aparece e a luz do seu olhar não se dirige a mim; meu rosto se volta e empalidece. Deve ser isso a dor que me anseia.
Chorar? Nunca... no entanto se você andasse junto de outra pessoa, talvez eu chorasse. O pranto, as vezes, nossa dor consola.
Esquecer-te? Ouve a ti, posso dizer-te um dia, no futuro hei de esquecer-te!
Quando? Não sei. Talvez depois da morte.
Porque? Porque te amo.
Olhei pra trás outra vez
O que eu vi?
Eu não sei
Esses olhos refletem o céu?
De onde vem essa cor profunda?
Profunda como mar
E carregam histórias que te fazem recitar
Recita a beleza e inspira
Quase posso compreender
O reflexos desses olhos
São a saudade que teima em te doer
- Sobre sua saudade
Amigo, por que você fez isso comigo? De me bloquear?
Sei que eu fiz errado também. Eu não queria passar o seu contato para outra pessoa. Mil desculpas. Eu gosto muito de você: Henrique Breno, sei que você está chateado comigo, dá para ver. Mas, se por acaso, você me der a ÚLTIMA CHANCE???
Não sei andar na chuva
muito mais que o tempo, dividir um guarda-chuva
atravessar sem medo, queda longe da parede
pega pela mão, a formiga
na outra, carrega-o
– tempo de costas
alguém disse: não sei andar na chuva
sendo um a menos
estampido são os gritos
no ritmo dos passos
alguém repetiu: eles eram muito felizes
ela, quinze anos
ele, os mesmos quinze
dividiam no guarda-chuva
a mesma tempestade
o riso insolente
o silêncio na xícara de café
beija o inverno delicado
não havia mais ninguém na casa
além do talher empoeirado
ainda da última visita
de um marido morto
a música que faz chorar
hoje só esconderijo
impossível viver numa casa onde não faz calor
frágua que forja lágrimas
onde a chuva não caminha
como dói a paisagem
quando o olho morre aberto
fica no meio um abismo vermelho da saudade
para entrar no sonho
e esperar que aconteça um milagre
LÁGRIMAS QUE FALAM
As vezes, sou pego de surpresa
Uma lágrima sai dos meus olhos
E eu não sei, o porquê
Fico pensativo,
Pois, sempre que choro
É porque, tive uma emoção muito forte
Seja de alegria, ou de tristeza
Será, que esta lágrima
Que corre no meu rosto
Não é alguém querendo se comunicar comigo
Será que existe outro, dentro de mim mesmo
Será que este alguém
É quem eu procuro tanto
Será que eu estou fazendo ele sofrer
Ou será, que ele se emocionou
Ao me olhar pelo espelho
Será que sou eu mesmo ?
Será ?
Tão triste
O caos dos sentidos
… ao longe
não sei onde
não sei…
mas sinto
tua ausência… o vento geme.
Faz tempo já… foste embora.
Tua imagem…
Fumaça desgarrada
Escurecendo a manhã acinzentada.
Deixou-me somente uma imagem
Deixou tão claro que por mim… estavas só de passagem.
Partiste.
Trêmula… desesperançada…
Não te espero mais, nem espero nada.
Tua imagem deixa-me tão triste.
Sinto o caos dos sentidos… completamente sem sentido.
Caos dos sentidos… desordem, revolta…
Assim está tudo à minha volta.
No princípio era o caos?
Sim… era um caos invisível, insensível, desativa..
Agora?
Sinto todo o caos na ponta dos dedos… sem segredos… tudo tão visível… uma qualidade totalmente negativa.
PASSAR
Ao te ver me faz lembrar
com poucas palavras não sei dizer
me inquieta um sussurrar
sem você não vou pensar
se era certo o incorreto
porque não desfrutar
Um olhar sem direção
essa é a gratidão
ta dentro, ta no fundo
segue em frente no meu mundo
com você vou me encontrar
quem sabe um dia nos lembrar
Bem sei que cada flor recebida...
Não foi a toa e nem em vão...
Foi plantio que fiz nessa vida...
Com amor e a dádiva do perdão
Ivânia D.Farias
Culpado ou inocente
Eu não sei bem.
Não carrego a certeza do mal e do bem.
Nessa imensidão vulcânica.
Montanhas e nuvens viajantes.
Como nossos pensamentos.
Correndo aos ventos.
Sem a direção do certo ou errantes.
Talvez somos uma cadeia de tribunal.
Condenamos nosso próprio mau.
Presidiário cumprido sentença.
Esperando de Deus a recompensa.
Sem ter a crítica do que se esparrama.
O veneno letal.
Somos a imoralidade viva.
Somos a nobre criação.
Essa arma mortal.
Essa esperança da moral.
O fato que fechamos e abrimos.
Vestidos e despidos.
Transcende o próprio saber.
Criatura mais complexa.
Deixa toda circunstância anexa.
A santidade perplexa.
Tudo confuso e claramente.
O homem.
Culpado ou inocente?
Giovane Silva Santos
PENAR (soneto)
De outras sei que já não sou a ti importância
Tu, querendo menos do que o querer parece
Tu, amando pouco do que o amor quisesse
E entre lágrimas e preces... a dura distância
De modo que a paixão perdeu a fragrância
O olhar sem o desejo... a melancolia tece
Um coração frio, como se nos polos tivesse
Certo, amor, já é outra a real circunstância
Então, da minha atenção um vazio fazes...
Silencioso, e tão repleto de entretanto
Que nas linhas da afeição só tolas frases
Já não mais ouves o poetar em pranto
Nem mais voga a dor que assim trazes
Essa, dor doída que no peito dói tanto!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Não espere por mim, sei seguir meus passos.
Não me der palpites, sei seguir minhas sugestões.
Não me critique, tenho defeitos como você.
Que Deus cuide dos meus amigos, que dos meus inimigos cuido eu!
Não sei se o amor a gente consegue disfarçar. Mas, amar você é a minha maior secreta revelação, o meu silêncio mais eloquente, o sentir mais concreto que existe. E se eu pudesse fragmentar o amor, lançá-lo-ia ao vento só pra te ter em cada canto do mundo, já que o meu coração se tornou pequeno demais para abrigar o imenso amor que tenho por você.
Estou muito orgulhosa de você, filho. Eu sei que seu coração está no lugar certo. Mas não é assim tão simples. O que você está fazendo vai deixar muita gente chateada. É melhor você ter cuidado.
Mais um ano
Não um ano a mais
Nem tão diferente
Não qualquer ano
Mas um ano qualquer.
Não sei se bem ou mal
Ele acaba de chegar
O tempo age por si só
O tempo há de nos mostrar.
Não é primeiro de janeiro
Não ano novo, mas um ano
Não falo de festejos
Nem tampouco de velhice
Falo da vida que eu mim existe.
São dezesseis anos sem volta
E muitos sem ida.
Quanto mais o tempo passa
Não sei se devo insistir
Mas o que sinto é tão forte
Que prefiro esperar e resistir
Está tudo estranho
Não consigo parar de pensar
Se a emoção seguir
Ou se vou te esperar
Foram tantos bons momentos
Que prefiro esquecer
Não são tão importantes
Como os pensamentos em te ter
Se por um minuto deixar
Novamente eu irei te falar
Serei o mais sincero possível
E perguntarei; deixa eu te amar?
Todas as vezes que penso, não consigo chegar a uma conclusão que faça sentido.
Sei que o Iury que eu amei, nunca faria isso comigo
Ele nunca me magoaria
Você o matou, tirou ele de mim
Matou Tudo que ele sentia por mim
Matou o nosso passado, presente e futuro
Você o destruiu, e acabou com a sua memória
Tirou uma grande parte de mim, uma que me dava forças para continuar
Agora não há nada, só os destroços
Nem parece que foi nessa vida
Tão distante da realidade que eu amava tanto
Parece que estou vivendo a vida de outra pessoa
Essa dor me corrói, dia após dia
Mas o que me mata um pouco a cada hora, é não entender o por quê
- 25 de Fevereiro de 2019
Engraçado?! Não sei só sei que adorei todos os momentos passados contigo.. não sei o que te diga, só posso dizer-te “desculpa”.
Posso dizer-te uma coisa menti-te, magoei-te, posso ter sido a pessoa mais reles, tudo e mais alguma coisa para ti...sei disso, mas conseguia estar sempre para ti, lamento já não me quereres mais ao teu lado...
Digo que gosto de ti não digo que te amo, tirando que tu adoras gozar com isso para te sentires alguém, lamento mas só gosto de ti e por incrível que pareça gosto mesmo, mas o que posso fazer...já não posso fazer nada.
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