Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Nas maiorias das comunidades indígenas brasileiras, não possuem relógios e o dia é dividido em dois tempos, dia e noite. Da mesma forma, que noticias pela radiodifusão são quase inexistentes. Seria importante que o governo federal, implantasse uma radio indígena, ao cair da tarde, diariamente com vários idiomas indígenas e da mesma forma que produzissem rádios de uma faixa só, alimentados por energia solar e uma manivela por dínamo. Em pouco tempo, mesmo não se comunicando pelo menos receberiam informações.
PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.
A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:
a) O conhecimento empírico.
Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.
b) O conhecimento racional ou metafísico.
Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.
Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.
Kant já dizia:
Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.
Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.
2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.
Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:
Questão 4:
“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”
Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.
Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:
se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.
Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.
3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.
“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”
A resposta epistemológica é:
_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.
Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.
Assim também:
Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.
Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.
4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.
A Codificação explica que:
a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.
O Livro dos Espíritos, questão 10:
“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.
A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:
A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.
Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.
5. Conclusão epistemológica e espírita.
Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.
A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:
1. Deus não é objeto empírico.
2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.
3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.
4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.
5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.
Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:
“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”
Existem dois dias na semana sobre os quais não devemos nos
preocupar – dois dias aos quais não devemos temer ou ficar aflitos.
O primeiro dia é "ontem". Por que precisamos ficar lamentando as
dores e os sofrimentos que ficaram para trás? Olhemos para o alto
e agradeçamos ao Senhor a vitória de ainda hoje estarmos respirando. Por que chorar por atitudes equivocadas que tomamos, pelos cuidados que não tivemos, pelas humilhações que sofremos? Maior é o Senhor! Ele está conosco e devemos andar em Sua presença para que tais fatos não se repitam.
Por que guardar mágoas ou culpas no coração? Olhemos para a
frente e seguremos nas mãos de Deus. Somos mais que vencedores, somos filhos do dono do mundo.
Mesmo todo o dinheiro do mundo não pode nos devolver o ontem.
Não podemos desfazer uma única atitude nossa, não podemos apagar uma única palavra dita, não podemos retificar um único engano cometido. Ontem passou e está perdido. Deixe-o ir!
O segundo dia é "amanhã". Por que pensar em possíveis
adversidades? Por que sofrer pelos prováveis fardos? Por que
antever os fracassos que talvez nunca aconteçam? O amanhã, como
o ontem, está fora de nosso controle imediato. O sol de amanhã
surgira com seu esplendor ou escondido por densas nuvens, mas...
surgirá! E até que isso aconteça, não podemos ficar imóveis, sem
nada fazer, esperando que tal fato aconteça.
O que realmente nos importa é apenas um dia da semana: hoje!
Vencer as batalhas de um único dia é muito mais fácil. Ontem e
amanhã são preocupações inúteis, desnecessárias.
Vamos, então, caminhar um dia de cada vez, e não o façamos
sozinhos. Convidemos o Senhor Jesus para caminhar o hoje ao
nosso lado. O ontem não terá mais importância e o amanhã será,
certamente, muito abençoado.
nenepolicia
Desculpas e erros. Dois pontos interrogativos ou indecifráveis, quando não há um entendimento entre as partes questionadas.
Viver e lutar são dois verbos que nos induzem a seguir sem medo de acordar e não ter tido coragem de seguir em frente.
Um relacionamento é como caminhar. Os dois precisam caminhar na mesma direção. E não adianta puxar o outro pela mão, tentar carregar no colo, dar uma carona ou arrastar pelos pés. O outro tem que querer ir onde você está indo.
"Existem dois tempos, o tempo da vida e o tempo do relógio. O tempo da vida, não posso controlá-lo, o tempo do relógio, posso lidar com isso, mas isso não tem valor para o templo da vida."
Não há espaço onde dois sentimentos antagônicos possam coexistir. Ou o medo domina, ou a fé prevalece – um impede a ação do outro.
"No amor não há medo; ao contrário, o perfeito amor expulsa o medo..." (1 João 4:18)
Dois de novembro
No silêncio íntimo que invade o Dia de Finados, a saudade se debruça. Ela não tem pressa, é senhora do seu próprio compasso. É o dia em que a ausência brinca de ser presença, quando os que partiram voltam, não em carne, mas em sopro, como se sempre estivessem apenas a um afago de distância.
Os túmulos não mentem. São declarações sem palavras de que o que foi vivido realmente existiu, confessando com a solidez do mármore que a vida é frágil e que o tempo é um rascunho rabiscado à pressa. Cada nome entalhado ascende, não como uma mera inscrição, mas como um feitiço sussurrado entre as frestas do esquecimento.
Nem toda ausência é tratada pelo tempo. O tempo não se compromete com permanências. Passa por nós sem desculpas, sem aviso, sem oferecer alívio. Quando alguém que amamos morre, morre também uma versão nossa. Deixamos de existir daquele jeito. É como ter sua casa assaltada por uma ausência. Por isso, não se deve apressar a dor de ninguém. No luto, não se questiona o amor por quem partiu. No luto, deixamos de nos amar, e voltar ao amor próprio demora. Deixe a pessoa doer.
O luto não passa; somos nós que passamos por ele. É um caminho de fragilidades. Não há como sair de uma dor caminhando. Precisamos engatinhar até voltar a firmar os pés novamente. E demora até que essa dor vire saudade. Demora até que essa saudade vire gratidão. A dor é solitária, e você tem todo o direito ao seu luto, mesmo depois da licença do outro acabar. Cada um tem seu tempo de digestão.
No murmúrio de uma prece, na chama vacilante de uma vela, reside a certeza de que, do outro lado do mistério, alguém sorri — os eternos hóspedes da eternidade. Hoje, flores são depositadas por mãos trêmulas de emoção. Mas não é o frescor das pétalas que importa, e sim o gesto. É flor de ir embora. É uma homenagem ao laço que nem a morte é capaz de desfazer.
Dois Sismos
Há um ano atrás, aqui em Albufeira fez um sismo! Não foi um sismo muito forte, mas deu para senti-lo bem! Por acaso deu nas notícias! Aí Deus me disse " Você sabe porque é que o sismo, foi pequeno? Porque você estava aí! Você é importante, por isso é que o sismo foi sem gravidade!" Aí eu agradeçi a Deus! Há um mês atrás voltou a fazer outro sismo! Este foi mais pequeno do que o outro. Mas foi igualmente noticiado nas notícias. Aí eu ouvi Deus outra vez dizer " Vê como eu estou com você! Mais uma vez o sismo foi pequeno, porque você estava aí! Assim como o sismo, foi pequeno, muitos outros males têm sido evitados em Portugal porque você está aí"! Então eu disse a Deus! Eu sei, Senhor. Tu sempre estás comigo e tens por amor de mim, evitado muitos males, neste país!
Não fazia falta o amigo não falar,
Porque Bá falava pelos dois.
Pliê flutuava a observar,
Balança lá e pra cá depois.
- Já pra casa Bá, logo vai chover !
Mas ela é teimosa, quer o tudo ver.
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- Não Vivo Sem Você
